Joseph Smith: Ordenanças do Templo Não Devem Ser Alteradas

O Profeta Joseph Smith explicou como as ordenanças do templo que ele havia instituído em 1842 não deveriam ser alteradas jamais, em discurso proferido no dia  11 de junho de 1843.

A reunião dominical, onde Smith alertou sobre a natureza eterna das ordenanças do templo, foi realizada em um palanque improvisado justamente ao lado do Templo de Nauvoo ainda em construção. Smith explicou que o maior propósito dos Santos dos Últimos Dias é construir um templo onde poderiam receber as ordenanças que Deus teria estabelecido antes da criação da Terra e que Smith teria recebido, e passado adiante, inalterado. Mórmons estariam sendo coligados em Nauvoo, afirmava-lhes Smith, justamente para receberem essas cerimônias do templo.

Desde esse pronunciamento claro de Smith em 1843, até a semana passada em 2019, a liderança d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias instituiu dezenas de mudanças, oras superficiais, oras profundas, em todos os aspectos das ordenanças que Smith havia declarado como inalteráveis. Mudaram o modelo das roupas íntimas, que Smith afirmara ser baseado nos modelos que Deus entregara a Adão e Eva, diversas vezes. Mudaram os juramentos sagrados, mais recentemente na semana passada. Mudaram os sinais sagrados do Sacerdócio, assim como o nome de um deles. Eliminaram um sinal sagrado e eterno que Smith afirmara ser necessário para entrar na presença de Deus no Reino Celestial. E assim por diante.

O que teria dito Smith dessas mudanças?

Eis, portanto, o ponto central do discurso do Profeta Joseph Smith sobre as ordenanças do templo (ênfases nossas), em junho de 1843:

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Mudanças no Papel das Mulheres Mórmons Discutidas

Artigo originalmente publicado aqui, e reproduzido com permissão da Religion Dispatches. Assine ao seu boletim de notícias gratuito, ou siga o RD no Facebook ou no Twitter para atualizações diárias.

Mudanças no papel das mulheres mórmons não podem ser discutidas – mas vamos discuti-las mesmo assim.

É uma covardia moral, e gaslighting [violência emocional por meio de manipulação psicológica, vulgo “omipulação”], e ainda outra traição negar a raiva e a dor das mulheres, dizer-lhes que não têm o direito de pedir à igreja que seja menos misógina porque a igreja não pode ser misógina – apenas para fazer algumas das mudanças que as mulheres têm pedido enquanto negam explicitamente que as mulheres já tiveram algum tipo de queixa legítima.

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