A doutrina mórmon fala da existência de diversas terras. É Cristo o salvador de todas elas? Muitos líderes sud atuais dirão que sim. Como veremos na citação a seguir, de Brigham Young, o rico debate metafísico entre os mórmons do séc. XIX suportava a ideia de que cada terra tinha seu próprio Ungido.
Consequentemente, cada terra tem seu redentor; e cada terra tem seu tentador; e em cada terra seu povo, por sua vez, recebe tudo o que recebemos e passa por todas as provas pelas quais estamos passando. (Journal of Discourses 14:71-72, 10 de julho de 1870)
Como essa opinião seria interpretada hoje na moderna Igreja sud? Seria uma opinião aceitável? Ou seria considerada uma “apostasia”?
Para enriquecimento deste assunto, sugiro a leitura do livro The Infinite Atonement, de Tad R. Callister. Ao usar-se apenas de material declarado como doutrinário (tendo sido citado vez ou duas por autoridades gerais como excelente fonte de estudo), esse livro se mostra como um farol claro para a doutrina mais importante e mais mal compreendida na igreja.
Apostasia, não, o que vemos é apenas “o que foi feito em outros mundo”
Lembrar que está frase é dita pelo Adversário no filme do templo… E o adversário é o pai do que mesmo?