No filme A Encantadora de Baleias, o velho líder de uma tribo maori busca desesperadamente seu sucessor. Sua neta Paikea quer aprender as tradições reservadas aos homens e é duramente rejeitada pelo avô. Mas a pureza e teimosia da menina se provam mais fortes do que a ortodoxia do chefe. É Paikea quem no final faz com que as antigas tradições tenham sentido, tornando real aquilo que era transmitido como mito. Ela recebe uma revelação. O avô, sem outra alternativa, arrepende-se e reconhece a sua neta como a tão aguardada sucessora. A verdade triunfa. A ignorância é abandonada.
O filme me parece ser uma parábola sobre o sacerdócio. Permitam-me divagar. Continuar lendo





O Presidente Henry Eyring, primeiro conselheiro da Primeira Presidência, anunciou hoje o nome do novo, e décimo-terceiro, presidente da BYU.

Décadas atrás, era comum no ensino da aritmética no ensino fundamental o uso de um truque matemático: A
Texto de Graciela Bravo


