Ressucita-me

Novamente, hoje a maioria dos brasileiros estão em casa descansando, viajando, jongando futebol, etc…. Estão, de alguma forma, usufruindo de mais um feriado no País “campeão universal dos feriados” (rsrs), gerando um prejuízo em 2013 estimado em R$ 42,2 bilhões ao setor industrial!

Neste dia, no feriado de Corpus Christi, o mundo católico comemora o corpo e sangue de Cristo por nós ofertado. E dois meses atrás, houve a comemoração da Páscoa.

Falando da Páscoa então, ainda posso recordar de nossa comemoração no Domingo de Páscoa, e a consequente degustação de chocolates, em suas mais variadas formas… (rsrs)

Ovo de Páscoa de Chocolate

Ovo de Páscoa de Chocolate

chocolate, por si só, já traz sensações muitíssimo agradáveis e, quando consumido moderamente, outros benefícios igualmente, tais como “[fazer] bem à saúde do coração, do sangue e até da cabeça, (…) prevenir o envelhecimento, reduzir o colesterol ruim e a melhorar o bom humor (…), [e também] estimular o cérebro a produzir a serotonina, (…)  molécula responsável pela sensação de bem-estar e felicidade”; no entanto, percebemos que, unidos em família, um sentimento de Real Felicidade, muito maior e um tanto mais complexo de descrever (Gálatas 5:22-23), começou a inundar nossos sentidos, a partir do momento que iniciamos uma saudável discussão sobre a essência da profunda mensagem trazida pela verdadeira Páscoa, a Ceia do Senhor e a Mensagem revigorante da Expiação e da subsequente Ressurreição de Cristo e de toda a humanidade.

Assim, a “comemoração” do corpo e sangue de Cristo, lembrando seu sacrifício, e da Ressurreição Dele na Páscoa, estão intrinsecamente ligados. Continuar lendo

O Verdadeiro Presente

amigo-secreto

“Você dá pouco quando você dá de suas posses. É quando você dá de si mesmo que realmente dais.” (Kahlil Gibran)

Tanto no Natal quanto na Virada do Ano, existe uma prática tradicional e muito apreciada, que leva seus participantes a concentrarem seus esforços nela, e por vezes, no frenesi do momento, esquecerem-se da razão pelo qual a prática foi inspirada e em lembrança do que (ou de Quem) tal prática foi idealizada…

A troca de presentes, tão comum quanto quase que indispensável, acaba por vezes, substituindo o verdadeiro sentimento que deveria reinar nas datas comemorativas supracitadas…

Um pensamento atribuído ao Padre Rafael de Queiroz Neto, abrange bem este ponto, abordando a época natalina:

“Hoje se propaga, furtivamente, o consumismo desenfreado, fazendo com que as pessoas se dediquem muito mais à preocupação com aquisição de bens e com a comemoração da troca de presentes do que com o verdadeiro sentido da festividade, que é o nascimento do Salvador de nossas vidas. Infelizmente, as consequências desta escolha são, regra geral, dissaborosas, pois uma vez passado o efêmero prazer e deleite da festividade ou mesmo durante o seu curso, (…) as pessoas voltam à triste realidade de sua distante comunhão com o Espírito de Deus, sentindo-se solitárias, abandonadas e incompreendidas. (…)”

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Salvadores no Monte Sião

Templo de São Paulo

“Se aceitarmos as revelações referentes às ordenanças do Templo, se assumirmos nossos convênios sem reservas ou desculpas, o Senhor nos protegerá. Recebemos inspiração suficiente para enfrentar os desafios da vida.” (Pres. Boyd K. Packer, Dos Doze – Folheto O Templo Sagrado pg. 39)

Designado novamente com a privilegiada oportunidade de ministrar um dos cursos opcionais, que no meu entender, trata-se de um dos mais extraordinários da Escola Dominical, senti-me satisfatoriamente renovado e fortalecido,  verdadeiramente “Investido de Poder do Alto“, título este muito apropriado ao tema e objetivo do portentoso curso.

Ao procurar aprender sobre o poder dos Templos e a real influência deles em nossa vida diária, pretendo, neste ensaio, esboçar especificamente sobre a doutrina do trabalho vicário, a intrinseca pesquisa genealógica e as muitas bençãos advindas àqueles que literalmente “vestem a camisa” do trabalho e buscam salvar almas além da sua própria.

Como introdução, difícil não citar a inspirada e edificante definição do Pres. Packer:

“Nenhum trabalho dá mais proteção para a Igreja do que as ordenanças do Templo e a pesquisa genealógica que as sustem. Nenhum trabalho é tão purificador. Nenhum trabalho nos confere mais poder. Nenhum trabalho exige um padrão de retidão mais elevado.” (Boyd K. Packer, A Liahona JUN/92)

Vejamos então, o que podemos abordar a respeito…

A OBRA VICÁRIA E A OBRA MISSIONÁRIA

A OBRA MISSIONÁRIA E A OBRA VICÁRIA

Inspirados pela convocação Cristã de “pregar as boas novas de alegria” a todos e em toda parte, um grande exército de missionários,  que se renova de tempos em tempos, se dedicam numa boa causa ao se esforçarem por “lançar a foice com vigor” (D&C 4)  na busca dos “escolhidos do Senhor” que “só [estão afastados] da verdade por não saber onde encontrá-la” (D&C 123:12). Continuar lendo

Aproximarmo-nos de Cristo através da Conferência Geral

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“Decidam agora fazer da conferência geral uma prioridade em sua vida. Decidam ouvir com atenção e seguir os ensinamentos transmitidos. Ouçam ou leiam os discursos mais de uma vez para entenderem e seguirem melhor os conselhos dados. Assim fazendo, as portas do inferno nao prevalecerão contra vocês, os poderes das trevas serão afastados e os ceus estremecerão para o seu bem.” (Paul V. Johnson, “As bênçãos da Conferência Geral”, A Liahona, Novembro de 2005, pág 50)

“Não podeis dizer que vos submeteis à lei de Deus enquanto rejeitais a palavra e o conselho de seus servos.” (John Taylor – Journal of Discourses, vol. 7, p. 325)

Ao assistir a 1º e 2º Sessão de Sábado e fechando com chave de ouro com a Sessão do Sacerdócio, senti-me muito renovado e comovido com as mensagens de riquíssima instrução e intenso incentivo, tal como noutras Conferências Gerais, o que no foi diferente nas sessões de Domingo. Sai de cada sessão sentido-me melhor comigo mesmo e com meu Deus, bem como muito mais decidido e comprometido em melhorar em minha vida em todos os aspectos! Indubitavelmente, aqueles que falaram nesta Conferência Geral “(…) buscaram ajuda e orientação dos céus ao prepararem seu discurso. Eles foram inspirados quanto ao que vão compartilhar conosco.” (Presidente Thomas S. Monson, A Liahona, Nov/2009) Continuar lendo

“Seja o tipo de AMIGO que deseja ter!” (Ralph W. Emerson)

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“Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.” (Sócrates)

No Brasil, Uruguai e Argentina, a data mais difundida para celebrar o Dia do Amigo é hoje, dia 20 de julho… É claro que a maioria de nós entendemos que o dia do amigo, assim como o dia das mães, pais, mulheres, etc são TODOS os dias, mas as empresas, governo, etc. usam dias como estes visando aquecer a economia no intenso incentivo às compras… Roubando a essência da comemoração que este dia deveria trazer… Não pretendo discutir este ponto “comercial” aqui… rsrs Nem os eventos que originaram a idealização do supracitado “dia”…

 

 

 

Na verdade, meu pensamento segue na música de Milton Nascimento, que entre outras coisas, cita:

Pois seja o que vier
Venha o que vier (venha o que vier)
Qualquer dia, amigo, eu volto a te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar

“Qualquer dia?” “Assim que possivel?” “Se der eu apareço?” “Amanhã, quem sabe…” “Talvez eu vá…”

Porque não hoje? Agora? Por que adiar?

Thomas S. Monson alertou-nos quanto ao triste quadro de protelarmos a valorização de amigos, ao citar um poeta:

Virando a esquina tenho um amigo,
Nesta grande cidade sem fim;
Os dias se passam, as semanas voam,
E antes que eu me aperceba, lá se foi um ano.
E eu nunca vejo o meu velho amigo,
pois a vida é uma corrida, veloz e terrível.
Meu amigo sabe que gosto dele,
Tanto como nos dias em que eu tocava
a campainha de sua casa
E ele tocava a da minha. Éramos jovens, então,
E agora somos homens ocupados e cansados,
— Cansados de fazer o jogo louco,
Cansados de tentar fazer um nome;
— Amanhã, digo eu, visitarei o Pedro,
Só para mostrar que ainda penso nele.
Mas o amanhã chega e o amanhã se vai,
E a distância entre nós aumenta cada vez mais.
É só virar a esquina! Mas parecem quilômetros de distância —
Telegrama, senhor! — “Pedro morreu hoje!”
Eis o que obtemos — e merecemos afinal —
Virando a esquina, um amigo morto.

 

É verdade que para alguns de nós a distância nos limita o almejado encontro, o que justifica a falta de contato PESSOAL, então parte da saudade e dor no coração é aliviada por meio de ferramentas tecnológicas, assim o difundido mundo VIRTUAL encaixa-se perfeitamente como uma solução viável pra suplantar este sentimento sufocador. Entre as muitas ferramentas que poderiam ser citadas, o e-mail, a conversação instantânea e os sites de relacionamento, são os meios mais ultilizados.

Quantos de nós não sofremos  enquanto estamos distantes geográficamente de nossos entes-queridos, e enfim “falamos” novamente com aqueles com quem outrora convivemos? A tecnologia nos chega como uma bálsamo que cura, atravessando limites geográficos em questão de segundos…

Óbviamente gostaríamos de tê-los ao nosso lado fisicamente, onde poderíamos tocá-los e abraçá-los, dentro de uma REALIDADE ímpar, no entanto, ver e ouvir novamente os que tanto amamos, mesmo que com auxílio da internet e outras ferramentas tecnológicas, já é um tanto satisfatório  e consolador…

Mas o que dizer do CONTATO PESSOAL com aqueles que não tem barreiras geográficas para justificar?

Maravilhei-me ao ler no Jornal Metrô News o sábio comentário da psicoterapeuta Rosângela:

Amizade verdadeira precisa de encontro, faz bem partilhar, a presença do outro aconchega.
A internet é boa para reencontrar amigos, mas é importante não ficar apenas nisso, é ferramenta de resgate, não de sustentação.

Vemos então a tecnologia entrar na vida de algumas pessoas indisciplinadas (e até mesmo viciadas) como uma ferramenta de “distanciamento”, e não de aproximação, como “alguns defendem“.

Abaixo, segue três imagens muito comuns, que falam por si só, e que tenho certeza que é um quadro tão atual, que muitos de nós que lemos este artigo já viveu ou presenciou cenas semelhantes:

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David A. Bednar nos preveniu deste grande problema:

“[Tenham cuidado com] a possível influência asfixiante, sufocante, anulante e restritiva que alguns tipos de interações e experiências realizadas no mundo virtual podem ter sobre nossa alma. Essa preocupação não é algo novo, mas aplica-se igualmente a outros meios de comunicação como a televisão, o cinema e a música. No mundo virtual, porém, esses desafios são mais difundidos e intensos. Rogo que tomem cuidado com a influência entorpecente e espiritualmente destrutiva das tecnologias do ciberespaço que são usadas para produzir alta fidelidade e promover propósitos degradantes e malignos.”

Que usemos moderada e sabiamente estas ferramentas, lembrando de priorizar o contato pessoal e frequente, onde realmente somos fortalecidos e nutridos com relacionamentos seguros que nos impulsionam ao progresso. No entanto, vale ressaltar a máxima da responsabilidade individal de “[Sermos] o tipo de AMIGO que [desejamos] ter!” (Ralph W. Emerson) Pois e muito fácil cobrar dos outros que nos visitem, liguem ou que estão “distantes” e indiferentes… Difícil é entendermos que em “nós” (em mim) está a maor parte do problema, sou “eu” que tenhho que mudar e melhorar, ou seja, verdadeiramente me aproximar!

Sim Milton, “Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração (…), mesmo que o tempo e a distância digam “não” “….  No entanto, quando não houver estas “barreiras”, isso quando honestamente justificicáveis (pois as vezes a “falta de tempo” pode ser solucionada através de uma boa administração de tempo e a “possível” distância pode ser que não seja tão longe assim), visitemos e conversemos PESSOALMENTE com os muitos “Pedros de nossas vidas” supracitado pelo poeta, antes que sejamos surpreendidos…

Como disse Jeffrey R. Holland: “Não [demoremos]. Está ficando tarde”!

“Loucos por ti… Cristo, Família e Brasil!”

ImageGosto muito de esportes…

Tanto de apreciar pela televisão como um bom e vibrante torcedor, quanto de literalmente participar em suas muitas e desafiantes diversidades…

O futebol acaba por receber uma atenção especial, como para a maioria de nós brasileiros…  

Sou corintiano, embora outros torcedores do mesmo time me criticam pela maneira que manifesto esta torcida, eu diria um tanto “apática” (rsrs), pois adoto a potura de humildemente reconhecer a qualidade e mérito de qualquer outro time, se merecido, seja ele qual for.

Não sou um ardente Corintiano, do tipo que costumeiramente vemos nos torcedores da “fiel”, que debatem e discutem com rigor e ousadia, mesmo quando errados, e  óbviamnete está bem distante de mim “os tipos extremados” (e infelizmente não raros) de em alguns casos de “loucura extrema”, perderem empregos, amizades, destroírem famílias, e outras muitas atrocidades espantosas. 

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