Profeta Mórmon a Africanos: Dízimo Eliminará Pobreza

O Profeta Russell Nelson, Presidente d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, pregou a africanos, durante sua visita a Nairobi, capital do Quênia, que o pagamento do dízimo é o que eliminará a pobreza de suas vidas.

Presidente Russell Nelson, em visita com Apóstolo Jeffrey Holland, cobrou dízimo dos africanos no Quênia (Foto: Ravell Call, Deseret News)

Mórmons africanos fizeram enormes sacrifícios para ouvir o seu Profeta pessoalmente, de acordo com o jornal da Igreja SUD Deseret News.

“Para ouvir, nesta segunda-feira,  a voz do presidente da Igreja SUD pessoalmente pela primeira vez, os mórmons da África Oriental viajaram centenas de quilômetros em ônibus cobertos de poeira, pulando e balançando por estradas de terra, ruas quebradas e onipresentes lombadas que mantêm velocidades abaixo de 80 km/h.”

E mensagem de Nelson foi tão clara e inequívoca, quanto o seu apelo ao popular evangelho da prosperidade, do tipo “paguem seus dízimos e deixarão de ser pobres”:

“Pregamos o dízimo para os pobres do mundo porque os pobres do mundo vivem em ciclos de pobreza, geração após geração. Essa mesma pobreza continua de uma geração para outra, até que as pessoas paguem o dízimo.”

A reportagem que acompanha o turnê internacional de Nelson e sua esposa, e o Apóstolo Jeffrey Holland e sua esposa, reconta os relatos de sacrifícios de alguns mórmons africanos para ouvir seus profetas:

Um total de 67 membros de quatro ramos SUD na área de Eldoret, a 320 km a noroeste de Nairobi, reuniram-se às 9 da noite do Domingo, mas o ônibus não apareceu até as 12h30. Eles chegaram às 7 da manhã e começaram uma espera de 10 horas pela reunião.

Além do discurso de Nelson, os membros africanos ali reunidos ouviram de sua esposa, Wendy Nelson, do Apóstolo Jeffrey Holland e de sua esposa, Patricia. Todos os oradores discorreram sobre a importância de frequentar o templo, e enquanto não há sequer um templo anunciado para o país, manter uma recomendação ao templo em dia. O que mantém a mensagem perfeitamente coerente e sincrônica com o cobrança do Profeta, considerando que pagar o dízimo regularmente é um dos principais pré-requisitos para se manter uma recomendação ao templo em dia.

Nelson ainda criticou a tradição cultural local quando condenou a prática de dotes matrimoniais:

“Eles receberam uma mensagem adaptada para a África oriental, onde muitas tribos continuam a insistir que os noivos ou suas famílias forneçam um dote ou paguem um preço por uma noiva.

‘Esse não é o caminho do Senhor’, disse o presidente Russell M. Nelson a cerca de 2.000 quenianos e outros africanos na noite de segunda-feira dentro de um grande centro de eventos oval de madeira, decorado em estilo tradicional em Nairóbi, Quênia.O caminho do Senhor é se casar no templo, pelo tempo e por toda a eternidade, com seus filhos selados a você’.”

Naturalmente, Nelson não deixou explícito que, para poder “se casar no templo” e “com seus filhos selados”, é preciso pagar seus dízimos à Igreja SUD fielmente.


O que é a Teologia da Prosperidade?

Teologia da Prosperidade (também conhecida como Evangelho da Prosperidade) é uma doutrina religiosa cristã que defende que a bênção financeira é o desejo de Deus para os cristãos e que a fé, o discurso positivo e as doações para os ministérios cristãos irão sempre aumentar a riqueza material do fiel. Baseada em interpretações não-tradicionais da Bíblia, geralmente com ênfase no Livro de Malaquias, a doutrina interpreta a Bíblia como um contrato entre Deus e os humanos; se os humanos tiverem fé em Deus, Ele irá cumprir suas promessas de segurança e prosperidade. Reconhecer tais promessas como verdadeiras é percebido como um ato de fé, o que Deus irá honrar.

Seus defensores ensinam que a doutrina é um aspecto do caminho à dominação cristã da sociedade, argumentando que a promessa divina de dominação sobre as Tribos de Israel se aplica aos cristãos de hoje. A doutrina enfatiza a importância do empoderamento pessoal, propondo que é da vontade de Deus ver seu povo feliz. A expiação (reconciliação com Deus) é interpretada de forma a incluir o alívio das doenças e da pobreza, que são vistas como maldições a serem quebradas pela fé. Acredita-se atingir isso através da visualização e da confissão positiva, o que é geralmente professado em termos contratuais e mecânicos.

Foi durante os avivamentos de cura (healing revivals) dos anos 1950 que a teologia da prosperidade ganhou proeminência nos Estados Unidos, apesar de especialistas terem ligado suas origens ao Movimento Novo Pensamento. Os ensinamentos da teologia da prosperidade mais tarde ganharam proeminência no Movimento Palavra de Fé e no televangelismo dos anos 1980. Nos anos 1990 e 2000, foi adotada por líderes influentes do Movimento Carismático e promovida por missionários cristãos em todo o mundo, levando à construção de megaigrejas. Líderes proeminentes no desenvolvimento da teologia da prosperidade incluem E. W. Kenyon, Oral Roberts, T. L. Osborn e Kenneth Hagin.

As igrejas nas quais o evangelho da prosperidade é ensinado são geralmente não-denominacionais e usualmente dirigidas por um único pastor ou líder, apesar de que algumas desenvolveram redes que se assemelham a denominações. Algumas igrejas dedicam um longo tempo aos ensinamentos sobre o dízimo, o discurso positivo e a fé. Igrejas da prosperidade geralmente ensinam sobre responsabilidade financeira, apesar de que alguns jornalistas e acadêmicos têm criticado seus conselhos nessa área como enganosos. A teologia da prosperidade tem sido criticada por líderes dos movimentos pentecostal e carismático, assim como de outras denominações cristãs. Eles argumentam que ela é irresponsável, promove a idolatria e é contrária às escrituras. Alguns críticos argumentam que a teologia da prosperidade cultua organizações autoritárias, onde os líderes controlam as vidas dos membros.


O que é mais caro: Os tradicionais dotes matrimoniais quenianos, ou 10% do salário em perpetuidade para a Igreja?

Aparentemente, a tradição estabelece a expectativa de dotes nos valores estimados de 5 anos de trabalho do noivo, embora negociações sejam a regra, e muitas tribos e famílias utilizam tais negociações para mensurar o grau de seriedade do compromisso do noivo para com a noiva. Há muita fluidez, e algum questionamento, na prática real desta tradição, apesar de abusos exploratórios ainda ocorrerem. Existem ainda consultorias profissionais para auxiliar ambas partes durante tais negociações e reduzir tais abusos. Costumeiramente, os dotes são pagos em bens como vacas ou cabras, mas dinheiro é o modo mais comum hoje em dia, e parcelamento em anos, ou mesmo décadas, a norma.

25 comentários sobre “Profeta Mórmon a Africanos: Dízimo Eliminará Pobreza

  1. Certamente a pobreza dos líderes já acabou por causa do dízimo, mas os africanos continuaram onde estão. Acho um absurdo cobrar dízimo desse povo e de nós brazucas, que somos de nações tão pobres, deus sabe disso. São um bando de canalhas esses “profetas”

    • Absurdo é você querer bênçãos e não pagar o preço por elas. Ele como profeta está incentivando os membros a cumprirem os mandamentos de Deus. Tu já deve ter lido a bibilia,então sabe que bênçãos são baseadas em mandamentos.

      • Interessante Erick esse ponto que você colocou sobre as bençãos. Realmente as bençãos são importantes na nossa vida e podemos conquistar as bençãos no nosso dia a dia dependendo de nossas ações. Se nossas ações são baseadas em ações vindo de nossa própria vontade sem pensar em recompensas as bençãos virão de forma natural, isso independente se formos membros SUD ou de outra religião.

        O maior engano de um membro SUD é fazer algo pensando em bençãos. Por exemplo, fazer missão esperando a benção de casar no templo. Não, não é assim que funciona as coisas Erick. De fato, o membro não deveria focar em benção, mas sim em melhorar suas atitudes dentro de uma comunidade sendo sincero, honesto e amoroso com as pessoas independente de clero, raça, condição social, opção sexual, profissão que exerce, status financeiro, e outros.

        Particularmente ao ir as reuniões nem fico pensando em bençãos ou cargos na igreja que venha a ter mesmo porque a maior felicidade é poder ajudar aqueles que mais precisam de mim. De fato, o que faz obtermos o que desejamos vem do trabalho àrduo e ao demonstrar esforço, trabalho arduo, honestidade, sinceridade e humildade com as pessoas que convivemos no bairro que vivemos colhemos amizade e conquistamos respeito de pessoas que são diferente de nós.

        A Igreja é só uma parte da vida a qual não é um requisito para termos felicidade. A igreja não irá te dar amigos, não irá te dar cargos altos em grandes empresas e muito menos salários decentes. Caso você queira ter uma vida tranquila o que seria uma benção divina, você terá que estudar muito e trabalhar de forma ardua para assim se tornar homem maduro e experiente.

        Enfim Erick,1) não pense em bençãos ao fazer suas ações na igreja, mas faça porque você quer sem esperar algo em troca 2) Caso você queira benção, simplesmente corra atrás e faça seu melhor, assim as bençãos vem, mas ao você se fechar nas coisas da igreja ignorando o que tem a sua volta, você perderá a grande benção. Lembrando que grande parte das pessoas que irão te dar uma força não serão membros da igreja,mas sim pessoas que você nem imagina, até mesmo pessoas que você de certa forma tem nojo de ficar ao lado(ex: uma médica que nas horas vagas trabalha em cabarés, um rapaz que faz piadas de mulheres peladas, e outras coisas mais). Falo isso por experiência. Fiz missão e tenho propriedade para falar isso.

      • Nasci em uma família mórmon, bastante ativa, meu pai foi bispo, minha mãe teve cargos na Primária, Sociedade de Socorro, Moças da Ala e da Estaca. Eu também acreditava muito, era um membro fiel, cumpria os mandamentos, tocava piano no coral, fazia uns discursos de vez em quando. Enfim, um membro ativo numa família ativa comum. Acreditava que por ser fiel iria receber as bênçãos do Senhor. Aprendi no Seminário que as bençãos vêm através de um “Se… então”, mas só depois eu entenderia a verdade dessa Lei.

        Durante a adolescência fui decidindo por me tornar médico. Aos 16 anos, entrei pra um Terceirão em Curitiba pra me preparar para o vestibular. Eu ainda era bastante fiel: não faltava as reuniões no domingo por conta de aulas, não bebia, me esforçava para fazer o bem. Mas eu não estudei o suficiente! E não passei. Eu fiquei arrasado, achei que por ser fiel e não quebrar minhas promessas o Senhor me abençoaria com a aprovação, sei lá, num tipo de “benção” especial. É, eu achava que era Especial por ser membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Igreja Verdadeira na face da Terra, a qual através dela e somente através dela podemos ser exaltados… bem, um balde de água fria na minha cara. Não passei mesmo. Mas foi bom, pra eu me tocar da realidade, que não é esse mundo abençoado e cor-de-rosa que prometem SE VOCÊ FOR FIEL AOS MANDAMENTOS (leia-se faz o acerto anual do dízimo honestamente e cumpre os outros).

        Decidi me abrir um pouco e estudar outras filosofias, outras religiões e crenças, tentar entender de verdade perguntas como “por quê essa família dos meus amigos espíritas parece tão feliz e acreditam tanto no que pregam? Como pode, se essa igreja não é a verdadeira?” ou “esse cara é ateu mas é tão legal, mente aberta, por quê, o que passa na cabeça dele?”. Nessa segunda tentativa, fui para um outro cursinho, e confesso que acabei nesse “experimentando” coisas que eu não me permitia antes devido minhas crenças mórmons: tomei café, saí pra balada, tomei bebidas alcoólicas. Eu fui pras aulas nos domingos, mesmo com outros membros falando “se você ficar faltando as reuniões não vai passar”… enfim, às vistas do senso comum mórmon eu “pequei” de verdade. Mas eu estudei! E PASSEI! Na Universidade Federal do Paraná.

        Ouvi que alguns disseram de mim “nossa, mas ele era muito fubeca, como pode passar?”. A verdade é que eu segui a Lei do “SE… ENTÃO”. É bem prática: se estudar direito, se mantiver o foco, se não perder o controle no dia da prova, então vai passar. Se tratar bem sua esposa, se mantiver-se interessante, se nutrir bons sentimentos, então vai ter um bom e feliz relacionamento. Se ganhar mais dinheiro, se gastar menos, se tiver um bom controle das finanças, então vai sobrar dinheiro e vai poder investir no que julgar importante (desde que o contexto financeiro do seu país permita!)… As bençãos não vêm “de graça”, nem através de “SE”s aleatórios e não obviamente ligados àquilo que você pretende receber. Não, pagar o dízimo não vai te garantir bem estar financeiro! São 10% do seu lucro, pelo que pregavam originalmente. Hoje dizem ser um mandamento “doar” 10% do seu salário, senão não vai poder entrar no Templo. Senão não vai pro Céu. Senão vai queimar no Inferno… O que dar 10% do seu salário tem a ver com Estabilidade Financeira? Por acaso está fazendo um Investimento Financeiro, comprando um seguro? O próprio Pres GORDON B HINCKLEY disse uma vez que as pessoas devem doar o dízimo pela sensação de agradecimento ao Senhor pelas Bençãos que recebemos diariamente, pela sensação de estar ajudando uma causa em que se acredita, e NÃO esperando retorno financeiro! Porque não é garantido que você vai ter! Ele mesmo disse isso, sim, Gordon B Hinckley, enquanto Presidente da Igreja. Segue https://www.lds.org/general-conference/1982/04/tithing-an-opportunity-to-prove-our-faithfulness?lang=eng“>link com um discurso em que ele diz isso, do LSD.org, pra não dizerem que é site anti-mórmon.

        Dizer a africanos que seu povo vai deixar de ser pobre quando pagarem o dízimo é uma irresponsabilidade, uma falsidade, uma clara investida mercantilista, em busca de lucros e dinheiro. O Senhor não era o mesmo ontem, hoje e para sempre? Por quê um PROFETA diz uma coisa, e o outro agora vem e diz outra? Deus se contradiz por acaso? Ou as intenções da Igreja estão sujeitas às vontades dos homens?

      • Mateus 7:15-20
        15 Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.
        A lembrança dessa passagem foi tão forte que me deu até dor de cabeça e náuseas.

  2. A mensagem poderia ser realmente relevante se os líderes tivessem enfatizado aspectos muito positivos da cultura mórmon como a valorização do trabalho,a busca pela auto suficiência,e reforçar as bases familiares dos santos na Africa, uma pena a visita ter sido totalmente fora da realidade…
    com discursos fantasiosos sobre o templo e leituras equivocadas das escrituras .
    Esperanças de que as lideranças locais dos santos sejam mais sensatas e sensíveis a realidade do dia dia dos santos nessa região .

  3. Eu sou a favor do pagamento dízimo seja qual for o rendimento de uma pessoa. Só não concordo que líderes recebam ajuda de custo pra realizar atividades da igreja e depois dizem que são Voluntários.
    Para mim todo líder não deveria receber ajuda nenhuma de custo para realizar funções da igreja. Recebeu o chamado e aceitou o chamado, tem que arcar com todo ônus como: viagem, alimentação, moradia e etc!

    • Valeria sua ideia ja foi ensinada no Livro de Mormon que lideres Eclesiasticos nao devem receber compensasao para ensinar ou administrar o Evangelho, veja os seguinte exemplos no Livro De Mormon:

      5 Sim, e para que TODOS OS SEUS SACERDOTES E MESTRES trabalhassem com as próprias mãos para prover o seu sustento em todas as circunstâncias, a não ser em caso de doença ou de grande necessidade; e assim fazendo, receberam a graça de Deus copiosamente. (Mosias 27)

      ” 24 E também mandou que os SACERDOTES QUE ele ordenara trabalhassem com as próprias mãos para o seu sustento.

      25 E designou-se um dia de cada semana no qual deveriam reunir-se para ensinar o povo e adorar ao Senhor seu Deus; e deveriam também reunir-se tantas vezes quantas lhes fosse possível.

      26 E OS SACERDOTES NÃO DEVERIAM DEPENDER DO POVO PARA O SEU SUSTENTO; mas, pelo seu trabalho, receberiam a agraça de Deus, a fim de fortalecer-se no Espírito, tendo conhecimento de Deus para ensinar com poder e autoridade de Deus”. (Mosias 18)

      29 Ele ordena que não haja artimanhas sacerdotais; pois eis que artimanha sacerdotal é o homem pregar e estabelecer-se como uma luz para o mundo, a fim de obter lucros e blouvor do mundo; não procura, porém, o bem-estar de Sião.

      31 MAS O TRABALHADOR DE SIÃO TRABALHARÁ POR SIÃO; PORQUE, SE TRABALHAR POR DINHEIRO, PERECERÁ.(Alma 26)

      26 E quando os sacerdotes deixavam seu trabalho para ensinar ao povo a palavra de Deus, o povo também deixava seus trabalhos para ouvir a palavra de Deus. E quando o sacerdote terminava de ensinar-lhes a palavra de Deus, voltavam todos diligentemente para seus trabalhos; e o sacerdote não se julgava superior a seus ouvintes, porque o pregador não era melhor que o ouvinte nem o mestre melhor que o discípulo; E ASSIM ERAM TODOS IGUAIS E TODOS TRABALHAVAM, CADA UM DE ACORDO COM SUAS FORÇAS. (ALMA1)

      Interessantemente o unico exemplo de que lideres deveriam receber para ensinar veio de um Anti- Cristo chamado Neor que saiu pregando que os lideres deveriam serem sustentados pelo povo:

      “2 E aconteceu que no primeiro ano do governo de Alma como juiz, foi-lhe apresentado um homem para ser julgado, um homem de grande estatura e notável pela sua grande força.

      3 E ele saíra pregando ao povo o que achamava de palavra de Deus, opondo-se à igreja; DECLARANDO AO POVO QUE TODOS OS SACERDOTES E MESTRES DEVERIAM TORNAR-SE CPOPULARES; E QUE NÃO DEVERIAM TRABALHAR COM AS PRÓPRIAS MÃOS, MAS DEVERIAM SER SUSTENTADOS PELO POVO.”

      Hoje a igreja gasta milhoes de dolares com salarios de autoridades gerais alem dos inumeros e generosos beneficios como carros, motoristas particulares, cartao de credito corporativo, custos de moradia, bolsas de estudos para filhos, netos etc.. A igreja esta praticando o que o Livro de Mormon define como “Artimanhas Sacerdotais” Onde lideres sao se tornam populares e recebem beneficios financeiros, os lideres na igreja sao tratados quase como celebridades alem de receberem salarios da igreja.

      • Tinham que usar o dinheiro do dízimo e ofertas de Jejum para financiar estudos para esse povo da Africa! Ai sim acaba à pobreza deles!!!

  4. Para eliminar a pobreza o individuo necessita seguir os seguintes passos:

    1) O homem assim como a mulher antes do casamento devem ter formação acadêmica(segundo gráu, curso técnico ou/e formação superior). Além de cursos extracurricular( ex: eletricista, computação gráfica, fotografia e outros). Quanto mais rico é o currículo educacional, maiores chances de preparo o homem e a mulher terá no campo de trabalho.

    2) O homem assim como a mulher antes do casamento devem ter empregos fixos e seu próprio negócio( ex: pequena criação de galinhas para ter ovos gratuitos e frangos, venda de bolos e pão caseiro para colocar dinheiro dentro de casa, e outros negócios que o individuo deseja fazer).

    3) Com emprego fixo garantido e negócios extras já fixo, o homem e a mulher poderão casar sem se preocupar com dinheiro. Após o casamento ou antes mesmo do casório, deve se fazer planejamento familiar baseando na renda do casal. Se a renda do casal é alta, então planeje 3 filhos, caso for baixa então faça 1, e assim por diante.

    A pobreza existe por N de fatores, mas o mal planejamento familiar ou a falta dela contribui e muito para que a familia seja super dependente de alguma instituição ou de outros individuos e grupos. Se cada familia fosse responsável e consciênte fazendo planejamento familiar como foi explicado acima, essas familias não viveriam em necessidade e pobreza, mas sim auto-suficientes.

    O pagamento de dízimo não irá fazer o membro ser rico e nem independente. Lógico que há excessões, mas para que essas excessões ocorram, esses tem que fazer alguns sacrificios e logicamente essas coisas que apontei em cima são primordiais. De nada adianta o membro pagar o dízimo, se o mesmo não tem um emprego fixo e condições que dê esperança de uma vida profissional sólida. Conheço muitas familias que pagam dizimo já a décadas, mas vivem duros. Portanto é ingenuidade o membro pensar que pagamento do dízimo seja o segredo de uma vida social tranquila. Não, não é e muito menos o levará ao sucesso.

    Basicamente dizendo você tem que se esforçar muito para ter uma vida tranquila.

    Agora falando sobre a Africa. A pobreza na Africa não é somente por falta de planejamento familiar, mas também corrupção e desvio de dinheiro dos governantes. Para eliminar a pobreza na Africa, não somente o povo tem que mostrar trabalho árduo, como também os lideres devem ser honestos na posição que ocupam.

  5. Isto é mais um comentário avulso, vale o que vale, e nem pretende a mais que isso.

    Ainda bem que os profetas da igreja são como no carrossel. Vem o seguinte, depois do anterior, e assim vamos andando, sem muitas surpresas.

    Por vezes troca-se a ordem das carruagens, mas isso deve ser “inspiração das quartas-feiras”; no tabernáculo, a que nós, pobre membros rasos, não compreendemos, nem sequer devemos abordar e muito menos discutir.

    Desconhecemos quem “aconselha” a primeira presidência, quem sugere os discursos às esposas dos presidentes, mas há aqui nesta matéria, e podem os fanáticos da obediência cega, ranger os dentes, mas quem o fez, nada sabe de África, nem das tradições africanas.

    Como no passado nada sabiam de índios e deu o que hoje se sabe que deu.

    Nessa “lógica” de quem paga o dízimo deixa de ser pobre, ou pelo menos vive desafogado, se não é fora dos quadros do funcionalismo da igreja que, como sabem “não recebem salário” mas até trabalhando dentro da igreja, morrem milionários (como, por exemplo, o Presidente Monson), já ouvimos isso com o povo venezuelano, a pergunta que ousamos fazer é se os membros não pagassem o dizima e ofertas, além dos negocios mundanos isentos de taxas e impostos, onde iria a igreja buscar os fundos para inversões bilionárias, onde cada dia a “corporation” é mais rica, e os membros mais pobres, sobretudo nesses países ditos subdesenvolvidos (Brasil, Filipinas, Mexico, África) onde se vive, na sua grande maioria, com menos de um dólar por dia para sobreviverem.

    Recordamos que em 1996 em Angola, na capital, quando morríamos literalmente de fome e a cidade abarrotava de refugiados das províncias em guerra (a cidade de Malanje, já próximo de Luanda era bombardeada dia e noite com canhonaços) pedimos à África do Sul uma ajuda em alimentos básicos, sobretudo para crianças e idosos. O mesmo pedido foi endereçado ao Congo (donde mais tarde veio uma irmã com uma maço de notas para pagar a renda de um espaço maior, tal eram os baptismos), onde já estava instalada a igreja há mais de cinco anos, enquanto os angolanos tinham um só ramo, mas lutavam para afiançar a Igreja e alicerçar o que ela é hoje.

    Fizemos chegar o pedido a Utah.À “Deseret”, à sociedade de Socorro, À Estaca na África do Sul.

    Nunca recebemos resposta.

    Enterramos os mortos em silencio.

    Todo este exibicionismo de riqueza e de pretensões de “sermos diferentes” como mormons e únicos com “a verdadeira igreja”, ademais de ser patente o “horror a pobre”, agride-nos. Como cristãos, como SUD, como Homens e Mulheres crentes no Evangelho e nas nossas instituições eclesiásticas.

    Como nos agride alguns comentários de gente presente em Nairobi, vindo na comitiva do Presidente que disseram, com toda a arrogância de quem vem visitar e logo se vai acomodar noutra parte onde a miséria não abunda, que “os africanos fizeram longas caminhadas para o escutar, porque já estão acostumados a isso”.

    Claro , a comitiva dormiu com ar condicionado, longe dos mosquitos e da malária, e comeu até saciar o estômago.

    Já os “irmãos africanos”, esses coitados, estão acostumados à penúria, nem merecem nenhum reflexão, a não ser a recomendação de pagarem o dizimo (sem mesmo um Templo no país) e logo o “Senhor procederá segundo as promessas” que isto de ser profeta sem revelação divina, fica por aí mesmo: considerações de humanos, mal assessorados, debitante nescidades oportunistas.

    Para finalizar, direi como alguém aqui já escreveu, “esperemos que as autoridades locais sejam mais sabias e prudentes” que esta comitiva de gente que não sabe, nem o que faz, nem o que diz.

    Conclusão: um Profeta, profetiza. Fala em nome do Senhor. A Palavra não é sua, tão só é o meio que o Pai usa para falar aos seus filhos segundo o Espírito e conduzi-los à Exaltação Eterna.

    Já um alto funcionário da Igreja, debita o que lhe parece mais conveniente para a politica da igreja que preside, seus negócios e investimentos, mas não invoque o nome do Pai Celestial para se amparar e ter credibilidade santificante, que daí do Alto não beneficiará amparo algum.

    Ou seja, não invoque o nome de Deus em vão.

    • Excelente comentario! E voce concluiu com o mandamento de nao invocar o nome de Deus em vao, creio que quando lideres religiosos usam o nome de Deus sem terem recebido revelacaoes e exatamente isso que eles estao fazendo. Creio que esse mandamento e mal interpretado pela maioria das pessoas onde se acredita que simplismente dizer Deus constitua em tomar o nome de Deus em vao, nao creio que esse seja o verdadeiro significado desse mandamento. Deus e muito mais serio do que isso e ele nao daria um mandamento tao facil de quebrar como esse. Provavelmente tomar o nome de Deus em vao seja de fato usar seu nome para obter lucro, gloria, status etc..

      • Caro Fabio,

        E não é isso mesmo, o de ”…Provavelmente tomar o nome de Deus em vao seja de fato usar seu nome para obter lucro, gloria, status etc.” o que uma substancial maioria das chamadas Autoridades Gerais e sucedâneos, fazem atualmente nesta Igreja?

        Lá foi o tempo onde os Profetas conduziam o povo de Deus à terra prometida e dela tiravam o seu sustento, com o suor do próprio rosto.

        Basta ler a História da Igreja, para constar o que afirmamos nos tempos em que a Igreja era mais humilde, messiânica mesmo, e tinham Profetas de Deus (que profetizavam) ao serviço do Povo de Deus e não das altas finanças internacionais, com capela ardente em Wall Street?

        Será que nessa ”Teologia da Prosperidade“, também conhecida como Evangelho da Prosperidade (já agora, há ”teologia” na Igreja?), o objectivo visado não será afagar a vaidade dos membros e concluir perante a Comunidade que ”quanto mais paga um membro” mais ”cerca está do Senhor” pois a abundância sendo grande, deduz-se facilmente ser esse membro/família um privilegiado aos olhos de Deus (!), logo do seu líder local e das autoridades gerais?

        Ou seja, não será isso mesmo o que agora estão dando tanto ênfase nos Ramos/Distritos e Estacas, uma ”artimanha sacerdotal” mais?

        Que será feita da parábola da viúva, LEMBRAM–SE?

        Nunca é demais recordar:

        ”…E tendo chegado uma pobre viúva, lançou duas pequenas moedas, que importavam um real. E convocando seus discípulos, lhes disse: Na verdade vos digo, que mais deitou esta pobre viúva do que todos os outros que deitaram no gazofilácio. Porque todos os outros deitaram do que tinham na sua abundância; porém esta deitou da sua mesma indulgência tudo o que tinha, e tudo o que lhe restava para seu sustento. (Marcos, XII: 41-44 – Lucas, XXI: 1-4)”

        Muito apreciaria que uma Autoridade Geral, dessas conceituadas, ou mesmo o Presidente da Igreja, abordasse este tema numa Conferencia Geral, a ver se o Evangelho afinal ”já foi adoptado segundo os tempos” ou acaso ainda é válido como Palavra de Deus.

        Desgraçados dos irmãos pobres, financeira e materialmente, gente mal vista e sofrivelmente consentida nas reuniões e actos religiosos nas nossas capelas. Talvez sejam eles afinal os tais ”Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus (São Mateus, V:3).”

        Entenda-se, tal como cremos, que Jesus também Ele entendia como ”pobres de espírito”, não os tolos, mas os humildes, e disse que o Reino dos Céus é destes e não dos orgulhosos com muitos milhões e puritanamente abastados, (ser rico não é maldição, relembre-se, maldição é usar a riqueza da Igreja, que é propriedade do corpo da Igreja, (de todos os membros, mortos e ainda por morrer que delegaram a administração dessa riqueza nos lideres não votados, mas apontados e assumidos de mão levantada, nunca esquecer o modo como se elegem tais autoridades gerais) fora da obra do Senhor, sem que seja, como meio e fim último, o da Exaltação de cada Família.

        Se não o for, o tal Reino, com garmets ou sem ele, com dízimo integral e ofertas generosas, com frequência assídua do Tempo, ou fora dele, lhes será certamente vedado.

        Ou como bem diz a senhora minha Avó: ”Aqui se faz, aqui se paga”.

        Tempo ao Tempo.

  6. Olá Valeria!

    Quando se fala sobre Africa ou qualquer nação com alto número de pobres o problema não é tão fácil de se resolver pois envolve vários fatores. Mesmo porque a Igreja SUD também tem suas limitações financeiras. Algum tempo atrás a igreja teve que desfazer de algumas instituições educacionais na Nova Zelandia devida a dificuldade de financiar(fonte: Church News de 2006). Um dos campus da BYU segundo um professor na àrea de anthropologia mencionou que por mais que a igreja financie os custos da BYU, essa ainda depende de outras instituições para manter ela funcionando.

    A Africa sofre com a corrupção dos governantes, empregos excassos e salários baixíssimos. As familias Africanas não tem perspectivas de crescimento e a educação das crianças africanas é bem deficitária. Há vários problemas que resultam na situação que a Africa vive hoje. Não é simplesmente pagar dizimo e assim sai da pobreza. Não é tão simples assim. As pessoas precisam ter empregos fixos, condições que ajudem eles a manter uma vida finaceira melhor com salários justos a qual não é realidade da Africa e ter um governo justo que dê condições de eles melhorarem suas vidas.

    O que se pode fazer é implantar um projeto sério que dê condições a eles de terem empregos ou seja a igreja teria que colocar suas empresas na Africa e pagar salários decentes aos empregados. Essas empresas por sua vez deveria dar aos filhos dos empregados incetivo educacional afim de eles crescerem. Então depois das familias dos empregados tiverem uma vida mais estabilizada, então sim pode se cobrar a eles o dízimo, mas cobrar dízimo de quem não tem nem condições de sustentar familias é realmente na gíria norte americana um Nonsense. Cabe a igreja fazer isso, mas dificilmente eles vão usar o bom senso levando em conta o histórico da igreja pois eles querem resultados a curto prazo e não pensam no longo prazo.

  7. Pois é, Noé também foi um visionário construindo a arca naquela época e condições. Como o presidente Nelson seria recebido aqui pelos “especialistas em tudo” se, ao invés de ensinar sobre o dízimo na África tivesse pedindo que construíssem uma arca? Sinceramente, me divirto com a leitura aqui.

    • Leitura divertida é ver homem adulto que ainda acredita em “arca de Noé”, Gilson.

      Um barquinho (140×23×14 metros, muito menor que um campo de futebol oficial com um prédio de 4 andares) com todos os animais terrestres “em pares” que seriam os antepassados de todos as milhões de espécies diferentes de animais terrestres na atualidade, há meros 4 mil anos atrás.

      Como seria se Nelson “tivesse pedindo” (sic) que “construíssem uma arca”?

      • Voce tem tanta certeza que a suposta arca tinha 140×23×14 metros quanto o Gilson acredita que ela existiu.

      • Você está perguntando ou afirmando, Adriano?

        Porque se está perguntando, o ideal seria um ponto de interrogação ao invés de um ponto.

        Se está afirmando, o ideal seria honestidade intelectual para não enfiar uma afirmação que o seu interlocutor nunca fez, direta ou indiretamente, numa tentativa falácica (e desonesta) de distrair da questão em mão.

      • Eu estou afirmando.Ah e Honestidae ou talvez um pouco de memória é o que está lhe faltando quando você afirma aqui neste comentário:”Um barquinho (140×23×14 metros, muito menor que um campo de futebol oficial com um prédio de 4 andares) com todos os animais terrestres “em pares” que seriam os antepassados de todos as milhões de espécies diferentes de animais terrestres na atualidade, há meros 4 mil anos atrás.Está esquecendo do que fala?

      • Insistimos, Adriano: Assuma honestidade intelectual nos seus comentários, por favor.

        Ajudaremos nesse ponto, porém avisamos que não insistiremos mais:

        Em primeiro lugar, nenhuma pessoa pode afirmar no que crê outra pessoa, talvez com a exceção de Charles Xavier e outros super-heróis com poderes de telepatia. Você afirmar no que outra pessoa crê ou “tem certeza” é desonestamente impor a sua imaginação nela.

        Em segundo lugar, a Bíblia Hebraica afirma que a Arca de Noé tinha apenas 3135 m2 de área de superfície e 13,5 metros de altura:

        “Faça-a com cento e trinta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura.”

        (O texto bíblico oferece a oportunidade da interpretação de que a Arca de Noé teria três andares nesses 13,7 metros de altura, mas no comentário acima nós arredondamos para cima. Todos os números. Por generosidade.)

        Aliás, um aparte: Um campo de futebol oficial pode ter entre 4050 m2 e 10800 m2 de área de superfície, como determinado pela FIFA.

        (Se calcular área de superfície é um desafio para você, aprenda como aqui. Mesmo quem não sabe calcular uma área de superfície consegue notar rapidamente que 3135 é bem menor que 4050 e muito menor que 10800!)

        Em terceiro lugar, focar nas medidas “exatas” da Arca de Noé não pode ser nada além que uma tentativa desonesta de desviar a discussão para minucias irrelevantes de quanto exatamente um côvado media do ponto central do comentário acima. Qual, diga-se, é óbvio para qualquer leitor intelectualmente honesto: É absolutamente irracional imaginar que todos os animais terrestres e todas as aves da fauna planetária poderiam ser representados em pares (ou em sete pares para “animais puros”) em um barco dessas dimensões.

        Mesmo se você inventasse, sem respaldo histórico de reputação, dimensões dobradas para um côvado, ou mesmo quadruplicadas, quem racionalmente acredita que todos os animais terrestres e todas as aves da fauna planetária poderiam ser representados em pares (ou em sete pares para “animais puros”) numa área de 1 campo de futebol oficial? Ou 3 campos de futebol oficiais? Ou mesmo 14 campos?

    • Santo Congelado, Alexandre!

      Se você fosse honesto, admitiria que há literalmente milhares de exemplos de comentários de “quem critica o site” publicados no nosso site!

      Se você fosse honesto, admitiria que há fontes para todos os fatos que publicamos nos links e nas referências, e que você é incapaz de citar uma única “desinformação” baseando-se em fatos concretos.

      Se você fosse honesto, admitiria que a expressão “fake news” foi popularizada por Donald Trump justamente para mentir sobre os fatos publicados por jornalistas e evitar o escrutínio de lidar com fatos documentados. Déspotas e líderes corruptos estão aproveitando da popularidade da expressão “fake news” justamente para fingir que fatos negativos sobre seus governos não são verídicos.

      Se você fosse honesto, aceitaria o nosso desafio de provar (e não xingar e fugir covardemente) com fatos e evidências que nós publicamos uma única informação falsa.

  8. O senso crítico é algo importante, pois ao absorver criticas, a capacidade de crescer e de se tornar melhor é maior.

    Quando fechamos os olhos para a realidade, nós nos tornamos ignorantes e não desenvolvemos nossa mente.

    Vozes Mormons é um site muito bom e bem informativo. Cabe a cada usuário usar o bom senso ao invés de demonstrarem antipatia.

  9. Minha vida hoje financeiramente é igual de quando eu pagava o dízimo.

    Não vou sacrificar o meu dinheiro para alegria desses engravatados que viajam mundo afora gastando dinheiro das pessoas.

    Além do mais essa questão de dízimo é muito relevante, porque fazendo um bom e dedicado estudo, descobri que o dízimo era apenas para casa da Israel, simplesmente para ela, não para nós.

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