A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias anunciou hoje que dará continuidade ao seu programa de escotismo, filiado à Boys Scouts of America. Há cerca de um mês, a Igreja havia ameaçado romper a cooperação existente nos Estados Unidos, devido à decisão da entidade escoteira de aceitar homossexuais entre seus líderes, mesmo permitindo que organizações religiosas usassem seus próprios critérios – incluindo de sexualidade – para selecioná-los.
A nota oficial de hoje, assinada em conjunto pela primeira Presidência e o Quórum dos Doze, afirma:
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias agradece as contribuições positivas que o Escotismo tem feito ao longo dos anos para milhares de seus rapazes e meninos e milhares de outros jovens. Como líderes da Igreja, queremos que a Boy Scouts of America (BSA) tenha êxito em sua missão histórica de infundir habilidades de liderança e elevados padrões morais na juventude de todas as fés e circunstâncias, equipando-os assim para maior sucesso na vida e valoroso serviço a seu país.
Na resolução adotada em 27 de julho de 2015, e em garantias verbais subsequentes, a BSA reiterou que espera que aqueles que patrocinam unidades de Escotismo (como a Igreja) indiquem líderes escoteiros de acordo com seus valores morais e religiosos “em palavras e ações que melhor expressarão os valores da organização através do programa escoteiro”. Neste momento, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias seguirá como organização patrocinadora da BSA e, como até aqui, indicará líderes e voluntários escoteiros que sustentam e exemplificam as doutrinas, valores e padrões da Igreja.
Em contraste como a nota do mês passado, a Igreja desta vez não mencionou explicitamente nada com relação à sexualidade.

O que Deus pensa sobre a homossexualidade? É o héterossexual igual ao homossexual aos olhos de Deus? Não deveria existir esta discussão em meio a estas coisas, se verdadeiramente acreditassemos em Deus e em Sua vontade. Claro que devemos respeitar o direito de escolha de cada individuo. Claro que devemos respeitar as leis do país em que vivemos. Mas, tambem tenho meus filhos e independente de haver médicos, politicos, dentre outros profissionais e inclusive professores, é um direito meu querer ou não suas companhias para meus filhos. Eles podem não ensinar, mas, podem influenciar.
É lógico que é um direito seu. E da Igreja.
Da mesma maneira que era direito da Igreja discriminar contra Negros.
O que não torna discriminação em algo ético ou moral.