Mórmons, Maçons e Antimaçons

O segredo da maçonaria é guardar um segredo.

Joseph Smith

StairNauvoo1

Escada do atual templo de Nauvoo.

 

Na quarta ou quinta série, ouvi uma colega perguntar à professora de história se a maçonaria era a igreja do diabo. A surpresa que senti foi enorme, mas nada comparado ao que sentiria vinte anos depois, enquanto ensinava uma aula da Escola Dominical. Discutindo as combinações secretas descritas no Livro de Mórmon, alguém com décadas de experiência como membro da Igreja disse que a maçonaria se encaixava na descrição daquelas antigas conspirações.

Como filho e neto de maçons, na infância, via a maçonaria como algo divertido e atraente (com símbolos, segredos e roupas estranhas); ao longo dos anos, minha percepção continuou a ser positiva, enxergando uma instituição benéfica tanto para maçons quanto não-maçons (com a prática da caridade e o incentivo para serem pessoas íntegras) e compatível praticamente com qualquer religião. Como adulto, longe de idealizá-la, fui capaz de ver seu aspecto humano e suas relações de status social, como em qualquer outra instituição. Mas ainda levaria muito tempo para entender aquela pergunta ouvida aos 10 anos de idade como uma pergunta normal, a partir da perspectiva da nossa cultura.

Como um converso ao mormonismo, ao saber sobre a influência maçônica sobre Joseph Smith e ver no templo símbolos que conhecia como de origem maçônica, não senti nenhum conflito ou contradição, como muitos sentem ou já sentiram. Ao contrário, senti certo pertencimento ao ver símbolos que haviam sido incorporados ao meu imaginário pelo ambiente familiar e que ali tinham seus significados ampliados. Tampouco imaginei que um profeta não pudesse utilizar tradições já conhecidas para nelas encontrar verdades sublimes. Porém, para entender aquele comentário feito na Escola Dominical, e reconhecê-lo como legítimo, eu teria ainda que percorrer um caminho mais longo de leitura e reflexão, considerando o tratamento recebido pelo tema dentro da Igreja, a leitura promovida do Livro de Mórmon dentro desse contexto e a dificuldade que tem a maioria de nós, mórmons, de lidar de forma positiva com outras tradições ou organizações de natureza espiritual ou religiosa.

Estando familiarizado com a influência maçônica sobre Joseph Smith, foi interessante saber que a leitura antimaçônica do Livro de Mórmon – expressa naquele dia na Escola Dominical – não era só possível, como historicamente havia existido e influenciado conversos de renome, como Martin Harris e William W. Phelps.

A conexão histórica entre mormonismo e maçonaria é um fato reconhecido por ambas as instituições e tem sido objeto de vários estudos. A profundidade dessa conexão, seus primórdios e desdobramentos, no entanto, parecem não ter sido ainda totalmente explorados pela grande maioria de maçons e mórmons interessados no assunto. Há, muitas vezes, um reducionismo que tende a explicar a iniciação de Joseph Smith na fraternidade maçônica como uma busca de proteção política – como promovem alguns sud – ou uma cópia dos rituais maçônicos – de acordo com a visão de certos críticos do mormonismo, maçons ou não.

Em parte, tais limitações podem ser explicadas pela falta de compreensão que cada instituição tem da outra, pela necessidade de “defender” a si próprias, além da relativa falta de fontes primárias que lancem maior luz sobre a questão. Até mesmo mórmons que são também membros de lojas maçônicas muitas vezes optam por ignorar as complexidades e contradições da relação histórica entre os dois campos, optando pela mera apologia ou defesa, perante outros mórmons, de sua dupla filiação.

Entre muitos mórmons pode ser sentido um medo de lidar com informações que sugiram influências recebidas por Joseph Smith de seu meio, sua época e, especialmente, que sugiram que aspectos considerados únicos do mormonismo possam ter sido influenciados por outras tradições; ou, pior ainda, que Joseph Smith tenha deliberadamente incorporado ou feito empréstimos de conceitos e cerimônias de outras tradições ou organizações à sua volta. O receio provavelmente é de que tais informações possam comprometer a crença na origem divina da restauração e na posição de Joseph Smith como um profeta. Tal atitude contradiz a visão, tão presente no mormonismo, de que a inteligência e arbítrio humanos estão presentes no processo de aprender verdades divinas:

O mormonismo, talvez mais do que a maioria das religiões, reconhece o elemento humano no processo revelatório, seja ao iniciar aquele processo (D&C 9) ou prover as categorias conceituais e limites dentro dos quais uma dada revelação é entendida. O Livro de Mórmon prontamente reconhece “erros dos homens” em seu prefácio e as revelações em Doutrina e Convênios vêm dos servos do Senhor “em sua fraqueza, segundo o modo de sua linguagem, para que possam alcançar entendimento”, apesar da sua tendência a errar (D&C 1:24-28). Por que [esse mesmo processo revelatório que reconhece a iniciativa humana] seria diferente com as revelações sobre a obra do templo? (Armand L. Mauss, “Culture, Charisma and Change: Reflections on Mormon Temple Worship,” Dialogue: A Journal of Mormon Thought 20 (Winter 1987):p. 79)

Caso levássemos ao limite do absurdo esse mesmo receio de que certas evidências históricas possam comprometer o testemunho sobre a divindade da restauração, seríamos levados a menosprezar a influência do texto bíblico sobre a família Smith, uma vez que a Bíblia era um texto comum aos diferentes ramos do cristianismo que Joseph Smith declarava serem distorções da verdade original. É claro que nenhum mórmon pensaria isso. Isso porque a utilização do texto bíblico não compromete a crença na origem divina do mormonismo, seja frente a críticos ou seus próprios membros. Não há nenhum dedo apontado nessa direção. Aparentemente, os aspectos que nos ligam aos demais ramos do cristianismo são enfatizados pela Igreja moderna, enquanto os aspectos mais distintivos das doutrinas e práticas mórmons, em particular do passado, tendem a ser negligenciados ou subestimados na história oficial. A influência dos rituais e da simbologia maçônica sobre a tradição religiosa inaugurada por Joseph Smith parece ser um desses aspectos marginais da história mórmon, ao menos no que concerne a versão ensinada e utilizada no cotidiano da Igreja.

Quando se fala da influência maçônica sobre Joseph Smith, o sentimento de perigo pode atingir seu ápice, uma vez que tal influência ainda hoje se reflete, ainda que com menor intensidade do que antes de 1990, nos rituais considerados mais sagrados da Igreja sud, realizados no templo. Provavelmente, os templos mantidos pela Igreja sud permanecem sendo o aspecto mais controverso do mormonismo, com sua natureza secreta e seletiva até mesmo para os próprios membros. O conhecido jogo de palavras que nega haver segredos no templo e ressalta o seu aspecto sagrado expressa tão somente uma concepção negativa da ideia de segredo, desenvolvida na Igreja moderna, e uma tentativa de desassociar as ordenanças de sua referência maçônica. Na prática, porém, é requerido do membro que recebe a investidura guardar segredo sobre certos elementos da ordenança.

Ao associar as cerimônias mais sagradas da religião mórmon, realizadas em um local que ainda gera certa desconfiança entre não-membros, a uma instituição que pode gerar desconfiança tanto entre membros quanto não-membros, a atitude defensiva encontra terreno ideal para florescer. A ideia muitas vezes concebida, ainda que poucas vezes enunciada, é que ou Joseph Smith recebeu uma revelação sobre o templo ou fez empréstimos dos rituais maçônicos: uma coisa ou outra.

Aqueles que negam qualquer relação, ou argumentam que as semelhanças entre os dois [maçonaria e mormonismo] são superficiais, estão preocupados que o uso de rituais maçônicos por Joseph Smith seja inconsistente com seu papel profético. Outros se concentram nas semelhanças para fortalecer a ideia de que Smith fez muitos empréstimos da franco-maçonaria sem o benefício de inspiração. Esta abordagem “tudo ou nada” se combina com o segredo associado aos rituais para criar uma relutância em discutir o assunto em qualquer detalhe significante. (Michael W. Homer, “Similarity of Priesthood in Masonry”: The Relationship between Freemasonry and Mormonism. Dialogue: A Journal of Mormon Thought 1994: p. 02)

Um autor maçom que nega a definição da maçonaria como uma “sociedade secreta” dá esta interessante definição do segredo para o maçom: “O segredo maçônico é em si mesmo um símbolo; e, como os demais símbolos maçônicos, ele veicula uma instrução”. Alguém, como Joseph, que estava familiarizado com as “denúncias” dos rituais maçônicos, talvez pudesse imaginar que os novos rituais realizados pelos santos dos últimos dias também seriam mais cedo ou mais tarde “revelados” ao público. Onde permanece o segredo numa era em que os recursos tecnológicos tornaram sua exposição ainda mais rápida e detalhada? Ao definir tal símbolo – o segredo – como o (grande) segredo da maçonaria, estaria Joseph Smith incorporando a mesma visão às ordenanças do templo mórmon? [1]

A dificuldade ainda se intensifica com a impossibilidade histórica de datar os rituais maçônicos a um período anterior ao século XVIII. Como em outros dilemas da cultura sud, armamos a própria armadilha ao colocar de lado qualquer outra fonte de “veracidade” que não seja histórica ou muito antiga. Como se o poder simbólico de narrativas e representações pudessem depor contra nós, caso não sejam antigas o suficientes para ser exibidas como fatos. Dessa forma, a riqueza – e, simultaneamente, a simplicidade – do simbolismo maçônico é desconsiderada como um dos meios disponíveis que Joseph Smith tinha ao seu redor para expressar conceitos e princípios dos rituais do templo.

Uma vez que profetas e religiões sempre surgem e são nutridos dentro de um dado contexto cultural, também dinâmico, não deveria ser difícil entender por que mesmo as revelações mais originais devem ser expressas na linguagem da cultura e biografia do revelador. (Mauss, ibidem: p. 80)

Mas qual o preço a ser pago com esse olhar seletivo que ignora uma influência tão importante do passado mórmon e que ainda se reflete em nosso presente? Em 1974, o historiador Reed C. Durham dizia que o estudo sobre a maçonaria e sua influência sobre o mormonismo constituía uma “chave para o futuro entendimento de Joseph Smith e a Igreja”. Sua afirmação sugere que nosso entendimento atual sobre a restauração e Joseph Smith é reduzido e corre o risco, quem sabe, de ser distorcido.

Durham, à época diretor do Instituto de Religião da Universidade de Utah foi censurado pelo Sistema Educacional da Igreja e nunca mais abordou o tema em público, num claro exemplo de como a discussão sobre a influência maçônica sobre o mormonismo estava longe de ser bem recebida pelos canais oficiais da Igreja. O chamado de Durham, porém, não foi em vão, de forma que muitos acadêmicos escreveram e têm escrito sobre o mesmo tema. As novas informações disponíveis, as novas perguntas formuladas e suas possíveis respostas estão longe, no entanto, de alcançarem a maioria dos membros sud.

Em nosso país, isso é ainda mais verdadeiro, uma vez que há uma carência de publicações em língua portuguesa sobre temas de interesse histórico e cultural. Também é necessário reconhecer que a cultura majoritariamente católica do país e sua rejeição histórica da maçonaria por questões políticas que remontam ao império parece marcar a cultura nacional, o que talvez torne os membros brasileiros da Igreja particularmente mais avessos a refletir sobre a conexão entre mormonismo e maçonaria.

Grande parte dos trabalhos sobre maçonaria e mormonismo foca o período de Nauvoo, quando uma loja maçônica é formada pelos mórmons na sua nova cidade e seu profeta é iniciado formalmente na ordem. No entanto, o contato de Joseph Smith com a maçonaria antecede em muito aquele período. Sua introdução à maçonaria na década de 1840 foi “apenas o florescimento de uma relação que teve sua raiz no estado de Nova York antes da publicação do Livro de Mórmon” (John E. Thomson, The Facultie of Abrac: Masonic Claims and Mormon Beginnings. The Philalethes Society, December 1982).

A restauração levada a cabo por Joseph Smith era “cósmica em seu alcance, que penetrava o espaço até os confins da terra e os limites exteriores do próprio universo”. [2] Toda forma de conhecimento que pudesse aproximar o ser humano de seus progenitores celestiais pertencia ao mormonismo. A maçonaria foi vista por Joseph Smith como uma importante forma simbólica de conhecimento, a qual o mormonismo precisava restaurar ao seu propósito original. A restauração do evangelho original não podia dispensar uma restauração da maçonaria original.

Naquela manhã, na Escola Dominical, a única coisa que pude fazer foi dizer que Joseph Smith havia se tornado maçom para buscar um conhecimento sobre o templo que ele acreditava estar nela presente. Provavelmente, deve ter sido uma surpresa para muitos que acreditam num processo revelatório em que Deus provê respostas sem que o ser humano faça seu dever de casa ou busque as respostas à sua volta. No entanto, tenho cada vez mais me convencido de que não há melhor maneira de lidar com a falta de informação do que provendo a informação que falta. Isso deve soar óbvio demais.

A influência maçônica sobre Joseph Smith e os primórdios da Igreja sud não se limitam aos rituais do templo, mas apresentam paralelos na organização do sacerdócio de uma forma mais ampla; também é muito evidente na formação da Sociedade de Socorro, pensada originalmente como uma espécie de maçonaria feminina; e talvez mais importante e menos debatida seja a influência maçônica sobre a tentativa de Joseph Smith de “reformar” os santos em seus últimos meses de vida, proclamando uma religião alicerçada sobre “grandes princípios fundamentais” disponíveis a toda humanidade.

Leia também: Mormonismo e ciência

Hyrum, o profeta rejeitado

NOTAS

[1] MCNULTY, W. Kirk. A maçonaria: símbolos, segredos, significado. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 17.

[2] ALLEN, C. Leonard; HUGHES, Richard T. Illusions of innocence: Protestant primitivism in America, 1630-1875. Chicago: University of Chicago Press, 1988, p. 138.

140 comentários sobre “Mórmons, Maçons e Antimaçons

  1. Meu querido irmão a maçonaria não cultua a lua e sol, esses astros são apenas símbolos e tem significados também simbólicos, a maçonaria é uma instituição filantrópica e progressista tendo por finalidade o aperfeiçoamento do homem, qualquer que seja a sua classe social, religião ou sua condição financeira. A maçonaria também cultiva o patriotismo e não contraria as leis de nenhum país onde está localizada,nunca iniciamos nossas sessões magnas sem antes cantarmos o hino nacional e saudarmos o simbolo maior da nossa pátria que é a Bandeira do Brasil.

    • Ola, tenho 5 anos de igreja e não vi em livro algum, alguma coisa dessa maçonaria, também nem ouvi nenhum discurso, nem na liahona , nunca saiu alguma coisa. Também nunca ouvi o profeta falando algo, nem a favor nem contra. Porque escondem essas coisas.?
      Em Mosias 12.36 diz: não fará para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus nem embaixo na Terra. Em Genesis 1.16 diz que Deus fez o sol pra “governar” o dia, e a lua para “governar” a noite. E fez também as estrelas. Mas já vimos que Deus proíbe que seu povo faça alguma escultura, ou imagem de qualquer astro, ou imite ,faça algo semelhante, e que também o adore. As escrituras sagradas e alguns livros seculares mostram que muitos povos adoram os astros, muitos eram governados por um faraó, um imperador, um rei, que dizia ser o sol, “o deus sol, ou a reencarnação do deus sol”.
      Nimrode segundo a bilbia é bisneto de Noé: Ge. 10-8. E Cuxe gerou Nimrode, o qual chegou a ser o primeiro “PODEROSO” na Terra. Nimrode quis construir a torre de babel, para governar lá do alto do céu.
      Os seguidores de Ninrode consideraram a sua morte violenta uma tragédia ou calamidade, e o deificaram (fizeram dele um ídolo, um deus). Comemoravam a sua morte anualmente no primeiro e segundo dia do mês lunar de Tamuz, quando as mulheres choravam o seu ídolo.
      Rá, é o deus do Sol do Antigo Egito.
      Hiroíto foi deus, vilão, fantoche e símbolo de recuperação em seu longo reinado no Japão. E conseguiu escapar da responsabilidade do fracasso na Segunda Guerra.
      Ele era o deus vivo, descendente da deusa do Sol, Amaterasu.
      Ishtar é a deusa dos acádios ou Nammu, dos antecessores sumérios, cognata da deusa Asterote dos filisteus, de Isis dos egípcios, Inanna dos sumérios e da Astarte dos fenícios. Mais tarde esta deusa foi assumida também na Mitologia Nórdica como Easter – a deusa da fertilidade e da primavera…
      É irmã gêmea de Shamash e filha do importante DEUS LUA – Sin, e é representada pelo planeta Vênus.
      Apolo foi uma das divindades principais da mitologia greco-romana, um dos deuses olímpicos. Filho de Zeus e Leto, e irmão gêmeo de Ártemis…
      Bom, esses são trechos retirados da internet principalmente do Wikipédia, e o do Hiroíto é do site http://guiadoestudante.abril.com.br. Quem quiser é só ler, consultar.
      Bom, porque tantos querem ser o sol, a lua? Por que querem ser um “deus”.? Será que acreditam que dizendo isso serão “PODEROSOS” sobre a terra, assim como era Nimrode? Dizem eu sou o sol, eu sou a lua, um astro, uma estrela. Veja que coincidência: Ishtar é a deusa , para uns o sol, para outros a lua, para outros recebem outro nome. ISHTAR= star em inglês= estrela.
      Os astros e estrelas de Hollywood recebem cachês milionários para atuar na indústria de cinema americano, então, para onde vai todo esse dinheiro?
      Astros de Hollywood recebiam fortunas para promover o tabagismo e a ‘malvada’ Bette Davis, …
      Entre tantos outros exemplos, fico pensando quanta coincidência, será que foi por acaso que recebem o nome de estrelas? Ou é porque baseado nessa crença de serem deuses são capazes de influenciar as pessoas para comprarem seus filmes, suas musicas seus produtos??????
      E porque tantos cantam coisas sobre astros, e alguns dizem nas músicas eu sou o sol, eu sou a lua?
      Os Astros Me Revelam – João Neto e Frederico
      Quando a chuva passar / Quando o tempo abrir / Abra a janela / E veja: Eu sou o Sol. QUANDO A CHUVA PASSAR – Ivete Sangalo
      “O canto da cidade” de 1992 … Eu sou o silêncio da noite O sol da manhã.
      Letra da música Lua de Angélica – Lua eu sou lua Tua oh! meu sol Loura eu sou louca Por teus raios que ma douram Luva sou tua luva Nua
      “Você e a Lua e Eu Sou o Sol” Letra da musica Você e a Lua e Eu Sou o Sol: A verdade e que eu nunca te esqueci desde que você saio da minha vida Letra Você e a Lua e Eu Sou o Sol Calcinha Preta.
      E tem taannnnnnnnnnnnnntas e mais tantas é só procurar. Porque fazem isso? É só coincidência, ou eles também acreditam de alguma forma que isso lhes da algum poder, pra de forma subliminar, ou não, “GOVERNAR” as pessoas e sujeita-las a comprar suas músicas, e ficarem milionários?
      Dizem Em alguns que em alguns templos mórmons tem o símbolo do sol
      SOL & LUA NA MAÇONARIA

      O Sol e a Lua, geralmente presentes em cada lado da parede do Oriente e tendo entre eles o trono do Venerável Mestre, destacados também no Painel de Aprendiz Maçom…
      … Encontra-se de tudo por aí: Conforme alguns estudiosos de plantão, aquele Sol simboliza Mitras, Invictus, Horus, Rá ou Osíris, Hélio ou Apolo, a masculinidade, a Luz da Iniciação ou o símbolo do Oriente. Já a Lua quarto-crescente seria o feminino, o segredo a ser revelado, a busca pela verdade, a palavra perdida e prestes a ser encontrada, ou até mesmo a ressurreição…

      Esse trecho foi retirado do Texto – SOL & LUA NA MAÇONARIA do site http://www.noesquadro.com.br/2011/03/sol-lua-na-maconaria.html#comments.

      Então estava pensando, é tudo coincidência, ou é mais uma obra dos “CONSTRUTORES”.

      Antes levastes a tenda de vosso Moloque, e a estátua das vossas imagens, a estrela do vosso deus, que fizestes para vós mesmos.Amós 5:26
      Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.Atos 7:43
      Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!Isaías 14:12
      Apocalipse 12
      1 E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
      Depois dizem que não adoram nada, que seus símbolos não querem dizer nada. Sei!!!!!!!!!

    • Com muita propriedade, Jean-Pierre Bayard, em sua obra “A Franco-Maçonaria”, define o simbolismo: “O simbolismo é a linguagem da ascese. Para além do tempo e do espaço, liga a dimensão individual quotidiana, psicológica à escala cósmica, supra-individual. Pode variar na sua expressão, nas suas representações exteriores, mas os seus fundamentos permanecem imutáveis”. Diz ele, que “os símbolos não são simples imagens passivas, transformadores de energia psíquica, modificam a natureza secreta do homem. O símbolo não é um conceito sábio, em entidade abstrata, mas sim uma lei profunda, que exerce o seu poder sobre a natureza interior do ser humano. O símbolo permite a transmissão da mensagem, veicula o elemento central da idéia, para além das diferenças de cultura e de civilização. Ele é intemporal.
      Fontes de informações:
      • “Estudos Maçônicos sobre Simbolismo” – Nicola Aslan – Editora Aurora – Rio de Janeiro – 4a Edição.
      • “A Franco-Maçonaria” – Jean-Pierre Bayard – Publicações Europa-América – Portugal – 1989.
      “Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia” – Nicola Aslan – Editora Artenova – Rio de Janeiro – 1974.
      Copyright © 2002-2011 – Loja São Paulo 43 ∴
      Todo o conteúdo deste site é de uso exclusivo da Loja São Paulo 43
      http://www.lojasaopaulo43.com.br

      “A ascese (do grego ἄσκησις, derivado di ἀσκέω, “exercitar”) consiste na prática da renúncia do prazer ou mesmo a não satisfação de algumas necessidades primárias, com o fim de atingir determinados fins espirituais. O conceito abrange, por isso, um grande espectro de práticas, em culturas e etnias muito diferentes, que vão dos ritos iniciáticos (maus tratos, incisições e escoriações no corpo, repreensões de extrema severidade, a mutilação genital ou a participação em provas que exigem actos excessivos de coragem) aos hábitos monásticos de diversas religiões, incluindo o celibato, o jejum e a mortificação do corpo por diversos meios. Segundo as interpretações mais correntes, alguns dos fenómenos religiosos e místicos, envolvendo visões ou estados de êxtase resultam do enfraquecimento do corpo e da alteração do equilíbrio sensorial. Segundo o idealismo platónico, a ascese servirá, exactamente, para aproximar a pessoa (o asceta) da verdadeira realidade espiritual e ideal, ao desligar-se da imperfeição e materialidade do corpo….” continua.
      “Este artigo sobre religião é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.”
      Eu tenho procurado conhecer, entender pelo menos um pouco através da leitura, como é a maçonaria. O estranho é que já ouvi alguns maçons dizer que “maçonaria não é religião”. Então por que usam símbolos, e praticas religiosa?
      1°- na definição do maçon acima, o simbolismo ( se é que eu entendi) é usado com um poder de transformar, alterar os sentimentos e pensamentos do ser humano, e que com esse simbolismo expandir a capacidade psicológica do homem afim de, dar uma visão, uma capacidade de percepção melhor, e até ter uma visão quase divina. É isso? Bom essa pratica de se alterar os sentimentos e pensamentos de um ser recebe também o nome de “behaviorismo”, tem um vídeo muito bom como exemplo, se quiserem ver http://www.youtube.com/watch?v=iqNDL6i24a8 .
      2º- segundo o site de pesquisas, o dicionário define ascese como uma pratica religiosa, espiritual.
      Bom, baseado nessas coisas, se dizem que o simbolismo é intemporal, e seus fundamentos não mudam, apesar de passar o tempo e surgirem culturas, ele tem o mesmo valor, o mesmo significado. Logo os objetos, e imagens de culto a deuses do passado, têm o mesmo valor. Ou seja, ( só um exemplo) se no passado o obelisco era erguido para culto ao sol, hoje é a mesma coisa. Podem até “expressar” que é apenas uma homenagem, mas como diz o próprio maçom, na essência, no “espírito” ele continua com a mesma intenção para qual foi fundamentado, edificado, erguido, “CRIADO”. Assim como tantos outros objetos e imagens a deuses, e deusas como, por exemplo: Isis , também conhecida como deusa da fertilidade. Estou só resumindo o que diz o Wikipédia, olha só “Eventualmente o imperador Calígula abandonou os cuidados de Augusto em favor do que foi descrito como “cultos orientais”, e foi em seu reinado que o festival de Ísis foi estabelecido em Roma. De acordo com Flávio Josefo, Calígula vestiu-se como uma mulher e tomou parte nos mistérios que instituiu.” Segundo vários estudos, muitos desses cultos envolvem homossexualismo, pedofilia, zoofilia e daí pra pior. Uma vez que Isis é semelhante a ishtar, também deusa da fertilidade, e conhecida como mãe de prostitutas. ( bom, não sou eu que estou falando, isso diz a história). E muitas dessas divindades recebiam o obelisco como representação, homenagem ( chamem do que quiser). Dizem que em alguns povos o obelisco tinha a forma de um pênis, mais representava essa divindade. Veja um exemplo mais recente. http://www.pop.com.br/popnews/noticias/poptrash/736111-Multidao-se-reune-em-cidade-japonesa-para-festival-de-culto-ao-penis-.html
      Multidão se reúne em cidade japonesa para festival de culto ao pênis
      A cidade de Kawasaki, no Japão, recebe há 40 anos o Festival do Falo de Aço. A celebração inusitada ADORA o órgão sexual masculino como símbolo de fertilidade…
      Objetos em formato fálico podem ser vistos em todos os cantos de Kawasaki. No ponto alto da festa, duas esculturas de pênis gigantes saem pelas ruas. Segundo a tradição, o “DEUS PÊNIS” garante fertilidade e traz harmonia aos casais. Num país com graves problemas de natalidade, o festival é um incentivo para os casais terem filhos.
      O templo do Falo de Aço foi construído há mais de 150 anos. Os monges divulgam uma história folclórica sobre o deus local. Segundo a lenda, um demônio com dentes afiados teria se escondido na vagina de uma jovem e castrado dois homens durante a noite de núpcias. Então, um ferreiro teria construído um “falo de aço” para quebrar os dentes do demônio.
      Bom mais uma vez a expressão, é diferente, a cultura é diferente, o tempo é outro, mas eu acho que nesse caso o objeto, a imagem, o ídolo, o “SIMBOLO” continua sendo um “DEUS”.
      Bom, porque para a maçonaria, ou enfim qualquer que seja a religião, o simbolismo seria diferente, não teria o mesmo poder, não seria um “DEUS” ????????????.

      • Olá Kerlon…

        Quanto a maçonaria ser religião… Já comentei bastante a respeito, e você poderá ver alguns destes comentários aqui e aqui, onde, entre muitas outras coisas, afirmei que a maçonaria não é religião ou credo, e a ritualística maçônica não tem como finalidade prometer salvação, como nas religiões, e sim a transmissão de conhecimentos específicos e a auto-lapidação…

        Comentei também sobre o Falo aqui, e novamente afirmo que devemos respeitar as crenças de outras pessoas, seja qual for seu objeto de adoração, e consequentemente identificar e absorver o que há de bom em seus muitos ensinamentos, tal como no caso do Falo também ser uma referência a prosperidade, neste sentido, algo tão louvável. Assim, concordo com você quando disse que foi com muita propriedade que acertadamente Jean-Pierre Bayard ensinou que o simbolismo é intemporal (não atrelado ao tempo), neste extremo, temos o símbolo resistindo ao tempo e espaço, não perdendo sua essência, no entanto, noutro extremo, as interpretações ligadas a ele (o simbolismo) ou a circunstância em que foi aplicado não é intemporal, por conta da “transferência”, um conceito que talvez você desconheça ou não esteja familiarizado, mas que foi bem explicado pelo romancista não-maçom Dan Brown em sua obra “Anjos e Demônios”: “Quando filosofias organizadas (…) deixam de existir, seus símbolos permanecem…prontos para serem adotados por outros grupos. Chama-se a isso de transferência. (…) Os nazistas tomaram a suástica dos hindus, os cristãos adotaram a cruz dos egípcios, (etc…)” John A. Tvedtnes também aponta algumas heranças interessantes de culturas e crenças, em que lhe foram dados outras interpretações.

        Assim, no meu entender, acredito que você não entendeu bem a definição do maçom Jean-Pierre Bayard! (rsrs) Ele apenas explicou o impacto do simbolismo que invade profundamente o interlocutor, quando atento, pois de fato há um diálogo incrível entre o indivíduo e o símbolo! Portanto, a respeito do Behaviorismo que citou, “há diversas teorias psicológicas sobre o comportamento humano. O ‘internalismo’ postula que as causas do comportamento estão sediadas no interior do homem, seja em seu organismo ou em sua mente – nas memórias ou nas emoções.” Embora Skinner se oponha ao propor a teoria do behaviorismo radical, responsabilizando o meio ambiente pela conduta humana, o simbolismo, acaba abrangendo, no meu limitado entender, mais a teoria de Ryle e Wittgenstein no behaviorismo filosófico, pois “se preocupa com o sentido dos pensamentos e das concepções, baseado na idéia de que estado mental e tendências de comportamento são equivalentes, melhor dizendo, as exposições dos modos de ser da mente humana é semelhante às descrições de padrões comportamentais”. Assim, o simbolo trabalha de dentro pra fora, mas é apresentado ao interlocutor a priori, externamente, no ambiente em que está inserido, e se o permitir, o ensina e o influencia, o que otimiza seu modo de pensar, e consequentemente, seu agir.

        Quanto a ascese, foi citado que ela “consiste na prática da renúncia do prazer ou mesmo a não satisfação de algumas necessidades primárias, com o fim de atingir determinados fins espirituais. (…) A ascese servirá, exatamente, para aproximar a pessoa (o asceta) da verdadeira realidade espiritual e ideal.” Nem sempre deve ser interpretado apenas como ritos mais extremos, embora em algumas crenças e culturas exista, mas mesmo o jejum e a abstinência sexual antes do casamento, poderiam ser entendidos como a “ascese mórmom”, por exemplo! Em outras crenças e culturas, a ascese ganha interpretações diferentes, que a despeito disso, obviamente também merece nosso respeito. Porém, o fato de um indivíduo ser identificado como asceta, não significa propriamente que ele pratica alguma religião, mas pode significar que apenas queira um despertar espiritual, sem que isso seja atrelado à uma religião ou organização que faça parte, embora, nem uma nem outra sejam impedidas de adotar tais práticas.

        Espero ter ajudado por hora amigo…

      • Muito bom, te agradeço pela explicação pois lendo suas publicações e alguns textos sobre a maçonaria, percebo que “desconheço” muitas coisas. Como dizem, “ vivendo e aprendendo”, você disse:
        “Assim, o símbolo trabalha de dentro pra fora, mas é apresentado ao interlocutor a priori, externamente, no ambiente em que está inserido, e se o permitir, o ensina e o influencia, o que otimiza seu modo de pensar, e consequentemente, seu agir.”
        Jesus ensinou que não é o que “entra” no homem que o contamina, mas sim o que “sai”. Pois é do interior de seu coração que provem a inveja, ira, ganância, luxuria etc. Assim como você citou o nazismo, guiado por “Hitler” e seus símbolos. Acredito que Hitler nasceu com toda aquela maldade, cresceu, e buscou o conhecimento e poder necessário para expor sua maldade. Então como vovó já dizia” pau que nasce torto nunca se endireita”… kkkkkkkkkk. Mais uma vez citando eu penso que a maçonaria, e outras religiões dão a ferramenta, cada uma faça o que quiser. Muito obrigado.

      • …afirmei que a maçonaria não é religião ou credo, … a maçonaria não é religião?????? ou ela diz isso, pra não ser vista como religião? afinal muitas coisas nessa vida é maquiada, camuflada com o poder da palavra, da sugestão. é tudo um jogo de palavras.

        vocês maçons dizem que não são igreja e nem religião, e que seus símbolos são apenas para reverenciar, homenagear, um deus, ou um homem importante de nossa história, que muitas vezes representava um deus, ou deusa, certo? além de que seus símbolos e rituais fazem parte do trabalho de lapidação da pedra bruta(o homem) pois dizem que assim o trabalho de aprendizagem fica mais fácil…

        .. bom, pelo que eu li, me informei em sites de lojas maçônicas, existe muita contradição, um exemplo revistauniversomaconico. lá você encontra o isentivo a estudos como misticismo,zodíaco, magia, astrologia, Urim Tumim (citado na bíblia, como algo espiritual com finalidade de dar visão espiritual). magia divina, esoterismo, etc, etc…

        ..entre tantas filosofias uma chama a atenção é a cabalá, que tem ligação com torah, que tem ligação com DEUS. além da maçonaria reverenciar salomão, e seus símbolos e rituais e sua sabedoria. se isso não é igreja, nem religião, é o que então? eles se defendem e dizem que não são satanistas, salomão escreveu A ARTE da GOETIA, livros para invocar demônios.

        … pesquisando esse site Grand Lodge of British Columbia, ele mostra que Karl Theodor Reuss fundou uma “Academia Maçônica”, que ficou conhecida como a Ordo Templi Orientis, ou OTO. Ele foi o antecessor de Aleister Crowley, bruxo, satanista. Eliphas Levi, foi um mago, bruxo, satanista e criou Baphomet, Levi foi associado á maçonaria. Helena Petrovna Blavatsky foi maçom, Satanista, bruxa, cabalista. todas essas pessoas ou ESTUDARAM ou CONTRIBUÍRAM com as filosofias maçônicas…

        Um dos ensinamentos principais de Aleister Crowley é a lei de Thelema. Ele ensina que:
        “Não existe deus senão o homem.”
        ensina o homem a ser um deus, para ser adorado por outros homens.
        O livro da lei
        capitulo 2. 22 “Eu sou a Serpente que dá o Conhecimento e a Delícia e a glória que brilha,”…

        bom, sinceramente não sei mais o que é igreja, e nem religião.

    • …e saudarmos o símbolo maior da nossa pátria que é a Bandeira do Brasil…
      sim com certeza, o O OLHO DE HÓRUS, ou OLHO QUE TUDO VÊ.
      é isso que a nossa amada bandeira brasileira representa. né?

  2. Então, meu problema é que tenho muitas duvidas.

    Em 1 reis c. 11 diz que Salomão além de ter se casado com a filha de um faraó, ele teve varias amantes de outras religiões. E passou a ADORAR e erguer IDOLOS a vários deuses, inclusive moloque. Moloch ou Moloque, também conhecido como Malcã, conforme os textos bíblicos, é o nome do deus ao qual os amonitas, uma etnia de Canaã (povos presentes na península arábica e na região do Oriente Médio), sacrificavam seus recém-nascidos, jogando-os em uma fogueira. Também é o nome de um demônio na tradição cristã e cabalística.

    Livro de Deuteronômio, capítulo 4, versículos 16, 17, 18 e 19, diz: “Para que não vos corrompais, e vos façais alguma escultura, semelhança de imagem, figura de macho ou de fêmea. Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alígera que voa pelos céus; Figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; E não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. Mas o Senhor vos tomou, e vos tirou do forno de ferro do Egito, para que lhe sejais por povo hereditário, como neste dia se vê.”

    Deuteronômio. 27:15. “Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao SENHOR, obra da mão do artífice, e a puser em um lugar escondido. E todo o povo, respondendo, dirá: Amém.”

    Rá1 ou Ré2 (em egípcio: *ri:ʕu), é o deus do Sol do Antigo Egito. No período da Quinta Dinastia se tornou uma das principais divindades da religião egípcia, identificado primordialmente com o sol do meio-dia.3 O principal centro de seu culto era a cidade de Heliópolis (chamada de Inun, “Local dos Pilares”, em egípcio),4 onde era identificado com o deus solar local, Atum.5 Através de Atum, ou como Atum-Ra, também era visto como o primeiro ser, responsável pela origem da Enéade, que consistia de Shu e Tefnut, Geb e Nut, Osíris, Seth, Ísis e Néftis.

    Então pelo que entendi a maçonaria tem seu simbolismo baseado na fé e sabedoria de salomão. Baseado nessas coisas que salomão edificou seu templo.

    “O Templo de Salomão em particular ocupa uma posição de destaque dentro da simbologia maçônica, tratando–se de uma das maiores fontes de símbolos, alegorias, lendas e ensinamentos da Maçonaria. Por se tratar de uma construção com mais de 3000 anos de idade, é natural que diversas dúvidas surjam no decorrer da busca das origens maçônicas. Podemos nos perguntar: o Templo de Salomão realmente existiu? Se existiu, quais eram suas dimensões? Hiram Abiff foi um personagem real?“ Trecho retirado da pagina.

    E dizem que até os dias de hoje alguns maçons praticam as mesmas coisas. Veja esse vídeo.

    • Caro Lucas…

      Me desculpe as palavras, mas sinceramente duvido que você realmente defenda o que argumentou, dando um sentindo destonado de bom senso às escrituras… Seguramente o mais simples leitor das escrituras entende que estas e outras muitas passagens relacionadas a idolatria, refere-se a postura do homem diante da criatura e não no ato de construção em si, daí, cada um pode ter um retrato em casa, um quadro de gravuras ou uma estatueta, mesmo qualquer outro objeto, desde que não se incline a ele e o adore, em suas mais variadas manifestações, tal como mais comumente acontece, quando os colocamos como “Deus” em nossa vida, tornando-os mais importante que desenvolvermo-nos espiritualmente, fortalecendo a família e edificando o reino de Deus onde estivermos… Neste sentido, ídolos modernos invade nossas vidas, se não nos policiarmos… “santuários” em nosso coração que não tem espaço para Deus, mas carro, programas de televisão, times de futebol, baladas, etc… ocupam espaços privilegiados, deixando Deus em segundo, terceiro, quarto plano… ou mais distante ainda… infelizmente…

      A Maçonaria reverencia sim Salomão, o Templo, e muitos outros símbolos, por seu auto nível de capacidade de ensinar princípios profundos e verdadeiros… No entanto, embora você tenha citado um dos muitos bons artigos do excelente Site “Revista Universo Maçônico”, intencional ou não, deixou de citar um trecho interessantíssimo e conclusivo do trabalho**, que não deveria ser omitido, pois o pesquisador maçônico Manly Hall, explica que a construção do Templo de Salomão não tem uma importância direta para a Maçonaria, e que sua essência “não é histórica nem arqueológica, mas uma linguagem simbólica divina perpetuando sob certos símbolos concretos, os sagrados mistérios dos antigos. Apenas aqueles que veem nela um estudo cósmico, um trabalho de vida, uma inspiração divina de pensar melhor, sentir melhor e viver melhor com a intenção espiritual de iluminação como fim, e com a vida diária do verdadeiro maçom como meio, conseguiram um vislumbre dos verdadeiros mistérios dos ritos ancestrais.” (HALL, Manly P. As chaves perdidas da Maçonaria, p. 36)

      **Trabalho enviado pelo Ir.’. Igor Guedes de Carvalho, Bacharel em História pela Universidade Federal de Ouro Preto e Companheiro Maçom da Loja Vigilantes da Colina Nº 68, jurisdicionada à Grande Loja de Minas Gerais.

      Espero ter ajudado, esclarescendo uma das suas “muitas dúvidas”… Que venha as outras!!! rsrsrs

      • então, fico feliz por vc ter dado atenção as minhas duvidas, e agradeço por suas palavras, meu objetivo não é ofender, muito menos julgar alguém dizendo se esta certo ou errado. o que tenho expressado é apenas um conhecimento mais ou menos d uns 30 anos envolvido com igreja , jesus , Deus, pecado , essas coisas. e hoje perdi minha fé nisso tudo, pois as vezes penso que tudo isso não passa de criação do próprio homem. mas o que desejo sinceramente é que vc, e tantas outras pessoas de outras igrejas, religiões, filosofias, etc, vivam em paz e cresçam em verdadeiro amor com seu próximo. pois o que tenho visto nesse tempo de vida é hipocrisia. a pessoa na igreja defende uma coisa, veste um personagem, mas na vida, na pratica, é egoista, falsa, mente, empresta e não paga, rouba, adultera, etc. então fica a pergunta! Pra que eu vou pra essa ou aquela igreja , pra ser assim, aprender a fazer isso???? o que eu vi, é que existe é o poder da sugestão sobre as pessoas, elas vivem condicionadas, manipuladas, muitas vezes se enganando. mas cada um tem o direito de viver como quer.
        (2 Tim. 4:3-4). “Porque virá tempo em que não suportarão a são doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, juntarão para si doutores conforme as sua próprias concupiscência”; “Desviarão os ouvidos da verdade voltando às fábulas”. Em outras palavras, à medida que o tempo do fim se aproxima, as pessoas se interessarão mais pelas coisas agradáveis aos seus ouvidos, que pela palavra da verdade divina. mais uma vez muuuuito obrigado, fica em paz..

      • Ótima escritura Lucas! Acho que Timóteo foi muitíssimamente confortado por Paulo nesta epístola, pois muito provavelmente não se tratava apenas de algo que aconteceria num futuro distante, mas não duvido que Paulo, Timóteo e outros membros fiéis da Igreja Primitiva, já não tinham presenciados indivíduos, mesmo no seio da Igreja, que “não suportavam a sã doutrina” e formarvam “suas próprias verdades”, a seu modo, como lhe conviam… Uma realidade de todas as dispensações, o que indubitávelmente inclui a nossa, como sinal da Segunda Vinda às portas…

        No assunto em questão, a maçonaria ajudou a família de Joseph, bem como muitos outros por ela influenciados, a desenvolverem uma visão mais tolerante em relação às crenças das pessoas, tal como o respeito que você descreveu em seu comentário, ao admirávelmente afirmar que: “Desejo sinceramente é que vc, e tantas outras pessoas de outras igrejas, religiões, filosofias, etc… Vivam em paz e cresçam em verdadeiro amor com seu próximo.” Talvez você não saiba, mas esta é uma postura digna da disciplina maçônica! Por isso que por não ser uma religião, nela reuni-se pessoas de crenças diferentes, uma respeitando a crença e ponto-de-vista de outra, um cenário dificílimo de se ver na sociedade que vivemos.

        Pra mim, vale a penas entender que todos somos limitados, tropeçamos e nos enganamos, o que me ajuda a tolerar os erros dos outros e os meus, amá-los e também me amar, pois estamos todos buscando um lugar ao sol, a despeito de nossas muitas imperfeições. Embora você se tenha mostrado muito ferido com este cenário, não deveria ser assim, pois ainda vale a pena lembrar que a Religião busca, como seu próprio nome diz, ligar o homem a Deus, e mesmo que históricamente, alguns povos se afastaram mais de Deus (guerras, etc..) em nome “dela”, no fundo, em essência, o propósito dela é lapidar nosso caráter e nos elevar espiritualmente… Mas qual religião dentre tantas? Mesmo no cristianismo existem milhares… Quanto a mim, encontrei no mormonismo as respostas da alma que tanto preciso, e uma segurança de que quaisquer outras que surgirem, serão igualmente respondidas e/ou devidamente consoladas… como vem acontecendo ao logo dos anos…

        Do que tenho estudado da maçonaria e aprendido de amigos maçons, é que um dos valores imprescindíveis de um maçom é que o mesmo seja religioso, seja qual for a religião que tenha escolhido, mas que seja dedicado em seus deveres familiares, eclesiásticos e demais valores espirituais lá aprendidos. A maçonaria vê na prática da religião, uma ferramenta para a auto-lapidação e renascer espiritual.

        abs

      • cara, com todo respeito te chamar assim , mas uma vez sou grato pela resposta, e gostaria de dizer como seria bom se as pessoas se dedicassem mais em fazer o bem ao próximo e assim ocupassem seu tempo, como diz nas escrituras e evitassem contentas com debates e essas coisas sobre religião.
        Tito 3:9 Evita discussões insensatas, genealogias, contendas e debates sobre a lei; porque não têm utilidade e são fúteis. Desejo realmente que exista um acordo entre ao que se prega e se pratica.
        em D&C 42.12. diz que se deve ensinar os princípios que estão na bíblia e no livro de mórmon.
        sabemos que a bíblia foi editada e montada pela igreja católica. Os mórmons dizem pertencer a unica igreja verdadeira sobre a face da terra, e que as outras são do diabo.
        em 2 néfi 29, dizem que Deus chama de tolos aqueles que dizem ter uma bíblia e não precisam de outras. então surgem pessoas dizendo que a bíblia contém fatos históricos e locais aonde é possível testificar sua veracidade.
        enquanto que o livro de mórmon???
        mas eu sou grato pela sua atenção, e mas uma vez desejo que vc seja feliz em sua fé.

      • Lucas,

        gostaria que pudéssemos manter o tema deste tópico. A respeito da atitude mórmon em relação à Bíblia, você pode ler mais (e opinar) aqui. Eu escrevi sobre o mito da Igreja Católica ter corrompido a Bíblia aqui.

        Debater não é necessariamente “contenda” – dependendo da nossa atitude, claro! Tampouco debater desmotiva alguém a pôr a mão na massa para fazer o bem em termos mais concretos. Pelo menos, ninguém é forçado a ler e comentar. Que mo faz é porque vê algum valor na discussão.

        Abraço!

      • Excelente Antonio! Obrigado. Cada assunto no seu tópico!

        Entendo que há um enorme abismo que separa a discurssão calórica e desprovida de interesse sincero, (que muito bem se enquadraria no que Cristo ensinou em 3 Néfi 11:29-30); e noutro extremo, a discussão edificante, tal qual o mesmo Cristo ensina em D&C 88:118, onde entendemos que devemos “(…) [Ensinar] uns aos outros palavras de sabedoria; sim, nos melhores livros buscai palavras de sabedoria; [procurar] conhecimento (…).” Este último é o que buscamos moderar, incentivar e promover neste blog, a discussão aberta, instrutiva, munida de bons argumentos e pesquisas, e não aquela que afronta e agride.

        Lucas… Falando em Maçonaria, há um respeito muito grande pela opinião do outro, mesmo que contraponha pontos-de-vistas… Obviamente discordo de você quando diz que não temos que discutir…. temos sim que discutir, obviamente munidos de respeito e bom senso, para “ensinarmo-nos uns aos outros”, de outra maneira não teria uma atmosfera adequada ao aprendizado, e não havendo paciência, tolerância e empatia, devemos fazer mesmo como Paulo aconselhou Tito, e “evitar discussões insensatas”, pois sem dúvida, com sentimento antagônicos, persistir no debate é pura insensatez!

      • ola, só sitei o verso acima por que estou gostando das respostas e da maneira que vcs tem se comportado, pois não é sempre assim que as pessoas fazem. e é o que tenho visto aqui. Como diz 2 timoteo 2.24 “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar.” obrigado pela atenção, e paciencia.
        E como o esta escrito em timoteo que toda escritura é inspirada por deus para ensinar, corrigir o homem para seu crescimento e fortalecimento. e eu lembrei que disseram que a igreja católica editou e montou a biblia, e isso é ensinado por ela mesma, já ouvi um padre em um documentario falando sobre isso. E segundo a visão da fé deles, nessa ocasião estavam sendo guiados por Deus para isso, quem sou eu pra dizer que conrromperam , e o que conrromperam??? afinal o proprio profeta joseph diz que se a falhas e erros nas escrituras são erros dos homens. em apocalipse diz que quem acrescentar ou retirar algo das escrituras pagara por isso. então resta a cada um pedir sabedoria a Deus e examinar os frutos de cada um, pois é assim que conhecemos e temos dicernimento para continuar ou não nessa ou naquela fé. muito bom o que o senhor publicou. mas uma vez obrigado…

      • e mais uma coisa, em relação ao envolvimento dessa ou aquela religião ou igreja com a maçonaria, e se essa adora ou não um deus, se tem algum poder seus simbolismos, isso tudo pouco importa. afinal o que o ser humano precisa é de amor , perdão, gratidão, paciência, ou seja frutos que vão lhe fortificar e trazer uma vida saudável com seu irmão. mas se Deus realmente existe, se jesus existiu, se existe um mundo espiritual que influencia nossas vidas. eu aprendi que as vezes não são essas coisas que fazem uma pessoa aqui na terra melhor. acho até que as vezes é um atraso de vida, uma pessoa se dedicar a certos estudos.Jesus uma vez disse que a verdadeira religião é visitar o doente, o preso, é ajudar o necessitado, e não abrir uma igreja e extorquir dizimo e ofertas. tenho um primo que além de espirita é maçom, no entanto , ele se preocupa mais com o carro, com as motos que ele tem, enquanto a mãe as vezes nem tem o que comer, e nem tem um chuveiro pra tomar um banho. é só um exemplo. tem igreja , ou religião que prega , ensina muita coisa bonita, mas a realidade é muito triste. o que eu aprendi nessa vida é que eu não preciso de Deus, jesus, igreja religião, conhecimento nisso, decorar tantos livros vestir uma roupa, usar um simbolo, seguir Maomé, buda, salomão, joseph smith, Aleister Crowley, ou qualquer um que seja, para descobrir que tenho amor em meu coração. com certeza devemos absorver as coisas boas, e isso todos tem para ensinar. mas se Deus existe, eu sou grato a ele por me fazer sua imagem e semelhança, e me fazer com capacidade de pensar. não sou perfeito, mas também não é preciso se sujeitar a tudo que te ensinam e se tornar um fantoche manipulado apenas pra se “conquistar discípulos”, ou seja ganhar $$$. fica em paz.

      • Oi Lucas…. respeito sua opinião. Você tem o direito de pensar o que quiser. Mas se me permite, deixa eu expor também o que penso sobre o que postou agora:
        Creio em um Deus que conhece todas as coisas, e que organizou este mundo e muitos outros, e também os governa. É fácil pra mim conceber um Deus assim, o que causa ruídos absurdos ouvir de algúem que não devemos buscar luz e conhecimento, pra mim é contraditório com a própria essência de que somos deuses em embrião… Como Deus progride em conhecimento, deveremos/deveríamos seguir a mesma rota de progresso! Portanto, devemos buscar conhecimento em tudo e em todos…Ter a disciplina e discernimento de selecionar o que é bom e belo, e descartar o que não é válido… é verdade que a prática da religião pura descrita por Tiago é arregaçar as mangas e ajudar os próximo, em especial aos mais necessitados… No entanto, o que dizer pra confortá-los? O que fazer pra ajudá-los? Sem conhecimento, como podemos dizer a coisa certa no momento certo? Como fazer o que é certo e que traz mais resultados? Aquilo que vai realmente consolar, responder as perguntas da alma e curar a alma ferida. Portanto, caro amigo, conhecimento é poder, poder de elevar e nos elevar… O conhecimento vem pela prática e pelo estudo, pelo diálogo, pelo ouvir, e pelo falar… Sem conhecimento não progredimos, sem estudos e debates sadios, estagnamos!

        Honestamente, isso é um dos pontos mais fortes que muito me admira no mormonismo e na maçonaria, um incentivo intenso à busca incançável de conhecimento, uma luta ferrenha contra a ignorância! Porém, em toda parte, há quem seja incentivado a sair das trevas, e ainda assim insista em manter-se na escuridão, o orgulho os cega e os mantém numa zona de conforto…. O Mito da Caverna de Platão é evidente!!!

      • com certeza, é preciso ter uma palavra para confortar, ajudar, e como diz néfi que seja como uma barra de ferro para quem se apóia para guia-lo,para longe do abismo preparado par quem prarica a iniquidade. mas que interessante vc citar a caverna, estava justamente me lembrando disso. eu penso que essa história mostra bem como é nossa vida. vai povo, vem povo, vai geração, vem geração e as vezes penso: nós evoluimos, progredimos. em que????????? , pra onde???????????. Durante toda a história da humanidade sempre existiu filosofias, sofismas,contos, idéias, fabulas, teologias, mitologias, em fim essas coisas. certas coisas como dizem, “conversa pra boi dormi”. O que eu vejo é que homens que inventam essas historias, muitas vezes se tornam senhores, mestres,lideres, imperadores, dominantes,guias,reis, DEUSES daqueles que o ouve, acredita e segue suas ideias e sofismas. um exemplo mais uma vez na bibiblia, jesus certa vez disse sobre as autoridades judaicas, os doutores da lei. João 10:34-35
        “34 – Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses?
        35 – Se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada)”
        Este uso da palavra “deuses” para se referir a humanos é rara, mas é encontrada em outro lugar no Antigo Testamento. Por exemplo, quando Deus enviou Moisés ao Faraó, Ele disse: “Eis que te tenho posto por deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta” (Êxodo 7:1). Isto significa simplesmente que Moisés, como o mensageiro de Deus, estava comunicando as palavras de Deus e era, portanto, o representante de Deus para o rei. A palavra hebraica elohim é traduzida como “juízes” em Êxodo 21:6 e 22:8, 9 e 28.
        Na época em que Jesus estava ensinando entre nós o imperador de Roma era visto como deus soberano na terra, todos deviam se sujeitar a ele, as suas leis,lhe pagar impostos. Roma passou de imperio politico dominante sobre a terra, para imperio RELIGIOSO dominante sobre a terra. Agora o deus sobrerano na terra é o Papa, a igreja catolica, claro que muitos dizem: não, imagina!!! Antes vc era condenado até a morte, se não pagasse seus imposto, mas agora não precisa pagar imposto, mas tem que dar o dizimo, não é obrigado, claro. Mas já sabe, se não der vc vai pro inferno. Ou seja hoje não é nem um pouco diferente do passado, as pessoas vivem governadas, guiadas pelos seus deuses, seus lideres religiosos, são deuses, seus idolos da midia, as grandes marcas de produtos se tornam deus sobre as pessoas, seus politicos são seus deuses. As vezes penso em orar e pedir a Deus que me livre de se governado por um mal politico, mas acho que estarei entrando em contradição com a palavra, pois ela diz que DEVEMOS nos sujeitar a toda autoridade, já que são instituidas, permitidas por “DEUS”. Fica dificil entender. Penso que o Deus todo poderoso é sim o criador do céus e da terra, mas sinceramente, esse sistema que vivemos, essa zona ta longe de ter o dedo de Deus. Alguns dizem que não temos escolha, querendo ou não vc esta sendo guiado por um deus qualquer , acho esse video muito interessante http://www.youtube.com/watch?v=mcp5wLV9I4k. È preciso ajuda para sair da caverna, mas tem que cuidar para não sair de uma caverna e viver em outra….

Deixar mensagem para kerlon Cancelar resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.