62 comentários sobre “Como Sobreviver Ao Apocalipse Missão?

  1. Eu sempre fui proativo e apos 3 anos de igreja fui servir em Porto Alegre Sul, os membros me trataram muito bem, as pessoas tb la foram maravilhosas, lembro me q so fui mal tratada uma vez pq um membro disse q esqueci de marcar batismo do filho dele, porem não tinhamos nada agendado pq nem tinha sido planejado isso corretamente com os pais…Enfim, a missão foi dura? FOI! Tb foi muito boa e aprendi muito. Não posso falar mal pq nao foi. Meus pais me ajudavam no que podiam e nunca passei necessidades, sempre tinha almoço dos membros. FOI PERFEITO. Mas meu retorno foi dificil, pior q a ida, pois querem q vc se case a força..akakakakakakakakakka Mas não é bem assim, sinceramente, quando eu me afastei, eu so recebi visita uma vez e depois me esqueceram. O Evangelho está em mim, mas estou fora dele ao mesmo tempo. Tudo o que consegui hoje foi com benção de DEUS, não foi a liderança q me indiciou pra qlq emprego ( o q é muito prometido ) rssss Concordo q a igreja não tem estrutura pra cuidar dos seus missionarios retornados. Se não fossem ppor estes jovens a igreja ja era.

    • Fico feliz por você também, que como eu foi abençoado com um belo ‘campo branco’. Pode ter certeza que parte de tua felicidade reside justamente no tipo de missionário que você já era e não que parecia ser.

      Quando fui batizado, essa missão cobria toda metade sul do RS, em 1998 ela foi dividida, junto com a norte, para formar a atual Missão Santa Maria.

  2. Muito bom o artigo! Gostaria de te-lo lido antes da missao hehe. Minha volta tambem foi bem dificil, tive mais apoio dos amigos nao-membros que das pessoas da minha ala. Acredito que a parte mais dificil foi lidar com os lideres das alas (raramente me faltava dinheiro, so me lembro de ter passado por dificuldade duas vezes), eh cada loucura que voce escuta mas deve ficar de cabeca baixa porque eh “apenas um missionario”. Hoje compreendo mais as pessoas afastadas por problemas com a lideranca.

    • A igreja não parece ter uma política eficaz que não seja ‘mágica’, ou mescla de técnicas empresariais, no quesito serviço aos membros. Afinal, a igreja é uma coisa, a empresa que administra ela é outra, e deveria cuidar melhor dos seus ‘clientes’.

      Se bem que penso que mesmo que todos os mórmons do mundo se afastassem ainda assim as famílias dos apóstolos, parentes e alguns ‘escolhidos’ estariam com seu futuro garantido. E ainda ficariam para a história, nos livros, como os últimos ‘apóstolos vivos’.
      Venderiam muitos livros e quiçá outra igreja surgisse em seus nomes.

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