Cientistas Descobrem Sinais da Pré-Existência?

O Apóstolo Neal Maxwell explicou como a doutrina da pré-existência explica a sensação comum de déjà vu.

Déjà Vu, expressão francesa que significa “eu já vi”, é um fenômeno neurológico que leva o indivíduo a experimentar a sensação, às vezes forte, de já haver vivenciado no passado um evento ou experiência sendo vivenciada naquele exato momento do presente.

Para o Apóstolo Maxwell, déjà vu é um reflexo de nossa pré-existência, uma olhadela curta e rápida através do véu do esquecimento: Continuar lendo

Neal Maxwell: Déjà Vu e Pré-Existência

O Apóstolo Neal Maxwell, em discurso durante a Conferência Geral semi-anual de 1985, explicou como a doutrina da pré-existência explica a sensação comum de déjà vu.

Déjà Vu, expressão francesa que significa “eu já vi”, é um fenômeno neurológico que leva o indivíduo a experimentar a sensação, às vezes forte, de já haver vivenciado no passado um evento ou experiência sendo vivenciada naquele exato momento do presente.

Para o Apóstolo Maxwell, déjà vu é um reflexo de nossa pré-existência, uma olhadela curta e rápida através do véu do esquecimento: Continuar lendo

Arcanjos

William_W._PhelpsAprenderemos aos poucos que estávamos com Deus em outro mundo, antes da fundação do mundo, e tínhamos nosso arbítrio; que viemos ao mundo e temos nosso arbítrio, para que nos preparemos para um reino de glória; tornemo-nos arcanjos, mesmo filhos de Deus, onde o homem não é sem a mulher nem a mulher sem o homem, no Senhor. Uma consumação de glória e felicidade e perfeição para ser tão desejada que eu não perderia por dez mundos.

– William W. Phelps. Messenger and advocate 1:30, 09

O Conselho de Deuses e o Conselho dos 50

William Clayton (1814-1879), secretário do Conselho dos 50

William Clayton (1814-1879), secretário do Conselho dos 50

William Clayton foi secretário do Conselho dos 50 e suas anotações pessoais constituem uma das importantes fontes sobre aquela organização. Durante nosso primeiro Podcast Mórmon, que tratou do Conselho dos 50, percebi a dificuldade de explicar – e mesmo de entender – a relação intrínseca que mórmons no séc. XIX viam entre a sua religião e outros aspectos da vida humana como economia e política.

A anotação feita por William Clayton em seu diário¹ é valiosa por mostrar a sua percepção do Conselho dos 50 como uma entidade que representava o núcleo de um futuro governo teodemocrático, mas era à semelhança de um governo divino anterior à formação da Terra. Em 10 de março de 1845, enquanto revisava as atas do Conselho, Clayton anotou em seu diário:

Enquanto escrevendo e copiando os registros do Reino, estava escrevendo estas palavras dadas pelo Élder H. C. Kimball no conselho no dia 04, “se um homem pisar fora dos seus limites, ele perderá seu reino como foi com Lúcifer e será dado a outros mais dignos”. Essa ideia me veio à mente. É doutrina ensinada por esta igreja que nós estávamos no Grande Conselho entre os Deuses quando a organização deste mundo foi contemplada e que as leis de governo foram todas feitas e sancionadas pelos presentes e todas as ordenanças e cerimônias decretadas. Agora não é o caso que o Conselho do Reino de Deus agora organizado sobre esta terra está fazendo leis e sancionando princípios que em parte governarão os santos após a ressurreição, e depois da morte não serão essas leis dadas a conhecer por mensageiros e agentes como o evangelho nos foi dado a conhecer[?]. E não há uma similaridade entre esse grande conselho e o conselho estabelecido antes da organização deste mundo[?].

 

1. An intimate chronicle: the journals of William Clayton. George D. Smith (ed.) Signature. Salt Lake, 1995.

Origem e destino da mulher

A posição da mulher na doutrina mórmon ganhou uma reflexão especial pela pena de John Taylor. Morando em Nova York para editar o jornal The Mormon, na década de 1850, John Taylor conheceu a jovem e bela Margaret Young (sem  parentesco com Brigham), então com vinte anos. Transformando em artigo do seu jornal parte do que havia escrito em cartas de amor a Margaret, Taylor publicou, em 1857, Origem e destino da mulher, traduzido abaixo. Em setembro de 1856, Margaret havia se tornado esposa plural de John Taylor, com quem ainda teria nove filhos. Continuar lendo