O Presidente Brigham Young fez os seguintes comentários sobre Escravidão Negra diante da Assembléia Legislativa do Território de Utah em janeiro de 1852:

O Presidente Brigham Young fez os seguintes comentários sobre Escravidão Negra diante da Assembléia Legislativa do Território de Utah em janeiro de 1852:

O conselho editorial do The New York Times, um dos jornais mais prestigiosos do mundo com o maior número de Prêmios Pulitzer, publicou hoje uma crítica aberta à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Ver as reações de solidariedade ao redor do mundo frente aos ataques em Paris nos relembram da capacidade humana de sentir empatia e compaixão, apesar de diferenças de nacionalidade e cultura. Por outro lado, também sugerem que sofremos de empatia e compaixão seletivas.
O Apóstolo Hugh B. Brown elaborou em sua autobiografia sobre a questão de discordar dos líderes da Igreja ou segui-los sem questionar.

Hugh B. Brown serviu como Apóstolo entre 1958 e 1975, e Conselheiro na Primeira Presidência entre 1961 e 1970 para David O. McKay
O Apóstolo Hugh B. Brown elaborou em discurso para alunos da BYU sobre os conceitos de verdade, da busca intelectual pela verdade, liberdade intelectual, dogmatismo, e pensamento crítico.

Hugh B. Brown serviu como Apóstolo entre 1958 e 1975, e Conselheiro na Primeira Presidência entre 1961 e 1970 para David O. McKay
No Manual do Sacerdócio de 1939, publicado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, encontra-se uma interessante crítica ao Capitalismo e apologia ao chamado “Estado de bem-estar social“.

A Universidade da Igreja Mórmon, Brigham Young University, foi flagrada patrocinando um evento de “cura gay”. A repercussão pública foi tão rápida e tão negativa, que oficiais da universidade subitamente decidiram cancelar o evento.

O Apóstolo Boyd K. Packer nomeou claramente, em discurso proferido em 1993 sobre o programa de Correlação, quais seriam os três maiores inimigos internos d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias:

Protesto realizado ontem na Cidade de Lago Salgado constitui um marco histórico para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no século 21.

Mórmon protesta: Sandy Newcomb, de Springville, Utah, membro da Igreja SUD por 30 anos, resignou em protesto contra discriminação anti-LGBT. (Foto de Chris Detrick para o The Salt Lake Tribune)
O Presidente Brigham Young fez os seguintes comentários sobre a Criação de Adão no histórico Tabernáculo Mórmon em outubro de 1853:

Carta da Primeira Presidência d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias de 1969 ilustrando a preocupação profética em proteger suas liberdades religiosas e também os direitos civis de minorias.

A Primeira Presidência d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 1969: David O. McKay, sentado e ladeado por seu conselheiros, Hugh B. Brown à esquerda da foto e N. Eldon Tanner à direita
Após uma longa semana em que milhares de membros da Igreja SUD saem em protesto contra uma nova política oficial recente da Igreja discriminando contra crianças em famílias LGBT, e uma semana depois de uma resposta improvisada, a Primeira Presidência finalmente publica uma resposta oficial sobre as mudanças de regras institucionais.

A Primeira Presidência em 2015: Thomas S. Monson, com Henry B. Eyring à esquerda e Dieter F. Uchtdorf à direita da foto
A Primeira Presidência publicou esta carta no seu site oficial, ainda sem tradução para português, tentando oferecer algumas respostas oficiais para os líderes locais que estão sendo inundados de questionamentos e protestos.
Eis a nossa tradução da carta:
Na mesma semana em que milhares de membros da Igreja SUD saem em protesto contra uma nova política oficial recente da Igreja discriminando contra crianças em famílias LGBT, um juiz Mórmon da Vara da Família em Utah decide retirar uma criança de 9 meses de idade de suas mães adotivas apenas por serem um casal homossexual.

April Hoagland e Beckie Peirce (Foto: Steve Griffin do The Salt Lake Tribune)
Além dos milhares de membros que pediram e estão planejando pedir resignações d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, por causa das recentes mudanças de política eclesiástica com relação a famílias LGBT e suas crianças, ontem recebemos notícia que um conhecido apologista SUD também decidiu formalmente abandonar a Igreja.
A Igreja Mórmon alterou suas políticas internas na semana passada para oficialmente discriminar contra famílias LGBT e crianças em tais famílias. O anúncio destas mudanças, forçado pelo vazamento inesperado do secreto sagrado manual oficial, gerou reações diversas, e surpreendentes, entre membros da Igreja.

Seth Payne apresentando um trabalho numa conferência de apologistas
Seth Payne, acadêmico de estudos de religião por profissão e famoso no circuito de apologistas Mórmons como excelente orador e autor e devoto defensor da fé, anunciou ontem sua decisão de pedir resignação em protesto às novas medidas discriminatórias da Igreja.
Embora estudiosos competentes não tenham, como via de regra, opinião muito favorável de apologistas e da idoniedade intelectual e acadêmica de suas práticas, Seth Payne sempre fora uma notória exceção. Respeitado tanto pelos apologistas como pela comunidade de acadêmicos e estudiosos, Payne também é popularmente conhecido como uma pessoa caridosa e bondosa, não sendo infrequentes os relatos de projetos comunitários, ou mesmo ajudas individuais, organizadas por ele.
Payne, em seu anúncio, expressou tremendo pesar pela decisão da Igreja e a enorme dor pessoal que lhe motivou a abandonar a Igreja pela qual dedicou décadas e incontáveis horas defendendo intelectualmente.
Leia a sua breve, porém marcante, carta de anúncio e despedida:
Muitos Mórmons reagiram com compaixão, tristeza e revolta às mudanças na política oficial da Igreja SUD com relação a famílias LGBT e suas crianças.
Infelizmente, muitos outros Mórmons escolheram celebrar com expressões de ódio, preconceito, ignorância e ainda maior ímpeto discriminatório contra pessoas LGTB.

“O passado é apenas prólogo” — William Shakespeare
Entre os dois extremos, alguns levantaram questionamentos aparentemente sinceros e concatenados, que merecem ponderada consideração.
Eis um exemplo:
Seria possível nos tornarmos como o Pai Celestial seguindo este tipo de procedimento aqui na Terra? Vcs de fato acham que existem gays, lésbicas e simpatizantes destes no Reino Celestial? A despeito de todo o respeito que devemos dar ao livre arbítrio de todos os seres humanos, vcs de fato acham que incentivar ou não alertar que isto pode ser a destruição da possibilidade de se tornar como nosso Pai e Mãe Celestiais é algo de fato aceitável? Deveria eu aceitar a prática de um irmão que pode lhe custar a plenitude da felicidade na vida eterna, sem alertá-lo? Qual a solução proposta por vcs então? Sermos testemunhas complacentes com a possível destruição da alma destes?
Não obstante a razoabilidade da pergunta, para respondê-la é necessário analisá-la. Continuar lendo