Mórmons: Votem para Derrotar Donald Trump

Enquanto a Associação Brasileira de Estudos Mórmons não toma posições oficiais sobre política e não favorece partidos ou ideologias políticas, sentimos confiantes o suficiente nos fatos para encorajar todos os mórmons que nos acompanham dos Estados Unidos, que são eleitores registrados ou que conheçam amigos e familiares que o sejam, para votar no(a) candidato(a) que hoje oferece uma real possibilidade eleitoral em seu estado para derrotar o candidato Republicano à Presidência dos Estados Unidos.

Julie Beck, a 15a Presidente Geral da Sociedade de Socorro e membro do conselho do Sistema Educacional da Igreja, em campanha por Donald Trump

Julie Beck, a 15a Presidente Geral da Sociedade de Socorro e membro do conselho do Sistema Educacional da Igreja, em campanha por Donald Trump oferecendo oração pedindo-lhe a bênção de Deus

Independente de motivações pessoais, ideologias políticas, ou considerações de interesses de grupos, o candidato Donald Trump oferece uma visão francamente aberta de xenofobia, racismo, misoginia, intolerância religiosa, desonestidade, ignorância, preconceitoautocracia e irresponsabilidade antidemocrática. Isso sem falar na apologia ao bullying e o incentivo ao racismo contra crianças.

Há quatro anos atrás, nós publicamos alguns artigos documentando o hábito, desconfortavelmente frequente, do candidato mórmon ao mesmo cargo pelo mesmo partido, Mitt Romney, de mentir e distorcer os fatos. [ver aqui e aqui] Não obstante, jamais questionamos a capacidade intelectual ou senso de responsabilidade de Romney, que inclusive foi um dos primeiros Republicanos a aberta e publicamente denunciar Trump e urgir seus partidários a derrotá-lo nas eleições.

Embora algumas Autoridades Gerais eméritas e muitos  políticos mórmons estejam ativamente fazendo campanha por Trump, e apesar de receber muito apoio de membros da Igreja SUD, muitos mórmons surpreendentemente romperam com seus laços tradicionais ao Partido Republicano e indicam votar contra ele. Alguns mórmons, inclusive, organizaram-se para apoiar sua principal oponente, Hillary Clinton.

[155+ Republicanos proeminentes que denunciaram o candidato Republicano, ou mesmo votarão em sua principal oponente, Hillary Clinton.]

Um voto contra Trump é um voto contra os ideais fascistas que ele defende e prega, e apelamos a todos os mórmons por essa contribuição pela decência, pelas liberdades democráticas, e pela ética. Agora é a hora de suspender, ao menos por 2 dias, as brigas e as divergências partidárias e ideológicas, e lutar pelo que é moral e ético, pelo respeito e a integridade das instituições democráticas do país mais rico e mais influente do mundo. Mórmons, especialmente em Utah, podem causar um impacto importante – quiçá determinante – nessas eleições de amanhã. Essa é a hora para mórmons contribuirem de maneira significativa e positiva a história e o futuro da humanidade.

A partir de quarta-feira, voltemos todos às discussões e debates sobre políticas públicas, economia, e ideologias. Concordemos, por agora, em defender os princípios básicos humanistas de responsabilidade pública, democracia, respeito ético a minorias e a todos os seres humanos, valorização dos fatos e das ciências, que nos trouxeram ao período de maior prosperidade na história da humanidade.


Por que neo-nazistas apoiam Donald Trump?

O que Donald Trump pensa em política externa?

Por que Donald Trump abusa sexualmente de mulheres?

Por que Donald Trump faz apologia à violência partidária?

E como sua apologia à violência influência seus eleitores?

17 comentários sobre “Mórmons: Votem para Derrotar Donald Trump

  1. Clinton está legalizando aborto de bebês de 9 meses isso sim que eh Falta de moralidade
    Estamos torcendo para que Trump possa ganhar pq ele tem mais valores morais do que essa mulher fria e desumana

    • Em primeiro lugar, “aborto de bebês de 9 meses” não existe. É uma mentira que o Donald Trump andou dizendo. Eduque-se antes de escrever, por favor.

      Em segundo lugar, Clinton não “está legalizando” nada. Ela ainda nem foi eleita, ela não pode “legalizar” nada. Pense antes de escrever, por favor.

      Em terceiro lugar, Clinton não publicou nada em sua plataforma, ou prometeu nada em sua campanha, indicando alterar as leis vigentes em relação a prática legal do aborto. Ou seja, de acordo com a plataforma dela, os abortos que são legais continuarão legais, os que são ilegais, continuarão ilegais. Eduque-se melhor antes de escrever, por favor.

      Em quarto lugar, o artigo não está defendendo Hillary Clinton como única opção para derrotar Trump, especialmente em Utah. Leia melhor os artigos antes de escrever, por favor.

      E, finalmente, Donald Trump defende ideais claros de xenofobia, racismo, intolerância religiosa, misoginia, violência sexual contra mulheres, e militarismo. Hillary Clinton não defende nada disso. Se você acha que esses são os “valores morais” que são importantes para você, então talvez seja hora de repensar suas crenças sobre o cristianismo que supostamente abraça.

  2. Lamentável. Clinton quer mais conflitos armados e não hesitaria em continuar provocando a Rússia sem nenhuma necessidade. Querem mais guerras? Querem uma guerra nuclear? Então apóiem Hillary Clinton. Não querem isso? Nesse caso, o seu candidato – como o meu – é Donald Trump.

    • José Martins Moraes,

      Por favor, não seja mentiroso. Baseado em quais fatos, seja dos 4 anos que ela serviu como Secretária de Estado, seja de sua plataforma política, que qualquer pessoa racional poderia afirmar que ela “quer mais conflitos armados”?

      Donald Trump é tão, se não mais, intervencionista que a Clinton. Ele defendeu aumentar drasticamente gastos com o aparato militar. Ele defendeu armar Japão e Coréia do Sul, entre outros, inclusive a Arábia Saudita, com armas nucleares. Ele defendeu a possibilidade de usar armas nucleares no Oriente Médio contra o Daesh ou mesmo na Europa. Ele é profundamente ignorante sobre os programas nucleares militares e acredita ser preferível ser “imprevisível” com o uso de armas nucleares. Ele defendeu o assassinato de familiares de terroristas.
      defendeu nova invasão militar no Iraque e o bombardeio indiscriminado de campos de petróleo na região. Donald Trump defendeu transferir a embaixada americana em Israel para Jerusalém, assegurando assim piorar o conflito regional.

      E, sobre a Rússia, não nos esqueçamos que Trump nomeou como seu chefe de campanha um operador de campanhas pró-Rússia na Ucrânia que está envolvido em escândalo por ilegalmente receber dinheiro do governo russo para a campanha eleitoral presidencial norte-americana. E um de seus principais conselheiros em política externa é lobista para uma estatal russa.

    • Lamentavel e alguem que se diz seguidor de Cristo apoiar um candidato cuja campanha eleitoral foi inteiramente baseada em intolerancia; racismo; desrespeito a mulheres etc… Nao ha nada mais lamentavel do que alguem sujar o nome daquele que pregou justamente o amor, a tolerancia, a inclusao social entre outras coisas quando esteve aqui na terra. Mormons que acreditam ou dizem que acreditam no Salvador do mundo e apoiam alguem como o Trump para comandar a nacao mais poderosa e influente no planeta, sem mencionar a maior forca militar da terra, deveriam pensar muito sobre sua situacao perante o Salvador. Nos Mormons, devemos lembrar a triste historia de duas grandes civilizacoes que foram destruidas no continente Americano devido ao orgulho, falta de caridade, intolerancia e afastamento da verdade.

  3. Pq nos preocupamos com a eleição americana? Sei seu resultado irá nos afetar…(Brasil) mas não há nada que possamos fazer, nem os gringos podem fazer muito, já que suas eleições não são diretas…

    O Brasil tá cada dia pior e a gente preocupado com a gringolândia…gimme a break!!!

    • MNP: Nós temos muitos leitores nos EUA. Certamente alguns desses votam ou podem votar, ou no mínimo tem familiares, parentes, ou amigos que votam ou podem votar.

      Ademais, existe uma possibilidade não impossível que o voto mórmon possa realmente influenciar o resultado dessas eleições.

      E, como você disse, essa eleição certamente afetará o Brasil. Se não por isso, ao menos pelo dever moral de repudiar xenofobia, racismo, preconceito, intolerância, misognia sempre quando forem usados como ferramentas públicas.

  4. Voto útil
    Futuro da Suprema Corte tornou-se fator decisivo nas eleições dos EUA

    7 de novembro de 2016, 16h16

    Por João Ozorio de Melo

    O índice de rejeição a candidatos à Presidência dos EUA nunca foi tão grande — ao menos nos últimos 10 ciclos eleitorais, ou seja, nos últimos 40 anos. Em média (porque são inúmeras as fontes de pesquisa), o índice de rejeição ao candidato republicano Donald Trump é de 57%; o de apoio é de 24%, o que lhe confere um índice negativo de -33. O índice de rejeição à candidata democrata Hillary Clinton é de 52%; o de apoio é de 31%, com um índice negativo de -21. A soma das percentagens de rejeição ultrapassa 100% porque muitos eleitores rejeitam os dois.

    Nas eleições desta terça-feira (8/11), precedidas por votação antecipada, os eleitores se veem obrigados a colocar de lado suas rejeições aos candidatos, mesmo que muito fortes, porque há um fator decisivo em jogo: a escolha dos futuros ministros da Suprema Corte dos EUA.

    Assim, eleitores republicanos e independentes, com convicções conservadoras, se sentem “obrigados” a votar em Donald Trump, o candidato do Partido Republicano, apesar da rejeição a ele, porque ele irá nomear juízes conservadores para a Suprema Corte.

    E eleitores democratas e independentes, com convicções liberais, se sentem “obrigados” a votar em Hillary Clinton, a candidata do Partido Democrata, apesar da rejeição a ela, porque é quem nomeará juízes liberais para a Suprema Corte.

    Hoje com oito ministros — quatro conservadores e quatro liberais — desde a morte, em fevereiro, de Antonin Scalia, a nomeação do ministro que irá ocupar a cadeira vaga tem uma importância fundamental para a configuração jurídica, social, econômica e política do país.

    Questões em jogo
    O país quer manter o Obamacare (seguro-saúde dos pobres) e até melhorá-lo e ampliar o Medicaid (seguro-saúde dos que estão “abaixo do nível de pobreza”), como quer Hillary Clinton, ou quer acabar com o Obamacare e desmontar o Medicaid, como quer Donald Trump, para deixar a questão da saúde nas mãos da livre concorrência?

    Quer fazer os milionários, bilionários e grandes corporações pagarem imposto de renda, dentro da alíquota justa que lhes corresponda, para aliviar a carga sobre a classe média e sobre os trabalhadores em geral e, com isso criar novos programas sociais (Hilary), ou quer manter o status quo, em que um bilionário paga menos imposto de renda do que sua secretária, porque são os ricos e as grandes corporações que criam empregos e, portanto, devem receber incentivos (Trump)?

    Quer regularizar a situação de milhões de imigrantes ilegais, entre os 11 milhões existentes, para não separar famílias (pai ilegal, filhos legais) e manter uma mão de obra barata que a agricultura, as indústrias e as pessoas precisam (Hilary) ou quer deportar todos os imigrantes ilegais e construir um muro na fronteira com o México para impedir a entrada de mais imigrantes (Trump)?

    Quer manter a decisão da Suprema Corte que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (Hilary) ou quer reverter essa decisão e acabar com o casamento gay no país? Todas essas questões — e outras tantas importantes para definir os rumos que o país irá tomar — serão decididas pela Suprema Corte. Ou, mais precisamente, pelo ministro que for nomeado pelo próximo presidente da República.

    Então, todas as grandes questões jurídicas, com um forte conteúdo político (ou econômico ou social), deixarão de terminar empatadas, em quatro a quatro, na Suprema Corte. Passarão a ser decididas por cinco a quatro em favor dos conservadores, como era de costume antes da morte de Scalia, ou em favor dos liberais. As questões puramente jurídicas, em que o conservadorismo e o liberalismo não exercem um papel, continuarão a ser resolvidas juridicamente apenas. E o resultado pode ser de cinco a quatro a nove a zero.

    Além da cadeira quer era de Scalia, mais três podem ficar vagas durante o mandato do próximo presidente da República. A ministra liberal Ruth Ginsburger, 83 anos, o ministro conservador Anthony Kennedy, 80 anos, e o ministro liberal Stephen Breyer, 78 anos, podem se aposentar quando lhes for mais conveniente, uma vez que não há aposentadoria compulsória nos EUA. Essa “conveniência” parece próxima.

    Voto útil
    Esse é um quadro que assusta gregos e troianos. A provável nomeação de quatro ministros liberais ou quatro conservadores para a Suprema Corte em um ou dois mandatos presidenciais significa décadas de domínio liberal ou conservador na corte que decide os destinos do país. A atual corte tem maioria conservadora há décadas, porque uma substituição de alguns ministros ocorreu durante um governo republicano.

    Os EUA é um país de dois partidos, o Republicano e o Democrata. Mas existe uma terceira força eleitoral, a formada pelos chamados “independentes”. Além disso, o país tem diversos partidos minúsculos, uns de esquerda ou extrema esquerda, outros de extrema direita, que só representam alguma coisa quando somados.

    O Partido Republicano é declaradamente de direita, e o Partido Democrata é veladamente de direita — ou de centro-direita, embora abrigue “progressistas”, uma força considerável nos EUA que se opõe à direita, mas não se alinha com a esquerda e os “esquerdistas” que nunca se elegeriam sob uma sigla de esquerda. O Partido Democrata se diferencia do Republicano porque, de quando em quando, apoia medidas sociais. Mas, como regra geral, se alinha com os princípios capitalistas, protege as grandes corporações, defende o livre comércio etc.

    Em todos os ciclos eleitorais, os eleitores não republicanos e não democratas votam em candidatos de outros partidos, com destaque para o Partido Verde (5% dos votos, constantemente), para ajudá-los a crescer. Neste ano, os eleitores, de uma maneira geral, vão esquecer desse propósito e preferir o voto útil. Estão dando seu “voto útil”, desde o início da votação antecipada, para Hillary Clinton ou Donald Trump, porque as eleições estão muito apertadas (a vantagem nacional de Hillary é de apenas 3% e, às vezes, cai a 1%) e há muita coisa em jogo. Por exemplo, o destino do país, que será traçado pela Suprema Corte.

    A vantagem de 3% ou um pouco mais em âmbito nacional não significa nada. Os eleitores votam, em cada um dos 50 estados americanos mais o Distrito de Colúmbia, para escolher delegados para o Colégio Eleitoral, os verdadeiros eleitores do presidente e vice-presidente da República. Em 2000, Al Gore ganhou a eleição nacional, em número de votos, mas perdeu em número de delegados estaduais, depois da intervenção da Suprema Corte, que impediu a recontagem de votos na Flórida.

    Corte sob influências políticas
    Nesse quadro, as eleições de 2016 irão provavelmente criar um fenômeno ou dois, relacionados à Suprema Corte, que deverão ser observados. Após a morte do ex-ministro Scalia, o presidente Obama indicou, para ocupar sua cadeira, o juiz Merrick Garland. Obama fez essa escolha contra as preferências do Partido Democrata, porque Garland é considerado um juiz não politizado, moderado, sem tendências relevantes para o mundo liberal, embora não seja conservador.

    O presidente achou que seria um nome palatável para o Senado com maioria republicana, bem como com uma Comissão do Judiciário também de maioria republicana. Porém, os republicanos se recusaram a fazer audiências particulares e coletivas com Garland, alegando que a escolha do novo ministro deveria ser feita pelo novo presidente, quando ele tomasse posse, na esperança de que um candidato republicano seria eleito.

    Isso só ocorreria em fevereiro de 2017, após a posse do novo presidente, processo de escolha do novo juiz, submissão ao Senado etc. Porém, os senadores republicanos reconheceram, ultimamente, que a possibilidade de Hillary Clinton vencer Donald Trump existe. Se Hillary for eleita, e o Partido Republicano perder a maioria no Senado, ela provavelmente indicará um juiz liberal, não o moderado Garland.

    Por isso, os senadores republicanos tratarão de convidar Garland para audiências e votação pelo Plenário do Senado, antes do fim do ano, para assegurar que a corte tenha um candidato moderado, que às vezes poderá votar com os conservadores, com base em suas convicções jurídicas.

    Um outro cenário é o de Hillary se eleger, mas o Senado manter maioria republicana. Aí se criaria uma situação que o país não tem ideia de como resolver. Os senadores republicanos esperariam até fevereiro, para Hillary nomear juízes liberais para a corte, mas não concederiam audiências a qualquer candidato liberal — e muito menos votariam nele. Vários senadores de peso do Partido Republicano já anunciaram que esse será o procedimento do partido.

    João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

    Revista Consultor Jurídico, 7 de novembro de 2016, 16h16

  5. Ao meu ver não importa quem ganhe tal eleição. Os EUA será ingovernável, instável e incompetente em sua política externa e interna independente do candidato eleito. Os dois candidatos são “difíceis de engolir”, a dicotomia estadunidense entre Democratas e Republicanos é insustentável, nada dinâmica e nenhum pouco construtiva para nação. As prévias em ambos os partidos foram ridículas. Honestamente preferia o Sanders, pois Trump é louco e Hillary não é digna de confiança, Nixon e Bush são “anjos” comparado aos dois candidatos. Ninguém atura mais essa eleição.

  6. O negócio é escolher o menos pior pois os dois são ruins mas acho Trump um homem muito perigoso para o mundo, ele tem um temperamento complicado.

  7. Hilary é satanista.
    Apoia pedofilia e tráfico de crianças.
    Trump é um arrogante, racista, abusador de mulheres,sem moral nenhuma.
    Quem é o menos pior? será o “Capiroto”???

    • Não seja mentirosa, Beatriz. Expresse suas opinões pessoais sem mentir, por favor. Você não tem nenhuma evidência de que Clinton seja “satanista” ou que “apoi[e] pedofilia e tráfico de crianças”.

    • Nossa! Hahaha…essa Bia deve ser uma adolescente (ou UM adolescente) eu espero que ela seja uma adolescente, pq um adulto inteligente não diria tanta bobagem ( a menos que esse adulto tenha problemas mentais)

      Seria esse o caso?

  8. Esse site aqui é uma farsa, ele não é um site mórmon e não é um site mantido por mórmons. Os donos desse site serão processados civil e criminalmente. As atas notariais das postagens CRIMINOSAS deste site já foram impressas e serão encaminhadas às autoridades e aos nossos advogados.

    • Agradecemos pelo aviso, Christoffer Rodrigues.

      Aproveitamos a oportunidade para lhe lembrar que “calúnia” é crime previsto pelo artigo 138 do Código Penal, com penas de detenção (seis meses a dois anos) e multa, e é definido como “[c]aluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime”.

      E ainda lhe avisamos que “falsa identidade” é crime previsto pelo artigo 307 do Código Penal, com penas de detenção (três meses a um ano) ou multa, e é definido como “[a]tribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem”.

      Aguardamos contato de seus advogados (os verdadeiros, não os fictícios).

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