O site Vozes Mórmons busca promover a informação e reflexão sobre temas relacionados à tradição mórmon em um ambiente de liberdade intelectual e respeito a crenças. O Vozes Mórmons é mantido pela ABEM – Associação Brasileira de Estudos Mórmons. O conteúdo de cada artigo ou comentário é de responsabilidade do seu autor, não representando necessariamente a visão oficial da ABEM ou das diversas denominações que compõem o movimento mórmon. O Vozes Mórmons não representa nem recebe respaldo de nenhuma igreja.
ABEM
A ABEM – Associação Brasileira de Estudos Mórmons – tem como missão incentivar, promover e divulgar estudos acadêmicos e expressões artísticas sobre mormonismo no Brasil. Ela cumpre sua missão ao impulsionar os estudos mórmons, incentivando a produção de conhecimento pela qual a tradição mórmon possa ser lida, debatida, interpretada, e analisada de maneira aberta, honesta, e diversificada, além de criar um espaço para compartilhar essa produção dentro de uma comunidade de aprendizado e produção intelectual entre mórmons brasileiros e estrangeiros, bem como entre mórmons e não-mórmons, e entre a comunidade acadêmica brasileira. Para tanto, ela também organiza anualmente a Conferência Brasileira de Estudos Mórmons. A ABEM não representa nem recebe respaldo de nenhuma igreja.
O Conselho da ABEM é formado, atualmente, por quatro membros:
Antonio Trevisan Teixeira (RS) é formado em Letras pela UFRGS e trabalha com ensino e tradução. Descobriu o mormonismo em 1999, tendo servido como missionário no Japão. Seus artigos sobre tradução, história do templo, políticas raciais e a interação religião e política buscam explorar a doutrina e história mórmons de um jeito que – ele pretensiosamente imagina – você nunca viu.
Emanuel Araújo Santana (CE) é dentista formado pela UFC. Nascido na condição de membro da Igreja, teve o mormonismo como herança materna. Serviu uma missão de tempo integral no Rio Grande do Sul (2005-2007). Seus artigos, entre outras coisas, exploram a história local da Igreja, o estudo comparado das religiões e a construção das crenças, práticas e escrituras mórmons.
Kent Larsen (EUA) é editor e livreiro de livros em português para o mercado dos Estados Unidos e de livros mórmons. Mórmon de seis gerações, serviu uma missão em Portugal nos anos 80. Formado em contabilidade e em português na BYU, também possui MBA na New York University. Trabalha no mercado editorial nos Estados Unidos durante mais de 20 anos. É membro fiel da Igreja, sumo sacerdote e, em 2012-2013, professor do seminário. Em geral seus artigos tratam da cultura e vida mórmon e seu desenvolvimento através do mundo, bem como da história regional da Igreja no Brasil e em outros lugares no mundo.
Marcello Jun de Oliveira (SP) é médico formado pela UNICAMP, mas sua paixão de infância é História. Nascido e criado como Mórmon de terceira geração, serviu uma missão de curto prazo no Espírito Santo, e uma missão de longuíssimo prazo na Eslováquia e na República Tcheca. Seus artigos costumam focar em História Mórmon, História Cristã, e a intercessão entre Ciência, Religião, e Justiça Social, embora episodicamente pareça que sarcasmo e ironia sejam os focos principais.
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O Vozes Mórmons incentiva contribuições dos seus leitores. Envie seus relatos, entrevistas, textos de opinião, fotos, vídeos, etc.
Contate-nos pelo contato@vozesmormons.org ou através do formulário abaixo:
Ai migos, o que vejo aqui apenas é a união do conhecimento e boa vontade de “super doutores” com a sede de atenção. Dizem que é pra abertura do estudo e discussão sobre o mormonismo a qualquer pessoa independente da crença/religião mas postam artigos apelativos e notícias desnecessárias a qualquer pessoa, seja no grau de membro ou estudiosa da igreja. Sério, se vcs querem estudar, estudem, e se querem disseminar o conhecimento adquirido (muitas vezes visivelmente misturado com opiniões próprias) vão e compartilhem com os amiguinhos, mas é realmente desnecessário criar um site e expor essa informações de modo parcial, e onde há a possibilidade de difamação do nome da igreja e/ou enfraquecimento do testemunho por parte de pessoas que não entendem plenamente o contexto da história envolvida ou mesmo dos artigos publicados ou que estao caminhando lentamente no evangelho que vêm aqui em busca de edificação. Seria um tanto mais louvável o uso desse “intelectualismo” todo pra causas mais nobres.
Laura, obrigado pelo seu comentário. Permita-nos algumas considerações:
1) Você está nos julgando “super doutores com a sede de atenção”. Além de tentar adivinhar nossos pensamentos, você está adivinhando nossas intenções e caráteres, sem sequer nos conhecer pessoalmente. Não apenas isso é uma atitude irresponsável e infantil, viola os ensinamentos mais fundamentais do Cristianismo:
2) A atribuição sobre os artigos de “apelativos” e “desnecessários” é opinião sua, ao qual você tem o seu direito. Contudo, nós temos as nossas opiniões, e não achamos quaisquer os artigos “apelativos” ou “desnecessários”. E nós temos, tal como você, o direito às nossas opiniões pessoais.
Muitos Mórmons acreditam que “necessário” são apenas os fatos que passam uma imagem positiva da Igreja, de sua história e cultura. Alguns Mórmons, contudo, acreditam que todos os fatos são “necessários” para uma visão adulta e inteligente da cultura e da religião.
Quando você pretende nos censurar (“compartilhem com os amiguinhos” mas não “criar um site e expor essa informações”), a única coisa que faz é expor seus medos e inseguranças sobre a realidade. Embora dissonância cognitiva seja uma reação universal e natural, é o nosso dever, como humanos modernos pós-iluminismo, ser conscientes de, e buscar superar, nossos instintos básicos.
3) Não há nenhum exemplo de difamação no nosso site, de ninguém, e de nenhuma instituição.
4) Se você se preocupa com os que “não entendem plenamente o contexto da história envolvida ou mesmo dos artigos publicados”, você pode discorrer sobre esses contextos nos comentários.
Dito isso, nós acreditamos que muitos dos contextos podem ser compreendidos com a leitura cumulativa dos artigos publicados. Certamente há muita matéria a se cobrir, e por isso seguimos publicando, mas estamos sempre aceitando novos textos ou novas sugestões de assuntos não abordados.
5) Nós acreditamos que “intelectualismo” é uma causa nobre. Certamente é uma causa mais nobre do que shoppings de luxo ou legalmente perseguir minorias.
Bom, o julgamento é natural quando se le o tipo de conteúdo disposto aqui. E defina o seu conceito de “infantil”, só pq mencionei o termo “sede” junto a “atenção”? No fundo não é esse o proposito do blog? Se não quisessem atenção não criariam um site, conversariam esses assuntos entre si mesmos, faria mais sentido. E embora eu goste bastante de buscar por conhecimento inclusive religioso, ainda não gosto de fugir do meu proposito essencial que que é ser suficiente lapidada para ter direito a vida eterna, portanto tento alinhar os conhecimentos adquiridos com o evangelho de Jesus Cristo e não focando na historia mundana, focando os erros e falhas do evangelho atual, por isso classifiquei seu conteúdo como desnecessário. E quando mencionei difamação me referi aos que lêem e não compreendem ou interpretam errado a mensagem transmitida aqui. E quanto a perseguição a minorias, recomendo um artigo da Forbes falando sobre a liberdade de expressão relacionada aos mórmons, no qual eu, que repudio qualquer tipo de perseguição as minorias, concordo pois não vejo quaisquer declarações ou discursos de ódio por parte de nossos líderes ou materiais.
Obrigado, Laura, pela resposta. Eis algumas considerações:
1) “Bom, o julgamento é natural quando se le o tipo de conteúdo disposto aqui.”
Não. O julgamento que você fez só é natural quando visto por um prisma infantilizado: Se não é do jeito que eu gosto, é feio e horroroso. Se não fala bem de quem é gosto, é feio e invejoso.
Um julgamento adulto seria levar em consideração a proposta que nós anunciamos e considerar os textos em justaposição com, e contraposição com, tal proposta.
Ademais, o “julgamento” é exatamente a antítese dos ensinamentos de Jesus.
2) “E defina o seu conceito de “infantil”, só pq mencionei o termo “sede” junto a “atenção”?”
Ver acima. Se não é do jeito que eu gosto, é feio e horroroso. Se não fala bem de quem é gosto, é feio e invejoso.
3) “No fundo não é esse o proposito do blog? Se não quisessem atenção não criariam um site, conversariam esses assuntos entre si mesmos, faria mais sentido.”
Nós estamos conversando esses assuntos entre nós mesmos. Convidamos outras pessoas com os mesmos interesses intelectuais a conversar esses assuntos conosco. Convidamos outras pessoas com os mesmos interesses intelectuais a escrever artigos para o site.
Como você acha que nós nos encontramos? O site serve, também, de ponto de encontro. Outras pessoas, com os mesmos interesses, e com opiniões diferentes e até divergentes, lêem os artigos, comentam, escrevem artigos elas mesmo, e recebem comentários, e assim por diante.
Se você tivesse lido o site, ao invés de querer julgá-lo, saberia disso.
Quando você posta um monte de fotos suas no Facebook, você só quer chamar atenção? Está buscando elogios a sua beleza? Ou está compartilhando algo que lhe é importante com as pessoas que lhe são importante? Deixa suas fotos em público para despertar voyerismo e angariar fãs? Ou será que nada mais quer se deixar disponível para amigos e conhecidos da vida real poderem lhe encontrar e interagir com você na sua vida digital, ou mesmo fazer novos amigos?
4) “E embora eu goste bastante de buscar por conhecimento inclusive religioso, ainda não gosto de fugir do meu proposito essencial”
Isso é prerrogativa sua. É o que você acha importante para a sua vida. Você quer a pretensão de forçar as suas opiniões nos outros? Você quer impor sobre os outros que o que você acha importante para sua vida seja o importante para a vida dos outros?
5) “por isso classifiquei seu conteúdo como desnecessário.”
Você pode achar isso, certamente. Você está equivocada, porque ignorância do que você chama de “história mundana” quase sempre implica em manipulações institucionais, erros éticos, e preconceitos. Não obstante, não nos cabe a nós forçá-la a compreender isso, da mesma maneira que não lhe cabe a você forçar a crer que nosso “conteúdo” seja “desnecessário”.
6) “E quando mencionei difamação me referi aos que lêem e não compreendem ou interpretam errado a mensagem transmitida aqui.”
Se você encontrar um exemplo de difamação sendo publicada nos comentários aqui, você pode corrigi-los com seus comentários. Ou, se preferir, você pode nos enviar nota e nós o corregiremos com prazer.
7) “E quanto a perseguição a minorias, recomendo um artigo da Forbes falando sobre a liberdade de expressão relacionada aos mórmons, no qual eu, que repudio qualquer tipo de perseguição as minorias, concordo pois não vejo quaisquer declarações ou discursos de ódio por parte de nossos líderes ou materiais.”
Por favor, nos passe o link desse artigo. Gostaríamos de lê-lo, sem dúvidas.
Contudo, você está redondamente equivocada. Veja alguns exemplos mais recentes aqui, aqui, aqui, e aqui. Por isso nosso “conteúdo” é necessário, para corrigir a falta de conhecimento ou percepção de muitos Mórmons em assuntos tão importantes e relevantes como a perseguição institucional, ou mesmo simples preconceito, de minorias.