Igreja Mórmon estabelecida no Reino Unido admite mulheres para ordenação ao Sacerdócio Aarônico.

A Igreja formalmente entitulada ‘A Igreja dos Últimos Dias de Jesus Cristo’ baseia-se no fato histórico de Joseph Smith haver Continuar lendo
Igreja Mórmon estabelecida no Reino Unido admite mulheres para ordenação ao Sacerdócio Aarônico.

A Igreja formalmente entitulada ‘A Igreja dos Últimos Dias de Jesus Cristo’ baseia-se no fato histórico de Joseph Smith haver Continuar lendo
Estudo conduzido com 48.984 membros ativos da Igreja SUD demonstra que Mórmons estão começando a aceitar o conceito de ordenar mulheres ao Sacerdócio e abraçá-las em posições de liderança eclesiástica.
Quem é esta senhora na foto abaixo?

A missão virou uma moda?
“A missão da mulher é casar”.
Que mórmon com mais de 5 anos de membro nunca ouviu essa frase? Seja numa aula, discurso, atividade ou conversa casual, algumas vezes ouvimos esse clichê. Para alguns, a ideia de que essa missão deveria ser cumprida era tão forte, que surgiria outro clichê em forma de rima:
“Quem casa com laurel vai para o céu”.

Artigo no jornal da Igreja Deseret News nota aumento no número de missionárias.
Essa ideia ainda é viva dentro da cultura popular SUD. Porém, um fato histórico mudou o rumo e fez amenizar esses clichês. Continuar lendo
Autora convidada: Melissa Inouye
Divisões agudas tornam difícil identificar “como os mórmons se sentem” sobre a política que barra crianças de pais em casamentos homossexuais de bênçãos ou batismo n’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Mas estas três coisas são verdadeiras:
Por “Mormonismo é carismático” (do termo charismata, ou dons do Espírito Santo, incluindo visões, curas, profecia, etc.), quero dizer que sua existência como tradição religiosa está predicada sobre certas histórias miraculosas serem reais: primeiro e acima de tudo, o nascimento e missão divina de Jesus Cristo, cuja vida estabeleceu um exemplo perfeito; após, as visões e inspiração dadas a Joseph Smith, um profeta chamado para revelar novas maneiras de entender a relação da humanidade com Deus. A afirmação do mormonismo de uma conexão continua com Deus através de revelação profética e também pessoal é como um cabo de alta tensão vivo — um conduto para o poder, mas também uma série responsabilidade. Por um lado, a experiência pessoal do Espírito é verdadeiramente miraculosa — uma abençoada anomalia, uma reorientação que muda a vida, uma alegria. Por outro, na história dos movimentos religiosos, poder carismático leva inevitavelmente a cismas. Continuar lendo
Após ouvir as palestras missionárias, Madison Brown havia decidido tornar-se membro d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Porém, a universitária foi surpreendida por um telefonema do presidente de missão, em Logan, Utah, informando-a de que seu batismo não seria permitido. Segundo Madison, o líder afirmou que ela necessitaria de uma permissão especial, após renunciar à prática de seus pais. Continuar lendo
A psicóloga mórmon Kristy Money reage e responde ao ensaio recém publicado pela Igreja SUD sobre o tema de mulheres e o sacerdócio.
Estou animada que minha igreja acaba de lançar seu material tão esperado e controverso sobre mulheres e o sacerdócio. Por muito tempo, as mulheres mórmons têm sussurrado sobre o fato que nossas antepassadas gozaram de uma reivindicação institucional mais forte sobre o sacerdócio do que temos hoje. No entanto, como uma mórmon feminista e multi-geracional estou desapontada que esses ensaios sobre a história das mulheres mórmons – nossa história – incluem, junto com os fatos, uma interpretação autoritária daqueles eventos que confinam ainda mais as mulheres ao seu lugar. Eu gostaria que o material contivesse menos manipulação, menos apelos diretos a autoridade para manter o status quo, para que as mulheres mórmons pudessem julgar mais livremente nossa própria história por nós mesmas. Continuar lendo
“A doutrina de uma Mãe Celestial é uma crença estimada e distintiva entre Santos dos Últimos Dias”, afirma o ensaio publicado na última sexta-feira no site oficial d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O texto é parte de uma série de ensaios histórico-apologéticos publicados desde novembro de 2013 e que na semana passada receberam finalmente um endosso explícito por parte da Primeira Presidência e do Quórum dos Doze. Continuar lendo
Uma reflexão sobre as famílias SUD não tradicionais
A família é a unidade central para muitas denominações religiosas cristãs. Na doutrina SUD não é diferente e pode ser mais complexa ainda. Por verem o casamento, a paternidade e a maternidade como relacionamentos importantes para o progresso eterno, a família é preservada para que todos possam viver unidos para sempre.

Porém, nem sempre isso acontece na prática. Há muitas mães ou pais divorciados que cuidam de seus filhos. Alguns só o pai ou a mãe é membro fazendo faltar um “pedaço” da família. Outros casos é da moça ou mulher já ter um filho e não conseguir se relacionar com alguém. Continuar lendo

O Amor de Uma Mãe, pintura de Lynde Mott, detalhe (Exponent II)
O trecho a seguir é do livro Women of Mormondom, publicado em 1877.
*
A mulher é a herdeira dos Deuses. Ela é co-herdeira com seu irmão mais velho – Jesus, o Cristo; mas ela herda de seu Deus-Pai e sua Deusa-Mãe. Jesus é o “amado” desse Pai e Mãe – seu Filho tão provado, escolhido para operar a salvação e exaltação de toda a família humana. Continuar lendo
Painel na Conferência “Negro, Branco e Mórmon” da Universidade de Utah esta semana explorou o que significa ser uma Mórmon negra e mulher.

Janan Graham-Russell no painel “Raça e Mulheres Mórmons” (Foto: Lennie Mahler | The Salt Lake Tribune)
As mulheres do painel afirmaram que sua experiência na Igreja SUD pode ser uma luta constante, mas que mantém a fé ativa.
Invisível.
É assim que muitas mulheres negras descrevem o seu lugar na Igreja SUD. Continuar lendo
Cindy Blackmore pretende caminhar do Canadá ao México para chamar atenção sobre abusos sofridos por mulheres na Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. “Meu foco não é defender ou criticar nenhuma religião ou grupo”, explica em seu blog, mas “despertar a atenção para a cultura de abuso, dar voz às vítimas e, espero, evitar que aconteça no futuro”. A jovem de 24 anos iniciou sua jornada no último dia 28 de agosto. Para isso, demitiu-se de seu emprego como policial em Las Vegas.
Crescendo numa colônia FSUD no Canadá onde a poligamia é um mandamento religioso, viu na sua infância a divisão de parentes e amigos entre a liderança de seu primo Warren Jeffs e de seu tio Winston Blackmore. Seus pais e irmãos seguiram Blackmore e permanecem até hoje ativos na religião. Aos 14, Cindy deixou tudo para trás e foi para os Estados Unidos, onde concluiu o ensino médio e posteriormente formou-se em Psicologia. Continuar lendo
Jovens Mórmons encontram desafios para namorar e casar-se diferentes de não-membros?
Interessante peça jornalística na revista ‘TIME’ explora algumas das características idiosincráticas da cultura Mórmon nas práticas sociais de namoro e casamento e dos desafios atuais da juventude Mórmon.

Moças SUD sofrem com escassez de rapazes na Igreja para namorar ou casar-se?
Eis alguns destaques dessa investigação: Continuar lendo
Três mulheres farão parte de comitês formados pelas autoridades gerais d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A decisão inédita tornará permanente a participação de presidentes das chamadas organizações auxiliares em comitês até então exclusivamente masculinos. A decisão foi anunciada no ultimo dia 18. Continuar lendo

Retrato de Louisa Barnes Pratt (1802-1880)
Missionária em uma época em que mulheres mórmons não serviam missões, Louisa Barnes Pratt viveu na Polinésia Francesa entre 1848 e 1850, junto com seu marido Addison. Suas memórias sobre a vida no Pacífico incluem interessantes relatos a respeito da imposição de mãos e outros rituais de cura utilizados por mulheres mórmons. Falando sobre os polinésios, afirmou:
Eles têm grande fé nas ordenanças do Evangelho tais como batismo e imposição de mãos para recuperar a saúde do doente. Eu trouxe comigo uma garrafa de óleo consagrado que foi abençoado pelo irmão Brigham Young e outras autoridades, antes da minha saída de Salt Lake. As mulheres tiveram grande fé no óleo quando lhes disse de onde o havia trazido e por quem havia sido abençoado. Elas frequentemente trazem suas crianças até mim quando estão doentes para eu ungi-las, dar óleo internamente e impôr minhas mãos sobre elas em nome do Senhor; se eu lhes dissesse que ficariam bem logo, pareciam não ter dúvida disso, e assim era de acordo com sua fé.
Referência
Smart, Donna Toland, The History of Louisa Barnes Pratt. Logan: Utah State University, 1998, p. 128.