Minhas impressões pessoais sobre a 185a Conferência Geral Semi-Anual (Sessão da Manhã do Sábado)
Destaques
O coro do tabernáculo não cantou como pré-lúdio o conhecido “A Deus Senhor e Rei” porém, cantou “Jeová Sê Nosso Guia” que por diversas vezes é cantado como hino intermediário pela congregação.

Essa Conferência, como em abril deste ano, não teve o tradicional discurso de abertura e boas-vindas do Presidente Monson. Nele são faladas sobre rededicamentos de Templos, dedicações e novos Templos além de comentários (sempre otimistas, óbvio) de como anda a situação da Igreja além de anúncios históricos como em outubro de 2012.
Curiosamente, em abril ele não deu a despedida e o último discursante foi o Russell M. Nelson sobre santificar o Dia do Senhor, que está servindo de inspiração nessa Sessão.
Melhor discurso:
Élder Ballard que falou sobre ensinamentos sobre Apóstolos e Profetas antigos e modernos. O ponto alto foi sua sinceridade ao admitir que eles cometem erros como qualquer ser humano e usou exemplos de relações afetivas, familiares e amizades. Falou abertamente sobre a Reunião Sacramental ser para o Salvador, da importância do Sacramento e do que realmente é um testemunho (visto a falta de dicionário e bom senso entre os membros).
Pior discurso: Continuar lendo →