Política de Comentários

Tanto a página da ABEM no Facebook, como o site Vozes Mórmons, estão dedicados a servir como espaço seguro para a discussão intelectual, racional, acadêmica, e literária sobre o Mormonismo. Para melhor manter um ambiente de liberdade intelectual e respeito a crenças, é importante que os espaços abertos para comentários proporcionem — e não diminuam — o ímpeto para que várias vozes distintas possam ser ouvidas. Com isso em mente, estabelecemos as següintes regras de conduta:

1. Esperamos que os comentários reflitam diferentes pontos-de-vista. Críticas das posições de outros são esperadas, mas essas críticas devem ser sobre os argumentos, e não sobre as pessoas. Não admitimos insultos ou ataques pessoais.

2. Vozes Mórmons é um fórum para os que estão dispostos a respeitar as crenças do outro. Os comentaristas não precisam acreditar na Igreja SUD, mas os comentários que sugerem que todos os crentes ou não-crentes são por si só pouco inteligentes ou mal informados não serão bem-vindos.

3. Por outro lado, também é inaceitável pôr em dúvida a dignidade pessoal de um comentarista.

4. Vozes Mórmons não é uma agência de publicidade. Incluir links para outros blogs ou referência a livros, etc., quando forem de fato pertinentes ao tópico discutido é perfeitamente aceitável. No entanto, os comentários não devem simplesmente servir para ligar para posts externos, anunciar livros, e assim por diante.

5. Da mesma forma, os comentários devem estar relacionados com o artigo em que forem postados, ou para um comentário posterior sobre esse artigo. Uma certa mudança de tópico é normal em qualquer discussão. No entanto, comentários completamente fora do assunto do artigo não serão bem-vindos.

6. Comentários devem ser inteligíveis. Isso significa limitar ao mínimo possível o uso de siglas de bate-papo na internet; deve-se escrever em português claro, revisar e verificar a ortografia. Claro que perfeição não é necessária, e também entendemos que alguns comentaristas não falam ou escrevem bem em português. Em geral, apenas pedimos que comentaristas se esforcem para tornar seus comentários facilmente inteligíveis.

7. Violações das leis de propriedade intelectual (incluindo direitos autorais) não serão toleradas. Violações de outras leis, incluindo difamação e calúnia, também não serão toleradas.

8. Comentários que são excessivamente rudes, preconceituosos, ou ofensivos são inaceitáveis. Piadas chulas não são bem-vindas. TEXTOS EM CAPS não são aceitáveis por representarem GRITOS! Por favor, respeite os blogueiros e os leitores.

9. Trolling e Bullying não serão tolerados. (Leia o texto abaixo)

10. Para se publicar um comentário se requer fornecer um endereço de e-mail. Este endereço deve ser um endereço válido para que possamos contactá-lo sobre quaisquer problemas com o seu comentário. Nós não fornecemos seus endereços de e-mail para ninguém, nem enviamos mensagens não-administrativas a esses endereços. No entanto, a incapacidade de fornecer um e-mail válido e funcional pode levar-nos a eliminar o seu comentário ou tomar outras medidas executivas.

11. Estas políticas serão aplicadas pelos administradores do blog, podendo incluir uma combinação de edição e moderação do conteúdo do comentário, exclusão de comentários ofensivos, orientação aos violadores,  e, se necessário, bloqueio do endereço IP.

12. Comentários submetidos ao site Vozes Mórmons ou à página da ABEM no Facebook implicam em cessão de direitos autorais para a ABEM, doando-lhe licença e direito pro bono e in perpetuam para publicação, republicação, adaptação, distribuição, modificação, tradução, derivação e citação plena.

13. Estas condições podem ser adicionados e/ou modificadas conforme as necessidades. Agradecemos seus comentários e sugestões, e por favor, não se intimidem para publicar suas opiniões respeitosamente. O propósito do site é ouvir todas as vozes mórmons.

Ezra Taft Benson Orgulho


Esclarecendo a questão #9 sobre Trolling e Bullying

Tanto a página da ABEM no Facebook, como o site Vozes Mórmons, tem a missão de estabelecer uma ferramenta de incentivo ao pensamento crítico e racional, e a produção acadêmica e literária, em torno do tema Mormonismo.

Em conjunto com a publicação de artigos escritos sob esta égide, criamos um espaço onde pessoas igualmente interessadas possam discutir e debater seus pensamentos e suas hipóteses, além de compartilhar informações e fontes, pertinentes ao estudo do Mormonismo.

Infelizmente, há pessoas que, ao invés de compartilharem do interesse no estudo acadêmico e racional da tradição e da religião Mórmon, apresentam maior afinidade com agressão verbal através de insultos e bullying cibernético. O têrmo popular para tais pessoas é “troll”, embora “hater” também seja apropriado e descritivo.

Embora alguns de nós encontrem algum nível de diversão e entretenimento em engajar com “trolls”, nós acreditamos que tais interações constituem perda de tempo e desperdício de recursos, além de desencorajar o clima aberto de um espaço dedicado para livre troca de ideias e informações, e a expectativa de um nível intelectual e criterioso mais elevado para esta troca.

Idealmente, permitiríamos todas as formas de interações livremente, sem quaisquer modos de moderação enforçada, mas estudos demonstram que a presença de tais “trolls”, bem como de comentaristas de baixa contribuição intelectual, afeta negativamente todo o eco-sistema de intercâmbio.

Conquanto priorizamos a nossa missão institucional acima de popularidade de acessos, acreditamos que desconvidar a participação de comentaristas que se provam “trolls” nos ajuda a manter um ambiente mais propício e condizente com um livre intercâmbio inteligente de ideias.

É inteiramente compreensível que muitos Mórmons se sintam inseguros e fragilizados quando expostos à realização do quanto desconhecem de sua própria religião, do seu passado e legado histórico, e da dissonância entre a realidade e a imagem fantasiosa (e infantilizada) que mantém dela. Isso é um processo natural, pelo qual todos passamos da fase pueril para a fase adulta, quando somos obrigados a reavaliar nossas pré-concepções sobre nossos pais, nossos países, nossas identidades (raciais, sociais, sexuais, etc.), e até nossas religiões. Igualmente compreensível é que reajam agressivamente contra fontes externas para compensar essa terrível sensação de fragilidade emocional e psicológica. Contudo, como diria o Apóstolo Paulo: “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino.” (I Co 13.11)

Portanto, a nossa sugestão para os que tanto se ofenderam e se escandalizaram nos nossos sites é que não desistam de aprender, de ler, de estudar, e abandonem esse medo de admitir que há muito mais para se aprender ainda. Admitir a própria ignorância é o primeiro passo para uma visão mais adulta do mundo. Em qualquer área da vida. E quando se sentirem intelectualmente acuados ou ameaçados assim novamente, e isso de certo ocorrerá novamente (pois é o normal para todos adultos: “Quando da ignorância advém felicidade, é tolice ser sábio” — Thomas Gray; “Pois quanto maior a sabedoria, maior o sofrimento; e quanto maior o conhecimento, maior o desgosto.” — Ec 1.18), procurem entender que isso vem de dentro, de seus próprios temores psicológicos (“dissonância cognitiva” é o têrmo médico) e enfrente-os dentro de si, ao invés de descontar nos outros. Deixemos, portanto, para trás as coisas de menino e ajamos como adultos.

Por causa da naturalidade, e da universalidade, desse processo, não acreditamos em desconvidar indefinidamente a participação de “trolls”. Aqueles que aprendem a discordar de opiniões ou visões-de-mundo de maneira racional, lógica, factual, e educada sempre serão bem-vindos a participar conosco em nossas discussões.


 

 

30 comentários sobre “Política de Comentários

  1. Concordo sim com tudo. No entanto, gostaria de mais uma vez deixar minha insatisfação com postagens que não são verdadeiras, como por exemplo: A cidade Nefita e construção de shoppings no Brasil. Vocês estão usando o dia primeiro de abril para essas coisas. Acho a ABEM um site de informações, mas, essas coisas não concordo, até porque eu procuro conhecimento e fiquei nuito decepcionado com os
    vossos “1 de abril” .Não percam a confiabilidade dos estudantes.

  2. ”…Não somos todos mais ou menos assim? Recentemente, depois de um procedimento clínico, meus médicos, que são muito capazes, explicaram-me o que eu precisava fazer para ser curado de modo adequado. Mas, primeiro, tive de aprender algo a meu respeito que eu deveria ter descoberto há muito tempo: como paciente, não sou muito paciente.

    Consequentemente, decidi acelerar minha cura fazendo eu mesmo uma pesquisa na Internet. Acho que eu esperava descobrir uma verdade que meus médicos desconheciam ou tentavam esconder de mim.

    Levou algum tempo até eu perceber a ironia do que estava fazendo. É óbvio que descobrir coisas por nós mesmos não é uma má ideia. Mas eu estava desprezando uma verdade em que podia confiar e sendo atraído por afirmações fantasiosas comuns na Internet….”

    Presidente Dieter F. Uchtdorf Discurso: É Maravilhoso !

    Segundo Conselheiro na Primeira Presidência
    Conferência Geral / Outubro de 2015

  3. ACHEI SUPER INTERESSANTE O SITE, SÓ QUE SE PARECE MAIS PERSEGUIÇÃO A IGREJA DOS MÓRMONS. ACHO QUE TODO MUNDO PODE ESCOLHER ADORAR A DEUS, AO DIABO, A UMA ESTATUA E TAL, MAS FAZER SITE PARA DIFAMAR UMA RELIGIÃO OU FÉ, ACHO QUE NÃO É ALGO QUE MEREÇA MEU TEMPO E ATENÇÃO

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