Três Novos Apóstolos

Três novos Apóstolos Mórmons foram chamados e anunciados formalmente hoje pela Primeira Presidência da Igreja SUD.

Três Novos Apóstolos: Ronald A. Rasband, Gary E. Stevenson, Dale G. Renlund (esq. para dir.)

Novos Apóstolos: Ronald A. Rasband, Gary E. Stevenson, Dale G. Renlund (esq. para dir.)

O anúncio foi realizado nesse fim de semana durante a 185a Conferência Geral Semi-Anual d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

O novos Apóstolos são:

Rasband vem de longa carreira eclesiástica. Bispo, Presidente de Missão, Primeiro Quórum de Setenta, Presidência dos Setenta, até Presidente Sênior dos Setenta.

Profissionalmente, formou-se em Administração de Empresas e subiu a carreira corporativa nas empresas da família Huntsman, aposentando-se em 1996 para trabalhar para a Igreja.

Stevenson também vem de longa carreira eclesiástica. Bispo, Presidência de Estaca, Presidente de Missão, Primeiro Quórum dos Setenta, até Bispo Presidente.

Profissionalmente, Stevenson formou-se de Administração de Empresas e era dono de uma micro-empresa de equipamentos de academia (fitness, ou exercícios, ou malhação).

Renlund também vem de longa carreira eclesiástica. Bispo, Presidente de Estaca, Setenta Autoridade de Área, até Primeiro Quórum dos Setenta.

Profissionalmente, Renlund formou-se em medicina e lecionava na Universidade de Utah, gerenciando seu centro de transplante cardíaco, de onde se aposentou em 2009 para trabalhar para a Igreja.


Leia mais sobre o contexto das vagas que esses três homens estão ocupando hoje, inclusive quando fora a última vez na história quando três novos Apóstolos foram chamados ao mesmo tempo.

Leia mais sobre o nosso artigo de ontem torcendo por um Apóstolo brasileiro.

Leia mais resumos e impressões de sessões da 185a Conferência Geral Semi-anual aqui.

27 comentários sobre “Três Novos Apóstolos

  1. Eu estou pensando aqui. No tempo de Jesus Cristo, será que havia alguns dos apóstolos negros também, qual era a cor do apostolo Pedro, e a cor do cabelo?, cabelo duro ou liso? Foram presidentes de área, presidente dos bispos, estudiosos, homens de letras? Nao sei quais eram as aparências deles, so sei que não tinham estudos como os reis e os governadores e arquitetos e filósofos da época. Mas uma coisa eu sei, segundo a historia, tinham bastante Fe em Deus, tinham entrega total pelo reino de Deus, Jesus conhecia cada um deles, e os escolheu nao por causa da cor ou pelos que tem ou que nao tem. Os escolheu por causa das humildades de cada um deles, erraram varias vezes antes e apos de serem escolhidos, mas também acredito que sabiam reconhecer após errar seus pecados. Concluindo, onde então Deus olha o homem? Na aparência ou no que tem, ou no que é?

  2. Não sei se a cor da pele poderia ser um fator distintivo na escolha de apóstolos. Afinal, quando o Sacerdócio foi aberto aos negros, durante a administração do presidente Kimball, na década de 70, lembro-me que a justificativa oferecida por uma autoridade geral cujo nome não me recordo e que nos visitou no Rio de Janeiro foi que, com o enorme crescimento da Igreja entre nós, brasileiros, conhecidos por sermos um amálgama interracial, ficaria difícil distinguir quem poderia ou não receber o Sacerdócio (sic!). De fato, devido à mestiçagem, muito poucos entre nós aqui em Pindorama poderiam atestar com razoável grau de certeza não terem, inobstante a cor branca, pelo menos algumas gotas de sangue de Caim nas veias. Se formos mais fundo na questão talvez seja difícil definir padrões mais rigorosos de pureza racial até mesmo para os povos anglo-saxões (de onde descendem os ingleses, colonizadores dos Estados Unidos), sendo estes de origem germânica, para onde, por sua vez, confluíram povos diferentes em sua origem mais remota. Definitivamente, este é um assunto que incorpora capacidade de nos remover da centralidade objetiva e de nos conduzir a uma apreciação ideológica, e portanto subjetiva dos fatos. Daí porque, prefiro analisar outros fatores que podem ter concorrido para a escolha dos novos três apóstolos. O principal deles, acho, pode ser a nacionalidade: a Igreja Mórmon é uma igreja estadunidense, com sede nos Estados Unidos, que recolhe dízimos em todo o mundo e os remete para lá, e que tem compromisso com a manutenção do poder estadunidense no planeta. E que na minha opinião, mantida sua estrutura de poder atual, jamais cederá seus principais postos a alguém nascido e criado em outra cultura. Vejam, por exemplo, que nesta última conferência, pela primeira vez alguns discursos foram feitos em outras línguas que não o inglês. No entanto, o presidente Utchdorf, que é nascido e criado na Alemanha, falou em inglês, não em alemão. E por quê? Acredito que pelo fato dele ser um membro da Primeira Presidência. Ou seja, quanto mais elevada a posição eclesiástica, mais deve ser a identificação com os valores e fundamentos não exatamente da Igreja, mas da sociedade estadunidense. Simplesmente, com o fim da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos da América constituíram duas grandes colônias destinadas a consolidar sua influência face à avassaladora expansão da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas no mundo. Uma dessas colônias foi a Alemanha Ocidental e a outra foi o Japão, países onde a cultura se dilui face à maneira estadunidense de viver e as línguas originais o fazem em relação ao idioma inglês. Por isso, acho que não agora, mas no futuro, talvez possamos ver um brasileiro ou mexicano no Quórum dos Doze, mas duvido bastante que um brasileiro ou mexicano possa ser chamado como membro da Primeira Presidência, como foi Utchdorf. Talvez seja mais sensato esperarmos um japonês ao lado dele….

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