Ter interesse e/ou o hábito de assistir pornografia, por si só, não significa vício. Esse interesse e esse hábito são perfeitamente naturais e saudáveis, especialmente em adolescentes.
O problema do vício ocorre quando o indivíduo abandona outros interesses pessoais, familiares, ou profissionais por causa de uma atividade específica. Nesse caso, o “vício em pornografia” apenas existiria quando a pessoa prefere ficar assistindo pornografia ao invés de estudar, ou de sair com os amigos, ou de ir ao cinema ou teatro, ou passar tempo com a família, ou trabalhar, etc.
Quando outras áreas da vida sofrem por causa dessa atividade, o vício se tornou um problema.
Agora, se a pessoa consegue manter uma vida saudável e equilibrada (por exemplo, vai bem na escola, sai com os amigos, passa tempo com a família, etc.), não existe problema de vício.
Quando existe vício, seja ele de qualquer tipo, as melhores formas de tratamento existentes são com profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Atualmente, a melhor modalidade de tratamento é uma combinação de psiquiatras prescrevendo medicações neuro-moduladoras e psicólogos conduzindo terapia cognitiva comportamental.
Mas, lembre-se, que é importante não deixar que outras pessoas, como líderes da Igreja, imponham sobre você um diagnóstico inexistente. É comum líderes rotularem jovens como “viciados” apenas por mostrarem interesse natural na sua sexualidade. Pondere bem se você consegue manter uma vida equilibrada com outros interesses (tipo escola, cinema, amigos, esportes, games, etc.) além do seu interesse em pornografia, e se você consegue tratar as suas amigas ou paqueras ou namoradas com respeito e dignidade. Se você consegue responder “sim” para si mesmo, talvez “vício” não seja o “diagnóstico” correto.
Eu não aguento mas queria vence esse vício em pornografia. Por favor mim ajudem sou membro da igreja
Caro Jovem SUD,
Ter interesse e/ou o hábito de assistir pornografia, por si só, não significa vício. Esse interesse e esse hábito são perfeitamente naturais e saudáveis, especialmente em adolescentes.
O problema do vício ocorre quando o indivíduo abandona outros interesses pessoais, familiares, ou profissionais por causa de uma atividade específica. Nesse caso, o “vício em pornografia” apenas existiria quando a pessoa prefere ficar assistindo pornografia ao invés de estudar, ou de sair com os amigos, ou de ir ao cinema ou teatro, ou passar tempo com a família, ou trabalhar, etc.
Quando outras áreas da vida sofrem por causa dessa atividade, o vício se tornou um problema.
Agora, se a pessoa consegue manter uma vida saudável e equilibrada (por exemplo, vai bem na escola, sai com os amigos, passa tempo com a família, etc.), não existe problema de vício.
Quando existe vício, seja ele de qualquer tipo, as melhores formas de tratamento existentes são com profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Atualmente, a melhor modalidade de tratamento é uma combinação de psiquiatras prescrevendo medicações neuro-moduladoras e psicólogos conduzindo terapia cognitiva comportamental.
Mas, lembre-se, que é importante não deixar que outras pessoas, como líderes da Igreja, imponham sobre você um diagnóstico inexistente. É comum líderes rotularem jovens como “viciados” apenas por mostrarem interesse natural na sua sexualidade. Pondere bem se você consegue manter uma vida equilibrada com outros interesses (tipo escola, cinema, amigos, esportes, games, etc.) além do seu interesse em pornografia, e se você consegue tratar as suas amigas ou paqueras ou namoradas com respeito e dignidade. Se você consegue responder “sim” para si mesmo, talvez “vício” não seja o “diagnóstico” correto.