Ensinamentos de Joseph Smith sobre Sacerdócio, Templo e Mulheres

Bênção por imposição de mãos. Mulheres Mórmons. História mórmon.

Mulheres encenam bênção por imposição de mãos, como realizada por pioneiras mórmons (Imagem: ordainwomen.org)

Com os dois últimos ensaios histórico-apologéticos publicados em seu site oficial, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias resolveu abordar duas preocupações relativas à mulher: a deidade feminina representada pela Mãe Celestial e a intricada relação das mulheres com o sacerdócio.

O ensaio intitulado “Ensinamentos de Joseph Smith sobre Sacerdócio, Templo e Mulheres” pretende responder “questões acerca da posição das mulheres na Igreja” dado o fato de que “só os homens são ordenados para ofícios do sacerdócio”. A iniciativa é louvável em si e torço para que tais ensaios sejam mais amplamente divulgados. Há, no entanto, sérias limitações no novo texto oficial da Igreja.

Apesar do título, o ensaio pouco aborda os ensinamentos de fato deixados pelo profeta Joseph Smith, preferindo reafirmar a visão contemporânea SUD, respaldando-a com algumas referências históricas, em detrimento de outras que não corroborem a visão do sacerdócio exclusivamente masculino. Nesse sentido, há duas questões históricas essenciais, deixadas de lado pelo ensaio e que, em minha opinião, fazem com que ele não explore de forma suficiente as doutrinas e desenvolvimentos históricos acerca do templo:

  • o ensaio sequer cita por nome o Quórum dos Ungidos (um quórum do sacerdócio constituído por homens e mulheres) – instituição sem a qual qualquer representação do entendimento de Joseph Smith sobre o sacerdócio será incompleta, se não distorcida;
  • o ensaio não traz uma única palavra sobre a ordenança da segunda unção (recebida pelo casal com a ordenação de ambos – homem e mulher – a ofícios do sacerdócio), e sem o entendimento da segunda unção é simplesmente impossível entender como mulheres foram de fato ordenadas ao sacerdócio durante a vida de Joseph Smith e posteriormente.

Abaixo, estão alguns destaques do novo ensaio, com meus comentários.

Sociedade de Socorro, parte da preparação para o Templo de Nauvoo

O ensaio corretamente aponta para a constituição da Sociedade de Socorro como parte da nova visão de Joseph Smith sobre o sacerdócio, culminando nas ordenanças do templo:

A restauração da autoridade do sacerdócio por meio do Profeta Joseph Smith é uma doutrina fundamental (…). Por essa mesma autoridade, Joseph Smith organizou a Sociedade de Socorro, como parte da estrutura da Igreja, que formalmente definiu e autorizou um aspecto importante da ministração das mulheres. Tudo isso foi feito para preparar os santos participarem das ordenanças do templo, que foram introduzidas logo após a fundação da Sociedade de Socorro. 

Entendimento mórmon influenciado pela cultura

Curiosamente, o texto da Igreja reconhece que a compreensão mórmon inicial sobre o sacerdócio recebeu influência da cultura protestante ao seu redor, com o sacerdócio excluindo a mulher, sem elaborar, porém, que o entendimento atual também seja influenciado pela cultura, e não o resultado direto de revelação:

(…) muitos santos dos últimos dias inicialmente compreenderam o conceito de sacerdócio, em grande parte, em termos comuns para a época. Em 1830, nos EUA, a palavra sacerdócio era definida como “o ofício ou natureza de um sacerdote” e “a ordem de homens separados para ofícios sagrados”, identificando sacerdócio com o ofício religioso e os homens que o possuíam. 

Ele então aponta para as visitações celestiais de 1836 que mudaram tal entendimento:

A compreensão dos Santos dos Últimos Dias sobre a natureza do sacerdócio e as [suas] chaves cresceu como resultado de revelações recebidas por Joseph Smith. (…) Em 1836, mensageiros angelicais deram chaves do sacerdócio a Joseph Smith que permitiriam membros da igreja receberem as ordenanças do templo. Em uma revelação de 1841, o Senhor ordenou aos santos que construíssem um templo em Nauvoo, Illinois, onde Ele revelaria a Seu povo “todas as coisas pertencentes a esta casa, e Seu sacerdócio.” As ordenanças culminantes do sacerdócio seriam encontradas no templo e ajudariam a preparar homens e mulheres para entrar na presença de Deus.

Desenvolvimentos revelatórios em Nauvoo proporcionaram às mulheres novas oportunidades de participar na Igreja e expandiram a compreensão dos Santos dos Últimos Dias sobre a relação eterna entre homens e mulheres. A organização da Sociedade de Socorro Feminina de Nauvoo, em 17 de março de 1842, marcou um passo significativo nesses desenvolvimentos.

Ainda que cite a afirmação de que a Sociedade feminina foi organizada “na Ordem do Sacerdócio”, o ensaio não elabora a respeito do significado percebido pelos santos da época:

Como Sarah Granger Kimball, membro-fundadora da Sociedade de Socorro, relatou, o Profeta lhes disse que ele teria “algo melhor” para elas e disse que iria organizar as mulheres “na Ordem do Sacerdócio segundo o padrão da Igreja”.

Sacerdócio e a Sociedade de Socorro

O texto menciona dois aspectos importantes na história mórmon, em que a prática feminina difere totalmente do mormonismo SUD contemporâneo.

1. Mulheres ordenadas

Dois aspectos dos ensinamentos de Joseph Smith para as mulheres da Sociedade de Socorro podem ser desconhecidos para os membros da Igreja hoje. Primeiro, é o seu uso da linguagem associada ao sacerdócio. Na organização da Sociedade de Socorro, Joseph falou de “ordenar” mulheres e disse que as líderes da Sociedade de Socorro iriam “presidir a Sociedade.” Ele também declarou: “Eu agora passo a chave a vocês, em nome de Deus”.

Acertadamente, o texto conclui que:

Tais declarações indicam que Joseph Smith delegou autoridade do sacerdócio para as mulheres na Sociedade de Socorro.

A explicação a seguir, no entanto, minimiza totalmente o significado dessa delegação de autoridade:

A linguagem de Joseph pode ser melhor compreendida no contexto histórico. Durante o século 19, Santos dos Últimos Dias usavam o termo chave para se referir a autoridade, conhecimento ou ordenanças do templo. Da mesma forma, mórmons por vezes utilizavam o termo ordenar em um sentido amplo, muitas vezes de forma intercambiável com designar e nem sempre se referindo a ofícios do sacerdócio.

2. Bênçãos por imposição de mãos

O segundo aspecto dos ensinamentos de Joseph Smith à Sociedade de Socorro que pode ser desconhecido hoje é seu endosso à participação de mulheres em bênçãos de cura. “Com respeito à mulher impôr as mãos,” de acordo com as atas da Sociedade de Socorro de Nauvoo, Joseph disse que “não há pecado alguém fazer isso se tem fé,” e admoestou “se as irmãs tiverem fé para curar o doente, que todos segurem a língua, e que tudo prossiga.”

Essa importante e honesta constatação de que (1) mulheres mórmons administravam bênçãos e ordenanças de cura e (2) o faziam com a aprovação de Joseph Smith, apesar da (3) prática gerar certa impopularidade, é a seguir diminuída pela afirmação de ser algo peculiar à época, subentendendo-se então que tenha sido substituída por um conhecimento maior na atualidade.

À época, Santos dos Últimos Dias compreendiam o dom da cura principalmente em termos do ensinamento do Novo Testamento, de que era um dos dons do Espírito disponíveis aos crentes através da fé. Joseph Smith ensinou que o dom de cura era um sinal que seguiria “todo aquele que crê, seja homem ou mulher.”

Comentando o declínio da prática, o ensaio nos relembra que os ensinamentos do Profeta Joseph Smith valem hoje menos do que a opinião de Heber J. Grant ou um manual institucional:

A participação das mulheres nas bênçãos de cura diminuiu gradualmente no início do século 20, à medida que líderes da Igreja ensinaram ser preferível seguir a diretiva do Novo Testamento de “chamar os élderes.” Em 1926, o Presidente da Igreja Heber J. Grant afirmou que a Primeira Presidência “não incentiva chamar as irmãs para administrar aos doentes, uma vez que as escrituras nos orientam a chamar os élderes, que possuem o sacerdócio de Deus e têm o poder e autoridade para administrar aos doentes em nome de Jesus Cristo”. O Manual de Instruções atual ordena que “somente os portadores do Sacerdócio de Melquisedeque podem ministrar aos doentes ou aflitos”.

Desconsiderando a evolução teológica a que se referiu antes, o texto cita Eliza R. Snow:

Com referência a essas bênçãos de cura, a presidente geral da Sociedade de Socorro Eliza R. Snow explicou em 1883, “As mulheres podem administrar em nome de JESUS, mas não em virtude do sacerdócio.”

A citação acima é problemática por não levar em conta as diversas opiniões a respeito do sacerdócio feminino e das qualificações de uma mulher para ministrar bênçãos de saúde. Orson Pratt, por exemplo, também disse que homens não precisariam do sacerdócio para exercerem dons de cura. Notemos ainda que a mesma Eliza R. Snow, no ano seguinte à citação acima, escreveu que uma mulher que possuisse a investidura teria não apenas o direito, mas a obrigação de administrar aos doentes, sugerindo com isso um poder maior em tais mulheres, proveniente das ordenanças do sacerdócio por elas recebidas.

Sacerdócio e o Templo

O novo ensaio afirma que:

Joseph Smith disse que as suas instruções à Sociedade de Socorro eram destinadas a preparar as mulheres para “possuirem os privilégios e bênçãos e dons do sacerdócio.” Isso seria realizado por meio das ordenanças do templo.

O texto, então, muito superficialmente introduz a ideia do Quórum dos Ungidos, ainda que sem citar seu nome:

Nos últimos dois anos de sua vida, Joseph Smith introduziu ordenanças e convênios do templo para um grupo especial de homens e mulheres. Em maio de 1842, ele oficiou as primeiras investiduras do templo  (…). Joseph Smith começou a selar (…) maridos e mulheres e, em seguida, iniciou as mulheres na investidura no final de setembro de 1843. Ele ensinou aos homens e mulheres que, ao receber as ordenanças do templo, que culminavam com a ordenança de selamento, eles entraram em uma “ordem do sacerdócio”.

Profeta Joseph Smith. Mormionismo, bênçãos por mulheres.

Joseph Smith iniciou a ordenação de Rainhas e Sacerdotisas

O ensaio não explica como a mulher pode entrar em uma ordem do sacerdócio – através do selamento – sem tornar-se uma portadora do sacerdócio. Ainda mais importante, aqui o ensaio omite a informação de que (1) esse grupo de homens e mulheres era um quórum do sacerdócio e (2) as ordenanças do templo – incluindo a investidura e o selamentos – culminavam em uma ordenança chamada de segunda unção (ou “segunda investidura”).

Em uma das reuniões do Quórum dos Ungidos, Joseph e Emma Smith receberam as suas segundas unções: “Baurak Ale [Joseph Smith] foi por comum acordo e voz unânime escolhido presidente do Quórum e ungido e ordenado à maior e mais alta ordem do sacerdócio (& Companheira)”. Essa anotação suscinta no diário de Joseph Smith significa a unção e ordenação de ambos – Joseph e Emma – “à maior e mais alta ordem do sacerdócio”.

Essa omissão parece ser essencial para sustentar a tese do ensaio oficial, uma vez que na segunda unção marido e esposa recebiam ofícios do sacerdócio. O ensaio não apenas omite, como parece contradizer a própria existência histórica dessa ordenança ao afirmar que “ordenanças do templo eram ordenanças do sacerdócio, mas não conferiam ofício eclesiástico sobre homens ou mulheres”.

Mulheres e o Sacerdócio Hoje

Após traçar como evolução todo esse histórico de retrocesso na compreensão do que seja o sacerdócio, o novo ensaio do site oficial SUD encerra falando sobre os diversos papéis exercidos por mulheres na Igreja, como missionárias, professoras, etc. Uma afirmação, porém, merece destaque:

Santos dos Últimos Dias e os outros muitas vezes erroneamente igualam sacerdócio a ofício religioso e os homens que o possuem, o que obscurece o conceito mais amplo de sacerdócio dos santos dos últimos dias.

Apesar das sérias omissões que distorcem os ensinamentos e as ações de Joseph Smith sobre mulheres e o sacerdócio, o ensaio acaba por abrir um importante ponto de reflexão ao separar sacerdócio de ofício. Caso venha a atingir os membros SUD em seu cotidiano, o ensaio poderá talvez desencadear um importante debate sobre o tema e proporcionar um resgate da verdadeira história do sacerdócio feminino – o qual, apesar da história oficial SUD, é por demais recente para ser totalmente apagada.

Atualização em 16/12/2015: o ensaio foi traduzido ao português e está disponível no site oficial.

17 comentários sobre “Ensinamentos de Joseph Smith sobre Sacerdócio, Templo e Mulheres

  1. As omissões em relação a segunda unção são justificadas, por fazer parte do convênio não divulgá-lo, mas mantê-lo em segredo.

    • Otávio, as porções da investidura referentes a ambos os sacerdócios são iguais para homens e mulheres. Meu entendimento é que cada um dos sacerdócios tem uma porção segundo a ordem do Filho e outra segundo a ordem do Pai. E todas culminando no que Joseph Smith chamou de “poder patriarcal de Abraão”.

      • Obrigado ir.Antonio pela resposta,vc acha que essa doutrina do sacerdócio feminino foi revelada no Velho ou no Novo Testamento ? Vc sabe sobre o evangelho de Maria Madalena , ela era uma líder ? Porque os apóstolos tinha ciúmes dela? Alguns estudiosos relatam sua autoridade era equivalente a de Pedro.

      • Otávio,

        O Apóstolo Paulo chama Priscila de “Apóstola” junto com seu marido Aquilo (admitindo, inclusive, que ambos eram Apóstolos famosos); Paulo menciona Priscila (junto com seu marido Aquila) como líderes de uma congregação em Corínto (I Co 16:19) enquanto Lucas relata como ambos “corrigiram” teológicamente o Apóstolo Apolo (At 18:26); Paulo chama Phoebe de “Diácona”; Paulo menciona Ninfas como líder de uma congregação em Laodicéia (Cl 4:15); Lucas menciona as 4 filhas de Felipe como Profetisas (At 21:9); Paulo menciona Cloé sugerindo um contexto de líder de uma congregação em Corínto (I Co 1:11); Paulo cita Evódia e Síntique como co-iguais com Paulo (συνεργων, “sunergos”, de onde vem a palavra sinergia) como Apóstolo (Fp 4:3); Lucas menciona Lídia como a líder de uma congregação em Filipos (At 16:40).

        Todas as evidências na primeira metade do século I apontam para mulheres não apenas exercendo ofícios no Sacerdócio, como liderando e administrando a Igreja.

        O Evangelho de Maria Madalena é bem posterior, provavelmente escrito no final do século II. Ele não documenta bem a Igreja nesse período “inicial”, mas documenta bem os conflitos no segundo século entre as comunidades Cristãs que abraçam o Sacerdócio feminino e as comunidades que se opõe a ele (como as comunidades de Mateus, Lucas, ou João), e entre as comunidades gnósticas e as comunidades proto-ortodóxas.

  2. Acredito que a igreja não tem interesse em revelar de forma clara e transparente sua história verdadeira e neste sentido, pontuaste as omissões e as consequentes distorções do ensaio. É como se tivessem perdido a oportunidade de esclarecimentos, o que é lamentável!

    • Também lamento, Lisiane, que a Igreja não tenha aproveitado melhor a oportunidade. Por outro lado, o ensaio traz referências importantíssimas que poderão ampliar o conhecimento de quem não se contentar com as conclusões do ensaio. Como costumo dizer, o bom estudante aprende apesar do mau professor.

    • Bela resposta do Marcello Jun, muito chic por sinal! Sugiro a criação de um 0800 chamado “Pergunte ao Jun ! ” Obrigado Marcello! Sei que vc é muito abençoado pelo seu conhecimento.

  3. Para mim fica muito claro que a Igreja, vendo-se encurralada pelas inúmeras informações disponíveis na Internet, não tem outra escolha a não ser mostrar, oficialmente, seu ponto de vista sobre o assunto.
    Contudo, parece-me, q não é sua intenção praticar a transparência dos fatos, afinal a “verdade parcial” é mais edificante (ng merece).
    Os assuntos são espinhosos e, como a maioria dos membros não busca saber a respeito, creio q para a instituição seja mais interessante agir dessa forma.
    A história da Igreja é difícil de engolir em muitos aspectos…

    • Rhuanita, esses treze ensaios publicados no site oficial foram um novo gênero na comunicação da Igreja SUD. Eles respondem a inquietações sobre temas “espinhosos”, como você disse, com a vantagem de referências a fontes históricas. O nível de honestidade variou. O ensaio Raça e Sacerdócio foi uma excelente surpresa para mim, por ex., enquanto os dois últimos foram mais decepcionantes.

      • Antônio, você acha que teria mais algum assunto digono de entrar nessa coletânea? Quais?

      • Boa pergunta, Adalberto. E difícil de responder.

        Eu tenho utilizado a definição cunhada pelo Marcello de que os ensaios são “histórico-apologéticos”. Ou seja, eles oferecem uma seleção de fatos históricos, costurados por uma interpretação apologética para responder a críticas externas ou, especialmente, dúvidas e críticas internas. Os temas mais abordados nos ensaios foram casamento plural (com quatro ensaios) e o Livro de Mórmon (com dois ensaios).

        Recentemente, perguntei a um grupo de historiadores (profissionais e amadores) mórmons se eles imaginavam a possibilidade da Igreja publicar um ensaio sobre a doutrina Adão-Deus, ensinada por Brigham Young. A maioria das respostas foi no sentido dela ser uma questão grandemente desconhecida dos membros e que, por isso, não chegaria à pauta desses ensaios.

        Desconsiderando esse uso dos textos para suprir uma demanda especialmente interna, esta seria minha lista (muito parcial) de temas:

        – influências místicas e ocultistas na família Smith; uso contemporâneo na região de radiestesia e pedras de vidente;

        – a evolução de Doutrina e Convênios e a incorporação das Palestras Sobre a Fé ao cânone e seu posterior abandono;

        – o desenvolvimento da lei da adoção e posterior abandono da prática;

        – o Conselho dos Cinquenta;

        – evolução do conceito de dízimo, o desenvolvimento da Ordem Unida e a lei da consagração.

  4. Antonio, excelente análise do artigo publicado pela Igreja.

    Realmente é muito interessante a Igreja ter pontuado a diferença de que Sacerdócio e ofícios não são sinônimos. É inegável, através das fontes históricas da época de Joseph Smith, de que as irmãs da Sociedade de Socorro participavam de bençãos de cura. E também é irrefutável que elas eram ordenadas/investidas com o seus maridos no templo na cerimônia da segunda unção, como você demonstrou acima.

    É fascinante saber que mesmo as mulheres não participando mais de bençãos de cura, elas continuam recebendo a investidura no templo. São irmãs “iniciando” e “investindo” outras irmãs através da autoridade do Sacerdócio, mesmo elas não sendo ordenadas ao Sacerdócio.

  5. Eu tenho a impressão que, na maioria das vezes, a opção é mesmo subestimar algumas pessoas com essa parcialidade. Foi uma bela enrolada mencionar as palavras ordenar e designar como palavras usadas, intercambiavelmente, naquele contexto.
    Com certeza, são válidas as publicações, melhor ainda, se fossem imparciais.

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