Profetas Mórmons: Pauline Hancock

Profetas vivos são a parte mais idiossincrática da história, da teologia e da tradição mórmons. Tanto que o primeiro hinário mórmon, de 1835, continha uma estrófe celebrando a natureza ímpar desse quesito fundamental:

“Uma igreja sem um Profeta,
Não é a igreja para mim,
Ela não tem um cabeça para liderá-la,
Não pertenceria a uma assim.”

O conceito de profetas vivos permanece firme e forte, com mórmons cantando hoje “Graças damos, ó Deus, por um profeta; Que nos guia no tempo atual”. A celebração, e reverência, de profetas passados é quase tão forte quanto o culto aos profetas vivos atuais, inspirando publicações de biografias autorizadas e livros didáticos para mantê-los vivos na memória coletiva.

profetisa mórmon

Hulda, de Elspeth Young.

Não obstante, seja por divergência de tradições, seja por falta de interesse ideológico ou eclesiástico, ou por apatia literária ou historiográfica, muitos profetas da história e tradição mórmons são ignorados ou esquecidos. Esta série de artigos servirá para explorar as biografias e os legados desses líderes mórmons com sucintas introduções a seus chamados proféticos.

O artigo de hoje discutirá Pauline Hancock.

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Edward Tullidge: o Pai e a Mãe São Um Deus

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O Amor de Uma Mãe, pintura de Lynde Mott, detalhe (Exponent II)

O trecho a seguir é do livro Women of Mormondom, publicado em 1877.

*

A mulher é a herdeira dos Deuses. Ela é co-herdeira com seu irmão mais velho – Jesus, o Cristo; mas ela herda de seu Deus-Pai e sua Deusa-Mãe. Jesus é o “amado” desse Pai e Mãe – seu Filho tão provado, escolhido para operar a salvação e exaltação de toda a família humana. Continuar lendo