Dallin Oaks: A Culpa das Mulheres

O Apóstolo Dallin H. Oaks acredita que mulheres são culpadas por se tornar peças vivas de “pornografia” para “tentar” os homens.

Dallin Oaks

O Apóstolo Dallin Oaks, em discurso de Conferência Geral abordando o tema de pornografia, apropriou-se da tática muito comum entre Mórmons de slut-shaming e atribuiu culpa às mulheres pelos pecados dos homens:

“E moças, entendam que caso não se vistam com recato, vocês estarão aumentando esse problema, tornando-se pornografia para alguns dos homens que olharem para vocês.

 

O que é slut-shaming?

Uma excelente definição sucinta resume bem um problema social prevalente e complexo que, infelizmente, ainda não tem uma adequada tradução em português:

Na sexualidade humana, slut-shaming é uma forma de estigma social aplicado a pessoas, especialmente mulheres e meninas, que são percebidas como violadoras das expectativas tradicionais para comportamentos sexuais. Alguns exemplos de circunstâncias em que mulheres são slut-shamed incluem violar códigos de vestimenta aceitos ao se vestir de formas supostamente sexualmente provocativas, ou pedindo acesso a controle de natalidade, ou mantendo relações sexuais pré-marital, casual, ou promíscuo, ou sendo estupradas ou sexualmente agredidas (o que é conhecido como “culpar a vítima”).

Por que essa atitude é comum entre Mórmons? O incentivo de líderes como Dallin Oaks explicam essa tendência social? É esse o tipo de atitude sexista que Mórmons no século XXI desejam inculcar nas novas gerações?

24 comentários sobre “Dallin Oaks: A Culpa das Mulheres

  1. Amigo vc fala com tanta firmeza ai te pergunto em qual revista vc achou essas declarações? pra falar temos que nos basear em algo. Você colocou algumas palavras mas não mostrou de onde tirou. Eu acreditarei so quando ver e aconselho outras pessoas a fazer o mesmo. Se naõ e perseguição pura.

    • Marli, no texto do artigo você consegue ver umas palavras coloridas. Na maioria das telas, elas aparecem em verde claro, ao invés do negro do resto do texto.

      Essas palavras coloridas são chamadas de links. Se você clicar nelas com o seu mouse (ou com a ponta do seu dedo, se estiver lendo no celular), abrir-se-á uma nova tela como que por um passe de mágica.

      Essa nova tela conterá a fonte de informação ao qual aquele trecho do artigo está fazendo alusão. A “revista” de onde nós “achamos” essas “declarações” está no link dentro do artigo. Basta apenas clicar nele e verá que está publicado no site oficial da Igreja SUD.

      Nós compreendemos que nem todas as pessoas sabem ou entendem como funcionam links. Ninguém nasce sabendo as coisas que precisam ser aprendidas. Contudo, acusar os outros de fazer algo partindo apenas de uma posição de ignorância (no caso, a sua ignorância de como funcionam links) não é uma postura particularmente inteligente ou mesmo caridosa. Sugerimos, no futuro, a prudência de perguntar e checar antes de sair fazendo acusações.

      Explicamos ainda mais explicitamente para lhe facilitar a compreensão: Quando você escreve “Você colocou algumas palavras mas não mostrou de onde tirou” está nos acusando de não citar as fontes de onde tiramos a declaração citada. Como demonstramos, essa sua acusação é falsa. Nós “mostramos de onde tiramos” claramente. Se você soubesse como funcionam links, não teria feito tal acusação falsa. Aliás, não teria escrito nada do que escreveu no seu comentário. Então, se tivesse perguntado (para nós, para algum amigo seu, etc.) antes, não teria cometido esse equívoco. Perguntar ou checar os fatos antes de acusar é sempre uma política vencedora.

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