24 comentários sobre “Enquete: ordenação de mulheres

  1. Mesmo que neste pesquisa o sim vencesse não mudaria em nada na igreja pois este não é o padrão deixado pelo Salvador para sua igreja pois se fosse assim ele teria ordenado mulheres quando organizou a igreja pela primeira vez na Terra.

      • assim Larissa você está querendo dizer que Deus é um ser mutável acontece que o Senhor falou que ele manda e ele revoga que é o caso que se aplica a poligamia e a ordenação de negro pense melhor.

      • E quando ele manda e rovoga é diferente de mudar pois mudar significa fazer algo diferente do que é feito e revogar é somente deixar de fazer algo que vem sendo feito.

      • Então Cristo era mutável, e não recebia revelações,de acordo com sua opinião,pois do contrário,porque os apóstolos antigos não praticaram poligamia sendo que:
        Abraão,Isaque,Jacó,Moisés,Davi,Salomão praticavam poligamia.
        E na sua opinião Cristo era racista e mentiroso por falar que e o evangelho era apenas para os judeus,mas depois liberou para os gentios?
        na minha opinião,não ele não era racista e sim a igreja se tanto antiga quanto atual muda comforme as necessidades temos provas da bíblia e do livro de mórmon,de que ela muda conforme o tempo,mas como ela muda se Deus não muda?simples Deus já decidiu tudo que irá ocorrer e conforme o tempo chega ele vai apresentar a lei dele.
        e sim essa enquete não vai mudar nada

  2. Sabe-se que a mulher é, e sempre foi alvo de discriminação desde os tempos remotos. Mas os tempos mudaram, e a história também. Hoje, em pleno século XXI, a mulher tem uma nova história, por ter conquistado o seu espaço na sociedade. Percebe-se também, que na atual circunstância, a maioria das mulheres estuda e trabalha mais . Além de ser mãe, esposa, dona de casa, a mulher já está inserida nas fileiras militares, pilota avião de grande porte, e é até Presidente da República. Por isso, a minha opinião é a de que a MULHER PODE E DEVE SIM, receber o Ofício da Ordenação.
    Um grande abraço,
    Araújo

  3. Não entendo por que tanto insistir neste assunto,a Igreja não vai conferir o sacerdócio as mulheres isto é fato. Os que assim o desejarem estão na igreja errada, será possível que as mulheres que se sentem no direito de portar o Sacerdócio ainda não entenderam.Entendo que elas podem tudo tudo até mesmo ser presidente da Republica e acho isso louvável, mas infelizmente portar o Sacerdócio NÃO.
    Sabem de uma coisa: Os homens e mulheres que assim o desejam, que se unam, criem um estatuto, elejam um (a) presidente(a),encontrem seus seguidores, criem sua própria igreja, vivam de acordo com sua vontade e sejam felizes. Nós o Mórmons seguidores da igreja, seguiremos a doutrina na qual as mulheres não portam o Sacerdócio.Simples assim.

  4. Parece que os que apoiam tal attitude, demonstram nao conhecer a doutrina do sacerdocio. Elder Utchdorf jå falou sobre isso.
    Nem mesmo quando mulheres foram profetizas, nao portavam o sacerdocio.
    Concordo com o Nilton, estao na igreja errada se permanecem alimentando este pensamento.

  5. Vou dizer uma coisa para vocês eu vejo sempre as publicações deste site e vejo muita gente se desgastando discussões .Eu acredito que como cada um é livre quem não está satisfeito na igreja não é obrigado a ficar nem acreditar fica quem quer acredita no que quiser no final de tudo toda verdade será conhecida

  6. A doutrina da igreja de Jesus Cristo sempre foi e sempre será a mesma, vivemos em um mundo de grandes mudanças, o Pai Celestial sabe de todas as coisas, se ele achar necessário a mulher receber o sacerdócio, ele vai fazer, o nosso profeta vivo está aí pra isso, pra transmitir a vontade do Senhor e não a nossa, VINDO do SENHOR só temos que obedecer. 🙂

  7. Estas polêmicas acontecem porque não há esclarecimentos por parte da Igreja sobre assuntos que não deveriam deixar dúvidas. Existem vários pensamentos e suposições de como acontece a revelação para o Profeta e como ocorrem mudanças na Igreja. Cito duas que conheço:

    1) O Senhor Jesus Cristo aparece pessoalmente ao Profeta e aos Apóstolos e revela a sua vontade, mantendo a Igreja protegida de doutrinas falsas e sendo uma fonte inquestionável de conhecimento impoluto e divino. Alguns creem que essas visitas ocorram com frequência.

    2) A Primeira Presidência e os Doze se reúnem semanalmente e debatem de forma acalorada, inclusive fazendo votações sobre temas polêmicos. Dizem nessa corrente que enquanto eles não chegarem a um consenso unânime, não ocorrem mudanças oficiais. Na minha opinião, essa forma de pensar destrói a ideia número 1 fazendo com que as subjetividades dos apóstolos seja levada em consideração na hora de definir os dogmas da Igreja. Claro que muitos defendem que o Espírito Santo os toca e eles chegam a um consenso mais facilmente. Mas isso são variações destas formas de pensar, o que não é o meu foco aqui.

    O que eu quero dizer é que se, de fato, há uma comunicação direta e pessoal com Cristo, por que não simplesmente dizer “O Senhor nos disse que não é para dar o Sacerdócio para as mulheres”. Pronto. Estaria resolvido o problema. Quem não concordasse, repensaria, faria suas orações, tentaria pedir uma confirmação pelo Espírito Santo. E quem não acreditasse simplesmente sairia da Igreja. O Profeta poderia fazer essa declaração numa conferência mesmo, afinal, qual seria o receio de transmitir a vontade de Deus, mesmo que seja impopular?

    Ainda pensando dentro da doutrina da Igreja, o Espírito Santo deveria tocar os membros e eles deveriam ter absoluta certeza de que as palavras do Profeta são de fato a vontade do Senhor. Então, onde está acontecendo o problema? Por que o Espírito Santo não toca mais essas pessoas para que elas acreditem que é a vontade do Senhor de que as mulheres não recebam o Sacerdócio? Por que elas sentem o Espírito confirmando ensinamentos sobre amor, família, perdão, expiação de Cristo, Plano de Salvação, mas agora não sentem nada a respeito do Sacerdócio exclusivo para homens? Aliás, alguém aqui pode dizer que já orou ao Senhor para ter um testemunho de que as mulheres não devem receber o Sacerdócio? Só por curiosidade…

    Agora pensando pelo lado de fora do mormonismo. Se a Igreja admitisse abertamente que as mudanças oficiais ocorrem através do debate de 15 pessoas e não de revelação direta e pessoal de Cristo, isso geraria um desconforto muito grande entre os membros mais ortodoxos que não aceitam a possibilidade de influência humana no composto sagrado e divino da religião. Seríamos obrigados a aceitar que estamos sujeitos à subjetividade dos apóstolos e de um conhecimento limitado. Afinal, eles ainda são pessoas normais e falíveis como qualquer outra.

    Sem falar que muitos membros começariam um ativismo para que a Igreja se tornasse mais “justa”, como é o caso da Kate Kelly. Outros envidariam esforços para que a Igreja fosse, ao menos, mais tolerante com homossexuais. E acho que a Primeira Presidência e os Doze não gostariam de passar por esse tipo de pressão interna.

    De qualquer forma, é claro que a Primeira Presidência e os Doze estão passando por um dilema. Se ela manter o seu discurso centenário de revelação, correm o risco de se enredar futuramente e ter que fazer mais “declarações oficiais”, também correm o risco de perder muitos membros que podem parar de acreditar na revelação direta e pessoal vinda do Salvador. Por outro lado, se admitirem que eles tomam decisão por si mesmos, sem interferência divina, será um baque para os membros mais antigos e ortodoxos que sempre tiveram a segurança de que o Profeta apenas transmite a palavra de Deus.

    • Perfeitas observações, Jeferson.

      Essa coisa de ‘medo’ de serem honestos e taxativos (e não só na Igreja, mas na política em geral) cansa. Em especial aqueles mais esclarecidos que ficam cada vez mais inseguros pela falta de um norte claro e sincero, diante de seus próprios desafios existenciais pessoais.

      Não queremos saber da posição dos ‘subalternos’, queremos a do Presidente. Se notarem, seus discursos não tratam nem perto desse tipo de coisa nos últimos tempos.

      Observação: Mas a julgar pelas posições dos que não estudam sua própria Igreja, acham bonito certas discrepâncias e incongruências, EU ATÉ ENTENDO que uma posição mais formal e clara sobre estes e outros tantos assuntos que ‘nos cutucam’ causaria mais prejuízos à organização (maioria) do que os problemas atuais de grupos de membros (minorias) seriam ‘beneficiados’.
      Pois a julgar pelos comentários já lidos, melhor que continue assim mesmo, pois os sentimentos são tão raivosos e de teor idólatra que é provável que qualquer posição contrária a defendida pela Igreja hoje poderia criar uma cisma de proporções significativas.

      #SóAcho

      • Gerson Sena,

        Tenho de concordar com você. De fato, não parece sensato que a Igreja decepcione a maioria em prol de uma minoria. Mas suponho que independente da medida que a Igreja decidir adotar, as consequências virão. Digamos, hipoteticamente, que a Igreja em um dia futuro resolva ordenar as mulheres, as pessoas vão se lembrar deste fatídico episódio da irmã Kate e vão começar a surgir dúvidas cada vez mais densas na mente de alguns por causa disso. Lembremos que a internet será uma fonte de memória de muito mais fácil acesso do que qualquer outro tipo de documento.

        Não achei errado excomungarem a Kate Kelly, mas achei que as circunstâncias em que isso aconteceu não foram bem pensadas (ela morava em outra cidade, não foi dada ampla defesa, etc). Isso vai depor contra a Igreja no futuro.

        Outro aspecto que é importante comentar é sobre as mudanças no discurso. Hoje os profetas dizem algumas coisas, e aí depois de umas décadas precisam ficar negando que disseram tais coisas ou que aquilo tem valor doutrinário. Vide o que aconteceu com Bruce R. McConkie. Ele ensinava doutrinas que hoje a Igreja precisa negar porque são impopulares e não condizem com o pensamento do mundo contemporâneo. Talvez seja por isso que eles não fazem discursos mais claros e objetivos na Conferência Geral.

    • Jeferson, muito bons os seus comentários. Fazendo uma nota, quando você disse “O que eu quero dizer é que se, de fato, há uma comunicação direta e pessoal com Cristo, por que não simplesmente dizer ‘O Senhor nos disse que não é para dar o Sacerdócio para as mulheres'”. Isto posto, em 26 de fevereiro de 1980 o Presidente Ezra Taft Benson proferiu um discurso na Universidade Brigham Young intitulado: “Quatorze Princípios Fundamentais para Seguir o Profeta” [1] que foi posteriormente publicado na revista oficial da Igreja “Liahona” em junho de 1981, onde neste discurso, mais precisamente no sexto principio, o Presidente Benson disse:

      “Sexto: O profeta não precisa dizer: “Assim diz o Senhor” para nos dar uma escritura.

      Às vezes, há aqueles que discutem sobre as palavras. Eles podem dizer que o profeta nos deu conselhos, mas que não são obrigados a segui-lo, a menos que ele diga que é um mandamento. Mas o Senhor diz do Profeta, “Tu deverás dar ouvidos a todas as palavras e mandamentos que ele vos transmitirá.” (D&C 21:4).

      E por falar em tomar o conselho do profeta, em D&C: 108:1 , o Senhor diz:

      ‘Em verdade assim te diz o Senhor, meu servo Lyman: Perdoados são teus pecados, porque obedeceste a minha voz e vieste aqui esta manhã para receber conselhos daquele que designei.’

      Brigham Young disse, ‘nunca preguei um sermão e mandei-o aos filhos dos homens, que eles não possam chamar de Escritura.'” (Journal of Discourses 13:95.)

      Creio que essa forma de pensar a revelação por parte do Presidente Benson, da forma como foi citada acima, é compactuada pela Primeira Presidência atualmente, ou seja, perde-se a citação direta da fonte, mas deixa entender que aquele que fala, anuncia a vontade daquele que revela.

      [1] Quatorze Princípios Fundamentais para Seguir o Profeta. Disponível aqui.

      • O grande problema, Josimar, é que a Igreja tem admitido alguns equívocos ocorridos por parte do Profetas e os Doze. Eles estão admitindo que há uma mistura entre opiniões pessoais e inspiração. Inclusive admitem influências culturais da época em que vivem.

        Por isso acredito que a Igreja precisa deixar claro o que é que vem do Senhor e o que vem do Profeta. Do contrário, o Presidente da Igreja torna-se um “deus falível”, ou seja, as pessoas pensam que o que está sendo dito é a palavra de Deus, mas depois pode-se comprovar que era apenas a opinião do Profeta que estava equivocada.

      • Jeferson, eu também concordo com você. Por outro lado, dificilmente a Igreja tomará um posicionamento diferente do que vem praticando. A figura do profeta representa para a Igreja uma forma eficaz de manter a unidade da fé. Tirar-lhe a inspiração significaria abrir muitas margens para a interpretação do caráter de seus ensinamentos, o que poderia gerar muitos questionamentos e posteriormente dúvidas.

        É comum ouvir comentários sobre o que é considerado conselho ou mandamento. No princípio a palavra de sabedoria era tida como um conselho, mais tarde, em 1851 foi apresentada à Igreja como mandamento, mas somente em 1908 sob a gestão do Presidente Joseph F. Smith é que a Palavra de Sabedoria ganhou peso e por volta de 1919 é que ela passou a ser requisito para se poder entrar no templo. Em meio a isso, podemos citar a escritura que diz: “Portanto vós, ou seja, a igreja, dareis ouvidos a todas as palavras e mandamentos que ele vos transmitir à medida que ele os receber, andando em toda santidade diante de mim. (D&C: 21:4). Em outras palavras, essa escritura, por exemplo, limita em muito a possibilidade de selecionarmos aquilo que deve ou não ser obedecido quando um profeta fala, seja sua palavras conselhos ou mondamentos. Pois como a escritura acima disse: “dareis ouvidos a todas as palavras e mandamentos que ele vos transmitir”, ou seja, “dareis ouvidos a todas as palavras” também pode significar aquilo que vem do profeta.

        Assim como você eu concordo que deveria haver maior esclarecimento sobre a natureza daquilo que nos é ensinado. No entanto, um dos grandes privilégios daqueles que são membros “comuns” da Igreja é exatamente poder conjecturar sobre determinado assunto sem que para isso receba o título de escritura. Não creio que essa liberdade seja compartilhada tão amplamente entre as Autoridades Gerais atualmente.

  8. O que poucos percebem é que a “revelação” cessou com Joseph Smith. Depois dele só ocorreram “declarações oficiais”.

    • Estava comentando com um amigo meu esses dias que Joseph Smith registrou as vezes em que ele teria visto Jesus Cristo pessoalmente. Essas aparições estão todas disponíveis em Doutrina & Convênios. No entanto, seus sucessores de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não registram tais aparições, isso se de fato acontecem.

      Deixo claro que considero a revelação algo diferente de ver o Senhor. Quando fui missionário, ensinava às pessoas que o Profeta era capaz de ver e conversar pessoalmente com Jesus Cristo. Hoje eu tenho minhas dúvidas. Mas se eles recebem revelação da mesma forma que uma pessoa comum recebe um testemunho sobre o Livro de Mórmon, aí já outro assunto.

      • Em 13 de abril de 1997, o jornal San Francisco Chronicle publicou um entrevista [1] feita com o Presidente Gordon B. Hinckley realizada pelo jornalista Don Lattin. Durante essa entrevista Lattin perguntou ao Presidente Hinckley como que se compreende atualmente o processo de recebimento de revelação. Vejamos:

        Lattin: E essa crença na revelação contemporânea e profecia? Como o profeta, diga-nos como isso funciona. Como você recebe revelação divina? Qual é a sensação?

        Hinckley: Deixe-me dizer em primeiro lugar que temos um grande corpo de revelação, a grande maioria das quais vieram do profeta Joseph Smith. Nós não precisamos de muita revelação. Precisamos prestar mais atenção às revelações que já recebemos.

        Agora, se surgir um problema que não tenhamos uma resposta, oramos sobre isso, podemos jejuar sobre isso, e ela vem. Tranquilamente. Normalmente, não há voz de qualquer tipo, mas apenas uma percepção na mente. Eu comparo a experiência de Elias. Quando ele procurou o Senhor, houve um grande vento, e o Senhor não estava no vento. E houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. E um fogo, mas o Senhor não estava no fogo. Mas em uma mansa e delicada voz. Agora esta é a forma como isto funciona.

        [1] Disponível aqui.

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