Mórmons Contra o PT?

Mórmons devem se opor ao governo PT? Mórmons se sentem a vontade para apoiá-lo?

Manifestação Fora Dilma

O Brasil vive um momento de crise política inegável. O franco declínio da saúde econômica nacional e investigações policiais demonstrando corrupção endêmica em altos escalões dos governos federal e estaduais contribuem para uma sensação de falta de representatividade no povo brasileiro.

Como é comum em períodos de crise, a opinião pública evolui dividida e crescentemente polarizada. Há menos de um ano, metade dos brasileiros re-elegeram a Presidente Dilma Rousseff, enquanto a outra metade passou o último ano em vocífera oposição e insatisfação.

Mórmons, como quaisquer outros cidadãos, encontram-se engajados nos debates políticos do presente. Não obstante, a impressão que se tem é de um distinto viés coletivo. Estatisticamente, esperar-se-ia que metade dos membros da Igreja SUD apoiariam o PT e a Presidente, enquanto metade iria para a janela bater panelas. Contudo, experiências anedotais, como nos comentários que recebemos através das mídias sociais, sugerem que a grande maioria dos Mórmons é inequivocadamente contra o PT e a Presidente Dilma, abraçando as causas de impedimento e até golpe militar com frequência maior que a média dos não-Mórmons.

Na falta de pesquisas de opinião pública sistemáticas que isolem o sub-grupo de Mórmons, gostaríarmos de conduzir a nossa própria pesquisa informal. Diga-nos: Você é membro da Igreja e apóia o PT? Você se sente à vontade para vociferar esse apoio para seus correligionários Mórmons? Você se sente discriminado ou marginalizado na Igreja por suas opiniões políticas? Ou você se opõe ao PT? E, assim sendo, crê que todos os outros membros da Igreja devam assim se opor? Como você lida com membros que defendem o PT ou a Presidente Dilma?

52 comentários sobre “Mórmons Contra o PT?

  1. Sou contra sim o governo do PT, antes que seja acusado de PSDBista, ambos os partidos não têm meu apoio. Em minha ala cerca de 70% são pró PT, os demais se dividem em partidos de direitas e quem não defendem partido algum. Em minha ala, não houve qualquer tipo de preconceito ou discriminação de ambas as partes, embora ouvi relatos em outra ala e em outras denominações. Acredito, porém não imponho, que tanto membros quanto não membros deveriam sim se opor, não só contra o PT, mas contra todos os partidos mais importantes e influentes. Fico incomodado quando defendem o PT querendo me impor, mas quando apenas expressão seus pontos de vistas não me incomoda em nada. Eu não espero que todos tenham a mesma opinião que eu, porém fico indignado quando fecham os olhos para o que acontece no meio político apenas para não admitirem que votaram em um partido que está tendo tantos escândalos. Pelo menos isso ocorre menos entre os membros da igreja do que os de fora (Estou falando do meu círculo de amizade). Os membros da igreja ainda são mais tolerantes que os que não são.

  2. Eu sempre fugi de polêmica e ocultei minhas opiniões, a não ser frente a algo que eu considerasse uma injustiça. Não me aborrece ou causa desconforto algum, a minha amiga mais próxima ter um partido contrário ao meu, nem um pouco, mas não é o que geralmente ocorre. As pessoas ficam transtornadas quando o assunto é política. Na capela acho que a maioria é hiper, mega contra o PT e eu também. Na primeira eleição do Lula, dei meu voto, fiquei super emocionada até chorei…kkk, mas complicado aceitar ou compreender toda essa roubalheira, mentiras e enganações. Eu acho que eles estão afundando o país. Os discursos são toscos e mentirosos. As bolsas servem só para comprar os votos e não proporcionam melhoria e qualidade de vida. Acho que deveriam ser estabelecidos prazos para essa assistência e uma meta a ser alcançada por quem a recebe. Embora eu não seja pro PT, eu, particularmente, não gosto de sair as ruas para os panelaços, mas apoio e acho que algo deve mesmo ser feito.
    Algumas vezes, senti que se chegasse a dizer que era a favor do PT pudesse apanhar dentro da capela. Mesmo sendo contra, não gosto nada de imposições. Um dia na capela me perguntaram “tu não é do PT, né?” Só respondi com um “não”, mas não gostei daquilo. Cada um que seja partidário do que achar melhor para si, acredite no que lhe fizer feliz.
    Quanto a questão intervenção militar, eu considero ingenuidade. 

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