Hinário não é brinquedo

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16 comentários sobre “Hinário não é brinquedo

  1. Compreendo a intenção de quem o fez, mas não funciona. Coisas assim só servem para levantar polêmicas e comentários. Carimbos não educam. O que educa é ensinar, pela palavra e pelo exemplo. As crianças, muitas vezes, destroem tudo, rasgam, amassam, jogam no chão, e os adultos não fazem absolutamente nada, fingem que não veem. O que leva alguns intolerantes a tomar atitudes como essas do carimbo, compreensíveis, mas pouco eficazes. O que funciona é ensinar a criança a conviver e respeitar o coletivo. E isso dá trabalho, então, nem todo mundo quer, dentro ou fora da Igreja, isto é um traço cultural de nossa sociedade. O coletivo é tratado com desprezo, ao inves do contrário. Mas educar dá muito mais trabalho, aborrece, frustra, entao vamos usar técnicas de coerção que… ooooopa, já ouvi isso antes, mas onde será? Gente, as crianças aprendem. Elas dão às coisas a importância que sentirem, que virem e que forem lembradas e ensinadas com firmeza e amor. Não precisa disso, além de não funcionar. A página com o carimbo será provavelmente a primeira a ser amassada.

    • Suzana,

      Concordo que isso deva ser ensinado, compreendo que educação dá trabalho, domingo passado enquanto discursava, uma criança subiu em uma das grades da janela que ficava no pulpito, todo mundo ficou olhando a cena do conselheiro do bispado tentando convencer a criança que deveria descer pois era perigoso, quanto aos pais, ninguém fazia ideia onde estavam. Educar dá trabalho, mas normas, regras, mandamentos, leis e estatutos também precisam estar ESCRITOS, eles respaldam os líderes e nos fazem lembrar do nosso compromisso em obedecer. Se os profetas apenas falassem e suas palavras não fossem escritas, do que adiantaria?

      No caso do carimbo do hinário, pode parecer pouco efetivo, mas mal, não faz nenhum.

    • Suzana,

      Concordo que ensinar pela palavra FALADA e pelo exemplo ajudam, mas a palavra ESCRITA também possui grande poder, é por meio dela que ouvimos mais uma vez a voz dos profetas vivos nas revistas da Igreja, é por meio dela que estudamos as ecrituras, é por meio dela que conhecemos a vontade do Senhor, pois Ele ordena que seus conselhos e mandamentos sejam escritos.

      Quanto ao carimbo, apesar de parecer rude, a Igreja possui normas, regras e ordem em todas as coisas, os bispos possuem inspiração de como cuidar de suas unidades, e este em particular colocou sua inspiração na prática, demonstrou preocupação e interesse pelos recursos da Igreja, coisa que muitos não fazem…

      Essa atitude respalda os líderes e nos fazem lembrar de sermos mais zelosos a cada vez que abrirmos o hinário.

      • Adriano, quando se lança mão do argumento “inspiração”, encerra-se o diálogo e esvazia-se o debate. Por isso os temas desenvolvidos aqui neste site têm muito mais uma visão acadêmica do que espiritual, e não foi minha intenção questionar a inspiração de líder algum. Como disse antes, respeito a intenção de quem o fez, mas analisando com uma visão de educadora, sob o ponto de vista de gestão educacional, que é a minha expertise, este método não é eficaz, existem outros que poderiam surtir maior, mais rápido e mais duradouro resultado, por inúmeras razões. Quando comento no VOZES MÓRMONS lanço um olhar acadêmico sobre a questão, e não somente religioso, como inclusive é a proposta do site. Sendo assim, como você disse:”Quanto ao carimbo, apesar de parecer rude, a Igreja possui normas, regras e ordem em todas as coisas, os bispos possuem inspiração de como cuidar de suas unidades, e este em particular colocou sua inspiração na prática, demonstrou preocupação e interesse pelos recursos da Igreja, coisa que muitos não fazem…”, a Igreja possui normas e regras sim, e este espaço aqui é livre para que possamos discuti-las, sinto-me bem a vontade para isso. Por esta razão este tipo de coisa falo aqui e não na aula de Doutrinas do Evangelho. Mas agradeço seu comentário, sob o ponto de vista religioso de um irmão SUD você está certo, creio que a resposta é essa mesmo. Paz.

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