O então Apóstolo Lorenzo Snow, futuro Profeta da Igreja SUD, fez os seguintes comentários sobre o comunitarismo socialista mórmon ideal, no histórico Tabernáculo Mórmon em abril de 1878 (ênfases nossas):

Lorenzo Snow serviu como Presidente d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (1898-1901), Conselheiro na Primeira Presidência (1873-1877), Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos (1889-1898), e Apóstolo (1849-1898)
“Sião não pode ser construída exceto nos princípios da união exigidos pela lei celestial. Já está na hora de entrarmos nessas coisas. É mais agradável e aprazível para os santos dos últimos dias entrar neste trabalho e edificar Sião, do que nos elevarmos e entrarmos nessa grande competição que está nos destruindo. Agora se deixarmos que as coisas continuem em nosso meio gentio, e você verá uma aristocracia crescendo entre nós, cuja linguagem para os pobres seria: “nós não queremos sua companhia; nós teremos nossas coisas muito caras; estamos bastante ocupados agora, por favor, ligue em outro momento.” Você teria classes estabelecidas aqui, algumas muito pobres e algumas muito ricas. Agora, o Senhor não aceitará nada desse gênero. Tem que haver uma igualdade; e temos que observar esses princípios que são projetados para dar a cada um o privilégio de acumular para si os confortos e as conveniências da vida. O Senhor, em sua economia das coisas espirituais, determinou que todo homem, de acordo com sua perseverança e fidelidade, receberá exaltação e glória nos mundos eternos – a plenitude do sacerdócio e a plenitude da glória de Deus. Esta é a economia do sistema de Deus, pela qual homens e mulheres podem ser exaltados espiritualmente. É o mesmo em relação aos assuntos temporais. Não digo que seria apropriado dar a um homem recém batizado a plenitude do sacerdócio imediatamente. Tampouco seria correto dar a um homem que acaba de chegar do velho continente a casa e as posses daquele que esteve aqui e trabalhou e trabalhou durante anos para acumulá-los. Não seria correto para o dono sair de sua casa, e deixar aquele que nunca trabalhou e labutou entrar nela e tomar seu lugar; mas este homem que tem as bênçãos de Deus ao seu redor deveria estar disposto a sacrificar uma parte de seus bens excedentes para estabelecer alguma indústria, que este pobre homem possa trabalhar e obter uma boa remuneração por seu trabalho, para que ele possa ver conforto e conveniência em sua vida, perseverando assim como aquele que fora assim abençoado. Este é o espírito e objetivo da Ordem Unida, o qual devemos nos esforçar para estabelecer. Devemos empregar nossos bens excedentes de maneira que os pobres possam ter emprego e ver em suas vidas competência e as conveniências da vida, para que não sejam dependentes de seus vizinhos. Onde está o homem que quer depender de seus vizinhos ou do Escritório do Dízimo? Não! Ele é um homem, e é a imagem de Deus, e quer acumular bens para si por seus próprios esforços individuais. Abençoados por Deus somos nós que temos bens excedentes e devemos estar dispostos a empregar esses bens de tal modo que tais indivíduos possam obtê-los, como mencionado anteriormente. A Ordem Unida não é o comunismo francês. Não é necessário que aqueles que possuem bens de vida gastem esses bens entre aqueles que não sabem nada sobre cuidar deles e preservá-los. Mas que nenhum homem seja oprimido e colocado em circunstâncias em que ele não possa trabalhar e ajudar a si mesmo.” — Lorenzo Snow (Journal of Discourses 19:341)
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Realmente me fez refletir na venda do Trabalho.Como um rico pode se orgulhar de seu sucesso as custas da fome, exploração desleal de um homem? Nesse ponto a “mais valia” deve ser colocada em prática ! O Capitalista quer pagar 1 real por hora pra qualquer um limpar o chão o trabalhador deve pegar a vassoura e dar pra ele e dizer : LIMPA VC! Os americanos entendem isso! Os mexicanos não , na verdade sou adepto da teoria da conspiração de que os ricos adoram crise e desigualdade justamente para tornar o SISTEMA BRUTO e causar o desespero naqueles que estão começando ou buscam meios de sobreviver. A desigualdade é um plano estratégico de opressão permanente e acumulo exagerado de capital. Os Ricos nunca farão o trabalho pesado e nunca vão querer pagar dignamente quem o faz. Ele se aproveita da mão de obra reserva para abaixar os salarios. Adora uma crise para vender o peixe de que pagando menos , mais emprego será gerado…O sistema político é conivente com essa filosofia. Especialmente na América Latina… Afinal o instrumento utilizado aqui é a cultura do desespero.E na Europa, a cultura da luta por uma vida melhor…Lá os trabalhadores são bem mais consciente s e não se deixam enganar…São unidos e não querendo um furar o olho do outro.