Da sabedoria de Hugh Nibley:
Os piores pecadores, de acordo com Jesus, não são as meretrizes e os publicanos, mas os líderes religiosos com sua insistência em vestimentas e aparência adequada, sua cuidadosa observância de todas as regras, seu preciosa preocupação com símbolos de status, sua legalidade rígida, seu patriotismo pio.
“What is Zion? A Distant View,” Approaching Zion, 54-55.

Nibley foi um ser humano fantástico, único… Talvez um dos últimos e autênticos eruditos da igreja juntamente com Oaks (http://www.lds.org/prophets-and-apostles/what-are-prophets/bio/dallin-h-oaks) entre outros raros.Atualmente a cultura indicial e o aparvalhamento quanto as escrituras é geral. Existem lideres inclusive que pregam que as escrituras são apenas teorias. Os que dão uma de psicólogos fajutos e filósofos de teses chinfrins (nunca leram nada nas duas áreas). Além de alguns tolos que dizem que somos obrigados a apoiar este tipo de insanidade, alguns chamam inclusive de inspiração. Inspiração de quem? (Eu não apoio, jamais vou apoiar. Quem quiser apóie por sua conta e risco). Essa é a cultura do “quanto pior melhor”. Meu universo é outro, além de acreditar ser um pecado contra a centelha divina em mim (nós) minha natureza me impede de ser anuente com a idiotice de alguns. Para que não fique duvidas sobre o que estou registrando entre os que ficam bisbilhotando as mensagens no Facebook, para depois ministrarem aulas descontextualizadas… A cultura do quanto pior melhor na igreja é criada por todos aqueles que não preparam aulas e submetem seus pares a aulas horríveis e horripilantes (são horripilantes devido a euxegese presente). Os que o tempo todo dão tapinhas nas costas. Os que ficam escolhendo qual testículo (e de qual líder) vão apalpar. Os que tentam mostrar pra si mesmos e para os outros que são bons, mas que naturalmente não desenvolvem confiança e respeito para que sintamos satisfação de chamá-los de lideres. No anonimato de seus lares eles sabem que não são tudo o que apregoam sobre si mesmos.
Excelente citação, Antônio.
Jesus Cristo realmente se preocupava com aquilo que é mais importante, amar e ajudar, independentemente de quem fosse.
Ao meu ver, a citação de Hugh Nibley, pode se aplicar sim a todos os membros da IJCSUD, não importando se são bispos, presidentes de estaca, apóstolos, setentas, mestres familiares, professores, professoras visitantes, élderes, sumo-sacerdotes, recepcionistas ou mesmo que não tenham nenhuma responsabilidade formal na Igreja.
Um outro aspecto da citação é a estrita preocupação com as regras. Existem posts aqui do vozes mórmons que já abordaram de forma inteligente a questão das regras e tradições, que acabam fazendo com que muitos líderes e membros acabem se afastando dos ensinamentos e da prática de um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo.