A excomunhão foi necessária

Há indivíduos que não apenas cedem ao mal, mas o cultuam. E com seu discurso e ações, utilizando seu status como membros da Igreja, atraem seguidores. Eles usam seus seguidores para obter poder e serem mais convincentes. Para esses, quando se negam a ouvir as orientações dos líderes da Igreja que lhes pregam o arrependimento, só a excomunhão possa talvez ajudar. Uma medida extrema, mas necessária.

Se não for de ajuda para esses apóstatas, a excomunhão será pelo menos uma forma de resguardar o nome da Igreja e proteger seus membros fiéis, avisando a todos que tais indivíduos não devem ser seguidos ou escutados.

Nada mais correto do que excomungar essas pessoas.

Para entender do que estou falando, clique aqui.

 

10 comentários sobre “A excomunhão foi necessária

  1. Sinto uma ponta de ironia (necessária e bem vinda, diga-se de passagem), do que pra que realmente serviria uma excomunhão.

    Eu ando sem muito tempo, pra variar, mas ando bem curioso pra saber como a ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana) consegue lidar com as diferentes linhas de pensamento e até ritos de adoração internamente. Fiquei curioso nos últimos tempos, mas sempre notei que existem alguns grupos bem diferenciados de católicos e parece que nenhum deles se diz não católico ou foi ‘desligado’ do corpo maior da Igreja. Com esse novo Papa, então… muita coisa interessante está acontecendo.

    Essa ideia toda me surgiu após ver que entre os SUDs não há sequer espaço para pessoas diferentes (ou você se veste, perfuma, fala e pensa igual ou não é aceito, ao menos ‘socialmente falando’ e sem generalizar, claro). Ao meu ver o erro é no modo como estamos sendo criados.

    Temos muito que progredir como pessoas que se dizem autorizadas exclusivamente por Deus. Não sei se algum dia isso irá ocorrer.

    • Gerson Sena, você tem razão. Tenho observado o atual Papa, observo que além do proselitismo natural e comum, tem surpreendido. Apenas para citar um exemplo, declarou santo um de seus padres recentemente, José de Anchieta, (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/04/fundador-de-sao-paulo-padre-anchieta-e-declarado-santo.html). Sem aprofundar controvérsias, reconheço que ao desconsiderar os famigerados dois milagres e sim outros aspectos, ainda que discutíveis, é um avanço. Por outro lado, apesar de o presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ter feito inclusive, em data recente, uma visita ao Papa no Vaticano. A igreja SUD demonstra com suas últimas ações autoritárias e intransigentes, não ter absorvido nenhuma influência positiva, em alguns aspectos, do encontro entre esses dois líderes religiosos. O atual Papa, após uma grave crise em sua igreja (que com certeza não acabou), tem demonstrado uma capacidade interessante em manter e atrair outros adeptos a sua religião. Como? A meu ver, com diálogo, tolerância, amor e medidas duras como a recente atitude corajosa contra integrantes da Máfia de Calábria, esses sim, excomungados com justiça.

      • Eu não me admiraria tanto assim hoje em dia Antônio… eu mesmo comecei a entender a mensagem só depois de terminar de ler as duas (post e link) e então reler de novo… por isso supus tratar-se de algum tom ‘irônico reflexivo’, mas deixei no ‘vazio’, por não ter certeza.

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