Simplesmente Poliana – uma história de fé, amor e esperança

polianaReflexões de um pai mórmon sobre a vida e a morte de sua filha
Muitos são os sentimentos de quem perde um ente querido. Alguns sentem remorso por não terem feito o que estava ao seu alcance. No meu caso, o maior desafio é saber que teremos que esperar mais do que gostaríamos para revê-la novamente. Se por um lado o sentimento de perda nos faz sentir vontade de trocar absolutamente TUDO pela vida de quem tanto amamos, por outro a esperança bem fundamentada e o apoio dos amigos nos dão força para atravessar nosso deserto pessoal.
Olá, amigos. Há algum tempo, vi uma publicação aqui no site dizendo que o Vozes Mórmons gostaria de contar com mais vozes, de diferentes pontos de vista,  incentivando pessoas de todos os lugares a publicarem suas reflexões sobre temas ligados ao mormonismo. Simplesmente Poliana – uma história de fé, amor e esperança é um livro escrito por um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, sobre suas experiências e de sua família, por ocasião da morte de sua filha, então com nove anos de idade. Continuar lendo →

Eu sou um pouco do meu avô

me vejo no espelho
e imagino que pareço meu avô
no fundo queria ter um nariz mais parecido com o dele
e aquele azul raro do olho

minha desorganização de remédios
e livros e lâminas de barbear
me fazem parecer mais
Pedro Continuar lendo →

O Livro Tibetano dos Mortos e o Livro de Mórmon

Que paralelo poderia ser traçado entre O Livro de Mórmon e o Livro Tibetano dos Mortos? Pelo nosso bom senso, nenhum, certo? Mas não é isso o que diz Donald S. Lopez Jr., um especialista em budismo e estudos tibetanos da Universidade de Michigan. Continuar lendo →

Steve Jobs e Alma 34

Não acredito que Steve Jobs tenha sido uma grande pensador que deixou à humanidade algo inovador em termos de ideias. Seu legado é muito mais em termos da beleza e recursos que produziu em seus produtos. Injusto seria buscar nele uma fonte de sabedoria. No entanto, ao rever o seu famoso discurso aos formandos da Universidade de Stanford em 2005, fiquei pensando que a maneira como ele tratou da morte me remete ao discurso de Amuleque no Livro de Mórmon.

Continuar lendo →

Não somos todos mendigos? (E se você se chamasse Amy Winehouse?)

Amy Winehouse aos oito anos

A cantora britânica Amy Winehouse acaba de falecer e não são poucos os comentários que vemos e ouvimos sobre como ela “cavou a própria sepultura”. Com certeza, é necessário num momento como este relembrar os danos que o alcoolismo e o vício em drogas causam ao indivíduo e a todos à sua volta. Um problema surge, no entanto, quando nos falta aquele entendimento que só a compaixão pode nos dar e esquecemos que o álcool e as drogas geralmente não são o início em si da autodestruição, mas o meio.

Em seu belo artigo Compaixão para os que não merecem, Kent Larsen escreveu sobre o perigo espiritual a que nos sujeitamos a ter uma compaixão seletiva: Continuar lendo →