O número total de missionários de tempo integral d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias caiu 12% no último ano.

Artigo no jornal da Igreja Deseret News
Essa queda representa uma tendência negativa ou apenas flutuação temporária?
O número total de missionários de tempo integral d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias caiu 12% no último ano.

Artigo no jornal da Igreja Deseret News
Essa queda representa uma tendência negativa ou apenas flutuação temporária?
Movendo ação contra o estado de Utah, uma família Mórmon levou o processo legal para descriminalizar poligamia até o tribunal de segunda instância, onde juízes federais questionaram os promotores públicos se há necessidade de se manter a proibição legal da prática conjugal da poligamia.

A família Mórmon de Kody Brown é a estrela do show de realidade ´Esposas Irmãs´ no canal TLC, e está prestes a se tornar no pivô de uma mudança histórica.
Entenda o caso:
A Igreja Mórmon ganhou importante vitória política para um de seus ambiciosos planos imobiliários no Condado de Salt Lake quando o conselho municipal da cidade de Riverton votou unanimamente pela autorização dos planos da Igreja.

Igreja Mórmon foca em centros comerciais e residenciais para afluentes em Utah
Entenda o caso
O Presidente Brigham Young fez os seguintes comentários sobre valorizar e abraçar uma educação secular e científica, no histórico Tabernáculo Mórmon, em dezembro de 1853:

A Igreja Mórmon promove a “cultura do estupro”?
Certamente, ninguém questiona que o crime de estupro é amplamente condenado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Não obstante, a “cultura do estupro” vai muito além de meramente compactuar com esse crime violento em si.
Discutindo o problema da notificação e investigação de casos de estupro no Brasil, o médico e educador Drauzio Varella escreve (ênfase nossa):
Por meio da culpabilização da vítima, estimulamos que as mulheres estupradas se escondam e acabem protegendo seus algozes. Afinal, é comum elas ouvirem de policias e da própria família que estavam embriagadas, usavam roupas curtas e apertadas, que andavam sozinhas à noite ou não deixaram claro que não desejavam o ato sexual. A vítima, portanto, sente medo e vergonha de denunciar.
A sexualização da mulher como objeto é outro fator que estimula o alto número de casos. Desde crianças aprendemos que o corpo da mulher é um objeto que pode ser consumido como qualquer outro. O menino cresce acreditando nisso e, o pior, a menina também.
Mórmons são culpados da “sexualização da mulher como objeto”? E da culpabilização da vítima?
Recentemente, uma foto tirada do quadro negro de uma classe de Seminário SUD ilustra perfeita, e grostescamente, a popularidade da cultura do estupro na cultura Mórmon:
Um vídeo educativo da Igreja SUD explora o dilema de membros que descobrem outros membros bebendo café.

Neste vídeo de 1980, dois jovens descobrem sua professora na escola, que também é uma membro em sua ala, preparando uma xícara de café e contemplam, horrorizados, como agir.
Assista o impagável vídeo: Continuar lendo
Comemora-se, hoje, o Dia de Martin Luther King, Jr.
King foi um dos norte-americanos mais proeminentes no século XX, figurando entre os principais líderes do Movimento pelos Direitos Civis de Negros. Vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1964, King foi o idealizador e principal proponente do conceito de protestar injustiças através da desobediência civil não-violenta, e uma das maiores figuras públicas a defender a proposição que o combate à pobreza seja um tema religioso Cristão predominante.

King foi assassinado em 1968, aos 39 anos, e subsequentemente seu nome ficou eternizado como síntese dos princípios que esposava de justiça social e equalidade racial, além de um Cristianismo compassivo.
O Presidente Hugh B. Brown, da Primeira Presidência era um fã de King, sua filosofia, e o que ele representava. Contudo, o primeiro Apóstolo Mórmon a discorrer sobre King e sua filosofia de pacifismo ativista em plena Conferência Geral não foi Brown, mas sim Ezra Taft Benson.
Terroristas Mórmons prestam seus testemunhos de como Deus os ordenou ao conflito armado contra o governo federal dos EUA.

Brand Thornton, que junto com outros milicianos Mórmons, invadiu o Malhuer National Wildlife Refuge no sul de Oregon.
Em singela entrevista, um dos milicianos presta seu testemunho sobre sua fé Mórmon (especificamente SUD) e como eles receberam inspiração e revelação de Deus para ação paramilitar.
Citando Doutrina e Convênios e a prática de “amaldiçoar com o Sacerdócio”, Brand Thornton, da Califórnia, explica como sua fé mórmon o motivou ao terrorismo armado e inssurreição paramilitar.
Ouça a entrevista aqui:
O Livro de Mórmon é a obra literária mais sagrada para milhares de mórmons, centenas de igrejas e seitas da tradição Santos dos Últimos Dias, e o principal volume de escrituras para membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Imagem inspirada na descrição das Placas de Ouro por Joseph Smith
Dedicamos aqui um artigo para cada capítulo do Livro de Mórmon , cobrindo todo o seu texto (utilizando, como base, a última edição da Igreja SUD), acompanhados de comentários adicionais do ponto de vista historiográfico, racional, e científico para incentivar uma leitura diária do texto sacro e facilitar um estudo mais intelectual dele. Postagens passadas podem ser encontradas aqui.
O trecho de hoje é: 1 Néfi 3
O Livro de Mórmon é a obra literária mais sagrada para milhares de mórmons, centenas de igrejas e seitas da tradição Santos dos Últimos Dias, e o principal volume de escrituras para membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Imagem inspirada na descrição das Placas de Ouro por Joseph Smith
Dedicamos aqui um artigo para cada capítulo do Livro de Mórmon , cobrindo todo o seu texto (utilizando, como base, a última edição da Igreja SUD), acompanhados de comentários adicionais do ponto de vista historiográfico, racional, e científico para incentivar uma leitura diária do texto sacro e facilitar um estudo mais intelectual dele. Postagens passadas podem ser encontradas aqui.
O trecho de hoje é: 1 Néfi 2
Na tarde de 23 de julho de 1843, um domingo, Joseph Smith pregou aos mórmons de Nauvoo por cerca de uma hora e meia, falando, dentre outros assuntos, sobre como compreendia a amizade:

Em discurso na BYU-Havaí esta semana, a esposa do Apóstolo Russell Nelson, Wendy, explicou para os jovens Mórmons que através do poder da prece e da fé, homossexuais podem ser curados de sua homossexualidade.

Wendy Nelson, esposa plural para a eternidade do Apóstolo Russell Nelson, promete cura gay através da oração e da fé
O Livro de Mórmon é a obra literária mais sagrada para milhares de mórmons, centenas de igrejas e seitas da tradição Santos dos Últimos Dias, e o principal volume de escrituras para membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Imagem inspirada na descrição das Placas de Ouro por Joseph Smith
Dedicamos aqui um artigo para cada capítulo do Livro de Mórmon , cobrindo todo o seu texto (utilizando, como base, a última edição da Igreja SUD), acompanhados de comentários adicionais do ponto de vista historiográfico, racional, e científico para incentivar uma leitura diária do texto sacro e facilitar um estudo mais intelectual dele. Postagens passadas podem ser encontradas aqui.
O trecho de hoje é: 1 Néfi 1
Joseph Smith nos legou sábias palavras que podem oferecer contexto, e até conforto, para os muitos Santos dos Últimos Dias que vêm sofrendo com o progressivo retrocesso da Igreja nos últimos meses em questões de preconceito, intolerância e discriminação.
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Sobre o tema de revelações, o Profeta fundador do Mormonismo disse:
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Em discurso na BYU-Havaí ontem, o Apóstolo Russell Nelson explicou como e porquê Deus revelou à Igreja SUD a importância da discriminar contra crianças em famílias LGBT.

Apóstolo Russell Nelson serve atualmente como Presidente do Quórum dos Doze
No final do ano passado, a Igreja SUD alterou sua posição oficial sobre crianças em famílias LGBT e ainda especificou o banimento de homossexuais como “apóstatas” que se valerem do recém-legalizado direito constitucional nos EUA de casar-se.
Explicando que os 15 líderes máximos da Igreja (os 3 membros da Primeira Presidência e os 12 Apóstolos) se reuniram diversas vezes por meses para discutir as ramificações desta legalização em junho do ano passado, Nelson oferece uma descrição do processo revelatório que culminou na política discriminatória oficial: Continuar lendo