Voltar a frequentar a Igreja, após um período de “férias” pode ser algo bastante difícil para muitos indivíduos, basicamente pelos motivos motivos que levam as pessoas a deixarem o convívio da Igreja. O olhar dos outros, a avalanche de responsabilidades e outras formas de pressão social pouco ajudam nesse processo de reintegração. Mas como superá-las?
Caso o indivíduo sinta vontade de voltar a frequentar a Igreja, como ele pode se prevenir dessas pressões? Ou passar por elas sem se machucar? Como fazer desse retorno uma experiência prazerosa e de fato espiritual?
Prezados, Pedro Soares e Marcello Jun, Deus vos guarde!!! É muito bom, ouvir (pq posso literalmente ouvi-los), porém tudo me pareceria “inteligível” sobre minhas descobertas se nao fosse o fato de a igreja a qual pertencemos ser a defensora do estandarte “A ÚNICA IGREJA VERDADEIRA E VIVA DO SENHOR JESUS CRISTO SOBRE TODA A FACE DA TERRA”… Ao invés disso por que nao acolher e aceitar o fato de que nao somos e talvez nunca tenhamos sido a “tal” igreja de Cristo. Sei bem que todos tem falhas e pontos conflitantes; agora nao seria mas humano, celestial e até divino admiti-las e abrir um diálogo franco, honesto e sincero, quanto o que fazermos aqui???
Porque algumas das coisas que descobrimos com espanto e incredulidade nao sao discutidos abertamente por essa liderança “divinamente” inspirada!?
Parafraseando meu novo e querido amigo Marcelo Junn, Pedro eu te digo ” Agora, é possível que a mágoa e a angústia lhe persiga para o resto da vida, e que estar com ela só aumenta a dor e o sofrimento da traição. Talvez, então, separação lhe seja o melhor caminho.” Sinto que a “traiçao” foi por demais doida, de uma esposa que sempre senti, acreditei e lutei por sua conduta ilibada. Nao sei se voces me entendem, mas depois de dois relacionamentos (sendo o último maravilhoso com uma “nao-membro”) a última coisa que queria era perder a fé naquela que sempre me mostrou ser verdadeira!
Sao coisas que maculam sabe, fere, entristece e enfim… Decepciona. Tenho nesta instituiçao devotado os melhores anos de minha vida, mas o julgo sempre foi muito pesado o ser “perfeito” que tinha vergonha de nao ser, hoje percebo que nao poderia ter-me sido exigido por “alguém” que decididamente nao tinha esse direito.
Entendo e respeito muito profundamente a voces que optaram por seguir neste caminho, mas eu que sou por natureza tao intenso e vivo em tudo que faço… nao consigo mais. Amo a Deus, e a Jesus Cristo, sou grato por seus exemplos e ensinamentos, mas sei que só Eles é que podem de fato e direito exigir-me, porque me conhecem profundamente e sabem o que passa no meu coraçao… Continuo a ter testemunho da Deidade, mas da igreja, por tudo que foi escondido, dissimulado e silenciado, esta nao tenho como!!!
Agora me sinto um humano de verdade, completo, apesar de minhas falhas e imperfeiçoes, sinto que talvez nao seja nesta esfera com recomendaçoes e regras, a nós “reveladas” por “servos” que talvez nao tivessem sequer o direito de ser chamados de “santos”, que alcançaremos.
Sei que Deus nos ama como somos e sabe nossas imperfeiçoes e capacidades, e acima de tudo conhece nossos coraçoes… Eles sim sao as verdades imutáveis de nossas vidas “a fonte de águas vivas” é Deles e somente Deles que quero agora sorve-las!
Quanto as questoes levantadas como duvidas e decepçoes em meu primeiro post, creio nao precisar pormenoriza-las aqui, pois por tudo que já li inclusive aqui, sao debatidos a exaustao.
Obrigado por sua atençao. Desejo felicidade a nós em nossos caminhos… e se me permitirem, vou continuar postando as minhas dúvidas, posiçoes e questionamentos por aqui. Esse blog foi um achado na minha vida… nao estou só!
Valeu!!!
Essas coisas que você disse ter descoberto com espanto, foram descobertas através somente de sites antimormons? Ou você também pesquisou as versões da Igreja sobre os assuntos, e também versões de historiadores e pesquisadores neutros. Em português existe pouco, mas em inglês deve ter muita coisa. Claro que é preciso saber inglês. Procure analisar todos os lados e nunca se esqueça do seu testemunho.
e Marcelo Junn gostaria sim de ve-los discutidos aqui… Coisas como: Como pode uma civilizaçao de mais de milhoes de habitantes terem simplismente desaparecido a tao pouco tempo atrás sem deixar vestígios de suas cidades, culturas, sistemas monetários, indumentárias e etc… e outro é; existe algum pronunciamento oficial da igreja sobre o fiasco da “traduçao” do livro de Abraao???
Abç