Mórmons, Maçons e Antimaçons

O segredo da maçonaria é guardar um segredo.

Joseph Smith

StairNauvoo1

Escada do atual templo de Nauvoo.

 

Na quarta ou quinta série, ouvi uma colega perguntar à professora de história se a maçonaria era a igreja do diabo. A surpresa que senti foi enorme, mas nada comparado ao que sentiria vinte anos depois, enquanto ensinava uma aula da Escola Dominical. Discutindo as combinações secretas descritas no Livro de Mórmon, alguém com décadas de experiência como membro da Igreja disse que a maçonaria se encaixava na descrição daquelas antigas conspirações.

Como filho e neto de maçons, na infância, via a maçonaria como algo divertido e atraente (com símbolos, segredos e roupas estranhas); ao longo dos anos, minha percepção continuou a ser positiva, enxergando uma instituição benéfica tanto para maçons quanto não-maçons (com a prática da caridade e o incentivo para serem pessoas íntegras) e compatível praticamente com qualquer religião. Como adulto, longe de idealizá-la, fui capaz de ver seu aspecto humano e suas relações de status social, como em qualquer outra instituição. Mas ainda levaria muito tempo para entender aquela pergunta ouvida aos 10 anos de idade como uma pergunta normal, a partir da perspectiva da nossa cultura.

Como um converso ao mormonismo, ao saber sobre a influência maçônica sobre Joseph Smith e ver no templo símbolos que conhecia como de origem maçônica, não senti nenhum conflito ou contradição, como muitos sentem ou já sentiram. Ao contrário, senti certo pertencimento ao ver símbolos que haviam sido incorporados ao meu imaginário pelo ambiente familiar e que ali tinham seus significados ampliados. Tampouco imaginei que um profeta não pudesse utilizar tradições já conhecidas para nelas encontrar verdades sublimes. Porém, para entender aquele comentário feito na Escola Dominical, e reconhecê-lo como legítimo, eu teria ainda que percorrer um caminho mais longo de leitura e reflexão, considerando o tratamento recebido pelo tema dentro da Igreja, a leitura promovida do Livro de Mórmon dentro desse contexto e a dificuldade que tem a maioria de nós, mórmons, de lidar de forma positiva com outras tradições ou organizações de natureza espiritual ou religiosa.

Estando familiarizado com a influência maçônica sobre Joseph Smith, foi interessante saber que a leitura antimaçônica do Livro de Mórmon – expressa naquele dia na Escola Dominical – não era só possível, como historicamente havia existido e influenciado conversos de renome, como Martin Harris e William W. Phelps.

A conexão histórica entre mormonismo e maçonaria é um fato reconhecido por ambas as instituições e tem sido objeto de vários estudos. A profundidade dessa conexão, seus primórdios e desdobramentos, no entanto, parecem não ter sido ainda totalmente explorados pela grande maioria de maçons e mórmons interessados no assunto. Há, muitas vezes, um reducionismo que tende a explicar a iniciação de Joseph Smith na fraternidade maçônica como uma busca de proteção política – como promovem alguns sud – ou uma cópia dos rituais maçônicos – de acordo com a visão de certos críticos do mormonismo, maçons ou não.

Em parte, tais limitações podem ser explicadas pela falta de compreensão que cada instituição tem da outra, pela necessidade de “defender” a si próprias, além da relativa falta de fontes primárias que lancem maior luz sobre a questão. Até mesmo mórmons que são também membros de lojas maçônicas muitas vezes optam por ignorar as complexidades e contradições da relação histórica entre os dois campos, optando pela mera apologia ou defesa, perante outros mórmons, de sua dupla filiação.

Entre muitos mórmons pode ser sentido um medo de lidar com informações que sugiram influências recebidas por Joseph Smith de seu meio, sua época e, especialmente, que sugiram que aspectos considerados únicos do mormonismo possam ter sido influenciados por outras tradições; ou, pior ainda, que Joseph Smith tenha deliberadamente incorporado ou feito empréstimos de conceitos e cerimônias de outras tradições ou organizações à sua volta. O receio provavelmente é de que tais informações possam comprometer a crença na origem divina da restauração e na posição de Joseph Smith como um profeta. Tal atitude contradiz a visão, tão presente no mormonismo, de que a inteligência e arbítrio humanos estão presentes no processo de aprender verdades divinas:

O mormonismo, talvez mais do que a maioria das religiões, reconhece o elemento humano no processo revelatório, seja ao iniciar aquele processo (D&C 9) ou prover as categorias conceituais e limites dentro dos quais uma dada revelação é entendida. O Livro de Mórmon prontamente reconhece “erros dos homens” em seu prefácio e as revelações em Doutrina e Convênios vêm dos servos do Senhor “em sua fraqueza, segundo o modo de sua linguagem, para que possam alcançar entendimento”, apesar da sua tendência a errar (D&C 1:24-28). Por que [esse mesmo processo revelatório que reconhece a iniciativa humana] seria diferente com as revelações sobre a obra do templo? (Armand L. Mauss, “Culture, Charisma and Change: Reflections on Mormon Temple Worship,” Dialogue: A Journal of Mormon Thought 20 (Winter 1987):p. 79)

Caso levássemos ao limite do absurdo esse mesmo receio de que certas evidências históricas possam comprometer o testemunho sobre a divindade da restauração, seríamos levados a menosprezar a influência do texto bíblico sobre a família Smith, uma vez que a Bíblia era um texto comum aos diferentes ramos do cristianismo que Joseph Smith declarava serem distorções da verdade original. É claro que nenhum mórmon pensaria isso. Isso porque a utilização do texto bíblico não compromete a crença na origem divina do mormonismo, seja frente a críticos ou seus próprios membros. Não há nenhum dedo apontado nessa direção. Aparentemente, os aspectos que nos ligam aos demais ramos do cristianismo são enfatizados pela Igreja moderna, enquanto os aspectos mais distintivos das doutrinas e práticas mórmons, em particular do passado, tendem a ser negligenciados ou subestimados na história oficial. A influência dos rituais e da simbologia maçônica sobre a tradição religiosa inaugurada por Joseph Smith parece ser um desses aspectos marginais da história mórmon, ao menos no que concerne a versão ensinada e utilizada no cotidiano da Igreja.

Quando se fala da influência maçônica sobre Joseph Smith, o sentimento de perigo pode atingir seu ápice, uma vez que tal influência ainda hoje se reflete, ainda que com menor intensidade do que antes de 1990, nos rituais considerados mais sagrados da Igreja sud, realizados no templo. Provavelmente, os templos mantidos pela Igreja sud permanecem sendo o aspecto mais controverso do mormonismo, com sua natureza secreta e seletiva até mesmo para os próprios membros. O conhecido jogo de palavras que nega haver segredos no templo e ressalta o seu aspecto sagrado expressa tão somente uma concepção negativa da ideia de segredo, desenvolvida na Igreja moderna, e uma tentativa de desassociar as ordenanças de sua referência maçônica. Na prática, porém, é requerido do membro que recebe a investidura guardar segredo sobre certos elementos da ordenança.

Ao associar as cerimônias mais sagradas da religião mórmon, realizadas em um local que ainda gera certa desconfiança entre não-membros, a uma instituição que pode gerar desconfiança tanto entre membros quanto não-membros, a atitude defensiva encontra terreno ideal para florescer. A ideia muitas vezes concebida, ainda que poucas vezes enunciada, é que ou Joseph Smith recebeu uma revelação sobre o templo ou fez empréstimos dos rituais maçônicos: uma coisa ou outra.

Aqueles que negam qualquer relação, ou argumentam que as semelhanças entre os dois [maçonaria e mormonismo] são superficiais, estão preocupados que o uso de rituais maçônicos por Joseph Smith seja inconsistente com seu papel profético. Outros se concentram nas semelhanças para fortalecer a ideia de que Smith fez muitos empréstimos da franco-maçonaria sem o benefício de inspiração. Esta abordagem “tudo ou nada” se combina com o segredo associado aos rituais para criar uma relutância em discutir o assunto em qualquer detalhe significante. (Michael W. Homer, “Similarity of Priesthood in Masonry”: The Relationship between Freemasonry and Mormonism. Dialogue: A Journal of Mormon Thought 1994: p. 02)

Um autor maçom que nega a definição da maçonaria como uma “sociedade secreta” dá esta interessante definição do segredo para o maçom: “O segredo maçônico é em si mesmo um símbolo; e, como os demais símbolos maçônicos, ele veicula uma instrução”. Alguém, como Joseph, que estava familiarizado com as “denúncias” dos rituais maçônicos, talvez pudesse imaginar que os novos rituais realizados pelos santos dos últimos dias também seriam mais cedo ou mais tarde “revelados” ao público. Onde permanece o segredo numa era em que os recursos tecnológicos tornaram sua exposição ainda mais rápida e detalhada? Ao definir tal símbolo – o segredo – como o (grande) segredo da maçonaria, estaria Joseph Smith incorporando a mesma visão às ordenanças do templo mórmon? [1]

A dificuldade ainda se intensifica com a impossibilidade histórica de datar os rituais maçônicos a um período anterior ao século XVIII. Como em outros dilemas da cultura sud, armamos a própria armadilha ao colocar de lado qualquer outra fonte de “veracidade” que não seja histórica ou muito antiga. Como se o poder simbólico de narrativas e representações pudessem depor contra nós, caso não sejam antigas o suficientes para ser exibidas como fatos. Dessa forma, a riqueza – e, simultaneamente, a simplicidade – do simbolismo maçônico é desconsiderada como um dos meios disponíveis que Joseph Smith tinha ao seu redor para expressar conceitos e princípios dos rituais do templo.

Uma vez que profetas e religiões sempre surgem e são nutridos dentro de um dado contexto cultural, também dinâmico, não deveria ser difícil entender por que mesmo as revelações mais originais devem ser expressas na linguagem da cultura e biografia do revelador. (Mauss, ibidem: p. 80)

Mas qual o preço a ser pago com esse olhar seletivo que ignora uma influência tão importante do passado mórmon e que ainda se reflete em nosso presente? Em 1974, o historiador Reed C. Durham dizia que o estudo sobre a maçonaria e sua influência sobre o mormonismo constituía uma “chave para o futuro entendimento de Joseph Smith e a Igreja”. Sua afirmação sugere que nosso entendimento atual sobre a restauração e Joseph Smith é reduzido e corre o risco, quem sabe, de ser distorcido.

Durham, à época diretor do Instituto de Religião da Universidade de Utah foi censurado pelo Sistema Educacional da Igreja e nunca mais abordou o tema em público, num claro exemplo de como a discussão sobre a influência maçônica sobre o mormonismo estava longe de ser bem recebida pelos canais oficiais da Igreja. O chamado de Durham, porém, não foi em vão, de forma que muitos acadêmicos escreveram e têm escrito sobre o mesmo tema. As novas informações disponíveis, as novas perguntas formuladas e suas possíveis respostas estão longe, no entanto, de alcançarem a maioria dos membros sud.

Em nosso país, isso é ainda mais verdadeiro, uma vez que há uma carência de publicações em língua portuguesa sobre temas de interesse histórico e cultural. Também é necessário reconhecer que a cultura majoritariamente católica do país e sua rejeição histórica da maçonaria por questões políticas que remontam ao império parece marcar a cultura nacional, o que talvez torne os membros brasileiros da Igreja particularmente mais avessos a refletir sobre a conexão entre mormonismo e maçonaria.

Grande parte dos trabalhos sobre maçonaria e mormonismo foca o período de Nauvoo, quando uma loja maçônica é formada pelos mórmons na sua nova cidade e seu profeta é iniciado formalmente na ordem. No entanto, o contato de Joseph Smith com a maçonaria antecede em muito aquele período. Sua introdução à maçonaria na década de 1840 foi “apenas o florescimento de uma relação que teve sua raiz no estado de Nova York antes da publicação do Livro de Mórmon” (John E. Thomson, The Facultie of Abrac: Masonic Claims and Mormon Beginnings. The Philalethes Society, December 1982).

A restauração levada a cabo por Joseph Smith era “cósmica em seu alcance, que penetrava o espaço até os confins da terra e os limites exteriores do próprio universo”. [2] Toda forma de conhecimento que pudesse aproximar o ser humano de seus progenitores celestiais pertencia ao mormonismo. A maçonaria foi vista por Joseph Smith como uma importante forma simbólica de conhecimento, a qual o mormonismo precisava restaurar ao seu propósito original. A restauração do evangelho original não podia dispensar uma restauração da maçonaria original.

Naquela manhã, na Escola Dominical, a única coisa que pude fazer foi dizer que Joseph Smith havia se tornado maçom para buscar um conhecimento sobre o templo que ele acreditava estar nela presente. Provavelmente, deve ter sido uma surpresa para muitos que acreditam num processo revelatório em que Deus provê respostas sem que o ser humano faça seu dever de casa ou busque as respostas à sua volta. No entanto, tenho cada vez mais me convencido de que não há melhor maneira de lidar com a falta de informação do que provendo a informação que falta. Isso deve soar óbvio demais.

A influência maçônica sobre Joseph Smith e os primórdios da Igreja sud não se limitam aos rituais do templo, mas apresentam paralelos na organização do sacerdócio de uma forma mais ampla; também é muito evidente na formação da Sociedade de Socorro, pensada originalmente como uma espécie de maçonaria feminina; e talvez mais importante e menos debatida seja a influência maçônica sobre a tentativa de Joseph Smith de “reformar” os santos em seus últimos meses de vida, proclamando uma religião alicerçada sobre “grandes princípios fundamentais” disponíveis a toda humanidade.

Leia também: Mormonismo e ciência

Hyrum, o profeta rejeitado

NOTAS

[1] MCNULTY, W. Kirk. A maçonaria: símbolos, segredos, significado. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 17.

[2] ALLEN, C. Leonard; HUGHES, Richard T. Illusions of innocence: Protestant primitivism in America, 1630-1875. Chicago: University of Chicago Press, 1988, p. 138.

140 comentários sobre “Mórmons, Maçons e Antimaçons

  1. … A História da O.T.O.
    Ordo Templi Orientis
    Mesmo que oficialmente fundada no princípio do Séc. XX e.v., a O.T.O. representa a exteriorização e confluência de divergentes correntes de sabedoria e conhecimento esotérico, que eram originalmente divididas e guiadas à contra cultura pela intolerância política e religiosa durante as idades negras. Ela remete às tradições dos movimentos Maçônicos, Rosacruciano e Iluminista dos Sécs. XVIII e XIX, às cruzadas dos Cavaleiros Templários da Idade Média, ao recente Gnosticismo Cristão e às Escolas Pagãs de Mistérios. Seu simbolismo contém uma reunificação das tradições ocultas do Ocidente e do Oriente, e a resolução destas tradições permitiu–a reconhecer o verdadeiro valor da revelação do Livro da Lei de Aleister Crowley.
    Carl Kellner
    O Pai Espiritual da O.T.O.
    O Pai Espiritual da Ordo Templi Orientis foi Carl Kellner (Renatus, 01/09/1851 — 07/06/1905), um rico industrial austríaco da química do papel. Kellner foi um estudante da Maçonaria, do Rosacrucianismo e do Misticismo Oriental, e viajou extensamente pela Europa, América e Ásia Menor. Durante suas viagens, ele alegou ter entrado em contato com três Adeptos (um Sufi, Soliman ben Aifa, e dois Tantristas hindus, Bhima Sena Pratapa de Lahore e Sri Mahatma Agamya Paramahamsa), e uma organização chamada A Irmandade Hermética da Luz.
    Em 1885, Kellner encontrou o Dr. Franz Hartmann (1838 — 1912), estudioso Teosófico e Rosacruciano. Mais tarde, ele e Hartmann colaboraram no desenvolvimento da terapia pela inalação de “ligno–sulfito”, para o tratamento da tuberculose, a qual formou a base do tratamento do sanatório de Hartmann nas proximidades de Saltzburg. Durante o decorrer de seus estudos, Kellner acreditou ter descoberto uma “Chave” que oferecia uma clara explicação de todo o complexo simbolismo maçônico e que, acreditava Kellner, abriria os mistérios da Natureza. Kellner desenvolveu o desejo de formar uma Academia Maçônica que permitiria habilitar todos os maçons a tornarem–se familiarizados com todos os existentes graus e sistemas maçônicos.
    Academia Maçônica
    Em 1895 Kellner começou a discutir sua ideia de fundar uma Academia Maçônica com seu sócio, Theodor Reuss (Merlin ou Peregrinus, 28/06/1855 — 28/10/1923). Durante estas conversas, Kellner decidiu que a Academia Maçônica deveria chamar–se “Ordem dos Templários Orientais”. O oculto círculo interno desta Ordem (a O.T.O. propriamente dita) deveria organizar–se em paralelo aos mais altos graus dos Ritos maçônicos de Memphis e Mizraim, e deveria ensinar as doutrinas esotéricas Rosacrucianas da Irmandade Hermética da Luz e a “Chave” de Kellner para o simbolismo maçônico. Tanto homens quanto mulheres seriam admitidos a todos os níveis desta Ordem, mas a posse de vários graus da Arte e Altos Graus maçons deveriam ser pré–requisitos para a admissão no Círculo Interno da O.T.O.
    Ola, lendo esse texto eu vi que assim como em tantas outras igrejas e religiões, seu fundador fazia parte de uma, no caso a maçonaria. Então ele decidiu sair e fundar sua própria religião, igreja, seita, academia, em fim definam como quizer. Quem quizer saber mais sobre essa o.t.o é só procurar, esta na net. Pois então eu gostaria de fazer uma pergunta a vcs mórmons, ( calma, é só uma pergunta). Vocês já pensaram se seu fundador e profeta na verdade “nunca viu anjo”, nem Jesus nem pai celestial? Já pensaram se talvez Joseph foi apenas um bom moçinho, um maçom bonzinho com o coração cheio de boas intenções? E que ele decidiu se fazer ”profeta” e abrir sua igreja, criar seus “livro sagrado”? e se foi isso que aconteceu, o que vc faria? Agradeceria a maçonaria por ter edificado sua vida, sua fé em uma “história de faz de conta? “ ou ficaria chateado por ter feito de bobos condicionados , mas perdoaria? Afinal “os fins justificam os meios”?
    Ou você acha impossível alguém no mundo ter uma mente taaaaaaaaão criativa assim? Bom a historia da humanidade mostra, que não são só pessoas que “viram Deus” é que criam livros , igrejas religiões, formam conceitos, opiniões, grupos, sociedades,etc…. Epopeia de Gilgamesh, pelo rei Assurbanipal, Moises, enoque , Davi, Paulo. Mais recentemente karl Marx, Adolf Hitler, Jim Jones, Edir Macedo, etc.
    Em fim tantos, tantos, e mais tantos estão por vir, e muitos desses viram deus, ou não, mas foram grandes lideres, muitos cheios de amor e fé. Como Jim Jones por exemplo só tinha deus no seu coração, só amor, e num só dia matou quase todos seus discípulos de um vez só, quase mil pessoas. Bom mas uma vez não estou dizendo quem esta errado, o que fazem ou deixam de fazer. Estou apenas perguntando. Muitos podem dizer que tem pessoas maçons, mórmons, ou em fim qualquer que seja religião envolvido com a sociedade, na posição de um líder, seja como sacerdote, um político, governador, presidente. Bom as vezes fico pensando, será que tudo que seu mestre mandar eu devo fazer? Vejam Hitler, grande homem, grande líder, e olha a caca que ele fez. Nos dias de hoje tem muitos lideres mundiais envolvidos com seitas, religiões, fé. Muitos dizem que isso pouco importa, que não tem fé nessas coisas, e não acredita que esse poder do “mundo espiritual”, não vai fazer algum efeito no seu “mundo material”. Como diz o padre Quevedo “ isso no equixiste”. Mas será mesmo??? A pouco tempo descobri que nosso amado Brasil tem toda sua historia edificada, envolvida com a maçonaria, a família real era maçom D.pedro, maçom, Tiradentes maçom, nossos atuais presidentes, ou foram maçoms, outros iluminatti, outros tem relacionamentos com o George W. Bush, que é da Skull and Bones. Dai dizem, por isso o brasil ta nessa miséria, ( não sou eu que estou falando,dizem por ai), por isso a Dilma fica feliz gastando $2 bilhões para construir um estadio de futebol. Enquanto um prefeito tem a cara de pau de ir na tv mostrar que esta gastando $41 milhões para resolver o problema da falta de agua em UMA cidade. Vai brasilllllllllllll VAMO SE EXAAAAAAAAAAAAA…
    Sera que é verdade o que Jesus disse? “O mundo jáz no maligno”.
    Sera que é verdade o que satanás disse?
    ”Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. “

  2. Gente, não estou conseguindo entender uma coisa, minha irmã é mórmon mais de 20 anos. Ela diz que NUNCA ouviu nada sobre maçonaria, nem leu nada em nenhuma publicaçao, seja livros antigos da igreja, nem na liahona, nem em qualquer discurso, nimguém diz nada, nem bom nem ruim. de repente pessoas que não são da igreja aparecem falando que não vão pra essa igreja porque ela é uma seita, porque se envolve com a maçonaria. Percebi que assim como ela muitas pessoas se recusam a falar sobre essas pessoas que agora aparecem dizendo que são mórmons e maçom. Porque acontece isso? Se é verdade que a igreja recebeu influencia da maçonaria como dizem nesse site. Porque a igreja despreza isso?
    Porque dizem que algumas pessoas da igreja só tocam nesse assunto se alguém perguntar?
    Porque algumas pessoas dizem que a igreja apagou qualquer vestígio do envolvimento de seu restaurador da igreja com a maçonaria?
    E tem essa situação, a igreja ensina que desde o começo Joseph sempre teve uma relação sincera com Deus, uma vida de oração, uma vida espiritual intensa com Deus.
    Desde o momento em que se lembrou de pedir ajuda a Deus segundo as escrituras para orientá-lo em que igreja deveria seguir até sua morte, que dizem ter sido por causa da grande perseguição que sofria em nome de Cristo. Ficam algumas duvidas: porque Deus não o orientou para ir logo para a maçonaria? Já que segundo a história nenhuma igreja era a certa.
    Deus sempre esteve falando com Joseph, orientando ele, também mandou um anjo para orientá-lo, segundo a igreja Joseph sempre foi guiado, instruído pelo poder de Deus, pelo espírito santo de Deus. Foi assim que ele encontrou as placas de ouro, assim que foi instruído a chamar seu irmão, e outras pessoas para testemunhar a veracidade das placas. Também foi guiado por Deus, que Joseph traduziu as placas, foi o espírito santo de Deus quem orientou ele para confiar naqueles que a igreja diz ser os espíritos de João, Elias, Tiago quando apareceram para conferir as ordenanças. A igreja ensina que Deus, através de seu santo espírito esteve sempre presente na vida de Joseph, foi Deus que orientou Joseph como seria a formação do sacerdócio, a organização da igreja, como seria a construção dos templos, quais ordenanças e rituais seriam realizados. Desde de sua restauração acredito que a mais de 200 anos, a igreja ensina que é Deus,o espírito santo e Jesus Cristo, quem vem organizando a igreja. Pois agora o que me parece é.
    1º aonde esta o espírito de Deus, se Joseph precisou da orientação de qualquer pessoa que seja para restaurar, instituir rituais e organizar a igreja?
    2º a igreja tem medo de assumir que teve influencia da maçonaria?
    3º a igreja não reconhece a maçonaria como algo abençoado por Deus?
    4 º se a maçonaria quiser, pode trocar o nome da igreja de “santos dos últimos dias” para
    “ A IGREJA DA MAÇONARIA DOS ULTIMOS DIAS”?
    5º é esse o medo da igreja?

    • Oi Jessica…

      Entendo suas preocupações… Se me permite, deixa eu ver se posso ajudar em algo…

      Membros fiéis como sua irmã, a despeito do tempo de que são membros da Igreja, não dita definitivamente que sabem tudo sobre a Igreja e o Evangelho, por ao menos duas variáveis bem complexas de se explicar:
      1) O aprendizado é um preço individual que poucos pagam, e/ou buscamos aprender apenas o que nos interessa ignorando o que não foi por nós tido como interessante ou válido;
      2) A cultura mórmon no Brasil ainda engatinha comparada aos E.U.A., a despeito de sermos hoje a 2º nação de membros da Igreja no mundo (mais detalhes aqui e aqui)

      Quanto ao Profeta joseph, dissertei um pouco também aqui e aqui, e a respeito do drama ritualístico templário que Cristo gradualmente restaurou na instrumentalidade de Joseph, comentei algo também aqui.

      Acredito que estes comentários e os comentários indicados nos links, deve abordar cada tópico por você respeitosamente questionados, e caso ainda restarem dúvidas, depois de lê-los com sinceridade, e cautelosa atenção, acredito que serão solucionadas; caso contrário, peço a gentileza de postar as poucas perguntas que restarem e/ou surgirem, pra continuarmos a debatermos respeitosamente.

      abs

      • Ola, como você mesmo diz o aprendizado é um preço. Mas pra cada um ele tem um valor, ou nesse caso o interesse de aprender do membro, não é o mesmo dos seus lideres em ensinar, ou “assunto principal”, não é o mesmo? Ou ainda a pessoa por estar sujeita a Fé deve ouvir e aceitar a quilo que é ensinado, no caso dela durante anos é a mesma coisa, vai a igreja aos domingos, ouve e aprende a fazer sempre a mesma coisa, fica convidando vizinhos, amigos parentes pra ir pra igreja. Afinal é isso que toda igreja quer, discípulos. Cadê a maçonaria nessa aprendizagem? Durante esse tempo todo, por que nunca mencionam nada? Porque ela fica assim escondida, obscura se teve uma importância tão grande pra seus lideres? Se ela é tão boa e edificante a igreja deveria incentivar seus membros a associar a ela. Mas ao invés disso, continua secreta, parece que se eu não comentasse nada com minha irmã, ela talvez vivesse mais 50 anos na igreja, morreria sem NUNCA ter ouvido falar em maçonaria. Precisou de uma pessoa que não é da igreja, conhecer, ouvir sobre isso do mundo. Me parece, é que vocês gostam de viver em oculto, como um poder paralelo. Em relação aos textos que indicou li achei muito interessante, mas são apenas esclarecedores e de valor para quem tem FÉ na igreja, na história de restauração através do Joseph. Afinal toda essa história de igreja só existe por causa da fé. Isso tudo é uma questão de FÉ. E mais uma vez tem algo estranho nessas histórias todas, me desculpe, não quero ofender com o comentário que vou fazer. Mas parece que alguém esta, omitindo, escondendo alguma coisa, e é esse tipo de coisa, ficar fazendo segredos, tanto na igreja em relação aos templos. Como a relação com a maçonaria que causam boatos, suspeitas, preconceitos. O que eu vejo é que as pessoas vão pra igreja, então acreditam em tudo que seus lideres falam, e isso é totalmente FÉ. A pessoa quando não é da igreja e a conhece, é apresentada uma relação de Fé entre igreja, seus membros e Deus. A igreja foi restaurada por causa da relação de Fé entre seu profeta e Deus. Mais a suposta relação do joseph + maçonaria + igreja + Deus, me perdoem a sinceridade não apresenta um espírito de Fé. Será que assim como a igreja aconselha a pessoa a orar e perguntar a Deus se a igreja é verdadeira, Joseph também orou a Deus para perguntar se deveria se unir a maçonaria? obrigada, e um abraço.

      • Olá Jéssica… Em hipóstese alguma fiquei ofendido… Em nenhum momento senti-me atacado, entendi que você apenas expôs o que por hora pensa e vê…

        Continuando nossa agradável conversa….

        A Maçonaria é uma boa Organização sim, com princípios nobre e elevados, e diferente do que colocou, a Igreja não impede a filiação a ela, e sómente não incentiva especificamente, por entender que além dela exista outras boas organizações com fins filantrópicos e de aperfeiçoamento, que não seria justo citar apenas uma ou algumas, portanto, optou incentivar de modo geral: “Se houver qualquer coisa virtuosa, amável, de boa fama ou louvável, nós a procuraremos.” (13º Regra de Fé)

        Você questionou se Joseph orou pra entrar na maçonaria… Embora desconheça algum registro que tenha esta informação documentada, o que seria por demais interessante, acredito que ele orou sim, argumento isso apenas por conhecer seu caráter questionador, religioso, bem como históricamente, vemos ser a postura que mais precisamente está documentada, ele sempre perguntava ao Senhor quanto a muitas coisas antes de decidir, agir e ensinar, o que nos dá margens bem seguras pra deduzir que faria mesmo quanto a admissão na Fraternidade Maçônica… Assim, por analogia, podemos facilmente supor que dado este seu caráter fevoroso, Joseph tinha o assunto maçonaria na mente e no coração (em espírito de oração), agindo harmoniosamente com o que ensinava e lia no Livro de Mórmom, principalmente o nobre princípio de que “nada deveis fazer para o Senhor sem antes orar ao Pai, (…) para que ele consagre para vós a vossa ação, a fim de que a vossa ação seja para o bem-estar de vossa alma” (2 Néfi 32:9).

        Também, como o Cesóstre comenta, “A história da Igreja registra que Joseph Smith ao ser iniciado na Maçonaria, perguntou a Deus em oração se aquilo que ele havia visto (os rituais) na Maçonaria era a verdade, o registro conta que ele recebeu uma revelação afirmativa que dizia serem as práticas maçônicas pertencentes ao Templo de Salomão, que mesmo após sua destruição alguns sacerdotes mantiveram estas práticas em segredo, chegando assim aos nossos dias em uma forma corrompida e incompleta e era seu dever “restaurar” a verdadeira Maçonaria.” (…) Em 17 de junho de 1842, (3 meses após sua iniciação) Heber C. Kimball escreveu uma carta a Parley P. Pratt: “Para seu conhecimento, o irmão Joseph acredita que a Maçonaria foi retirada do antigo Sacerdócio”

        Portanto, tal como ele orou e por revelação reconheceu pontos importantes do antigo drama templário do sacerdócio, penso eu que ele deve ter sentido igualmente nestes momentos, com força redobrada, a aprovação do Senhor quanto a ele fazer parte da Maçonaria!

        Quanto ao preço do aprendizado que citei, é claor que o mesmo se aplica aos que ensinam… Acredito que todos valorizamos o que nos interessa, tanto para aprendermos quanto para ensinarmos… E que isto acontece em todas as áreas, e não seria difernte no mundo religioso… O triste quadro do aprendizado e ensinamento seletivo, tendencioso, parcial… Assim, acho que entendo o que colocou, e no meu ponto-de-vista, responsabilizo tanto cada um de nós individualmente a buscarmos conhecimento em tudo, com mente aberta dotada de princípios tolerantes e não preconceituosos, quanto também os que são chamados a ensinar (líderes e professores), a buscarem entender melhor o mormonismo que abraçaram, e ensiná-lo sem reservas, ajudando os membros a serem mais conscientes, informados e consequentemente, maduros!

        Pra ser honesto, esta é uma das propostas e objetivos da ABEM na instrumentalidade deste Blog e das Conferências presenciais anuais, promover um ambiente de discussão aberta, respeitosa e imparcial, que explore as verdades históricas, doutrinárias e filosóficas, com maior liberalidade…

        Ademais, concordo que quando falamos de religião, falamos muito sobre fé, e há quem explore a difícil e complexo iniciativa, num esforço intenso harmonizar a fé com a razão (conhecimentos científicos, históricos, arqueológicos, moral, filosófico, etc.) Também penso que dada a importância da influência maçônica no mormonismo, especialmente no primórdios da Igreja, esta poderia ter uma posição um tanto mais grata, e valorizar as muitas contribuições… Se não claramente, ao menos disseminando os pontos históricos desta relação com um pouco mais de clareza, sem omissões, como o Cesóstre propõe no objetivo do seu blog.

        abs

      • MUITO BOM aprender, buscar conhecimento, acredito que é isso que as pessoas precisam fazer, ao invés de se alimentarem de “pré-conceitos”. como você citou muitas pessoas são vitimas de “professores”, de ” fulanos” e “sicranos”, que ouviram que alguém contou, que te disseram que aconteceu assim. E pronto a pessoa tem sua opinião formada e sai “vendendo o peixe pelo preço que comprou.” você citou também que segundo “revelação divina a Joseph” é comprovada a existência da maçonaria já nos tempos de Salomão. sendo assim:
        1º Sabe dizer se maçonaria já existia antes de salomão?, existe alguma evidencia histórica ?

        “Para seu conhecimento, o irmão Joseph acredita que a Maçonaria foi retirada do antigo Sacerdócio”

        2º você disse que Deus revelou a Joseph para restaurar também a maçonaria?

        3º tem alguns registro sobre isso, na bíblia, ou mesmo no livro de mómon?

      • Oi Jéssica…

        É verdade, aprender, é muito bom. Como dizia Joseph: “Conhecimento é poder!”

        Embora, como já dito, eu também veja uma parcela de culpa em incautos professores, entendo que a culpa maior é do “aluno”!
        Alguns de nós já ouvimos professores e pais dizerem aos seus respectivos ouvintes algo semelhante: “Eu já passei por isso, e
        também já aprendi isso, basta você querer aprender ou não!” Quero dizer, que se alguém quiser aprender algo, ainda mais nos dias de hoje, é extremamente importante ter interesse e buscar! “Ninguém aprende de ‘braços cruzados'”, por melhor que seja o professor! Assim, a culpa dos professores é minimizada, e a responsabildade maior cai sob o aluno: “Quem quer aprender, vai atrás!” Este é o preço alto do aprendizado que tentei opinar: “Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais.” (Confúcio) Ao passo, que há alguns com foco despriorizado: “Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.” (Carlos Drummond de Andrade) e outros que pensam que sabe tudo, e não deixam espaço para mudar de idéias e crescer: “Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: aprender.” (Provérbio popular) A pergunta que não quer calar é: “Estou mesmo disposto a aprender, mesmo que pra isso precise aceitar idéias diferentes das que tenho hoje?”

        Quanto ao Templo de Salomão, há quem acredite e defenda sua real existência, que muitas verdades do templo e de antes dele foram preservadas por grupos diversos, há os que embasam contra, no entanto, para o pesquisador maçom Manly Hall, o templo de Salomão é simbólico, ao explicar que a construção do Templo de Salomão não tem uma importância direta para a Maçonaria, e que sua essência “não é histórica nem arqueológica, mas uma linguagem simbólica divina perpetuando sob certos símbolos concretos, os sagrados mistérios dos antigos. Apenas aqueles que veem nela um estudo cósmico, um trabalho de vida, uma inspiração divina de pensar melhor, sentir melhor e viver melhor com a intenção espiritual de iluminação como fim, e com a vida diária do verdadeiro maçom como meio, conseguiram um vislumbre dos verdadeiros mistérios dos ritos ancestrais.” (HALL, Manly P. As chaves perdidas da Maçonaria, p. 36)

        Os princípios que a maçonaria adotou em seu ritos, no tocante a sabedoria salomônica dos templos, estão espalhados em muitas referências do Velho Testamento, em especial os livros de Reis e Crônicas…

        Quanto a restauração da Investidura… Eu disse e acredito que Deus revelou a Joseph que a maçonaria preservou muitas verdades do rito do sacerdócio templário, e que com discernimento espiritual e inspiração, ele identificou e selecionou as verdades, bem como foi-lhe dado luz para completar o que faltava, o que a maçonaria, por não ser religião, não pretendia e nem pretende conceder… Princípios de salvação e vida eterna!

        Espero ter ajudado um pouco…

      • ola, vc diz que a importância do templo de Salomão é …”mas uma linguagem simbólica divina perpetuando sob certos símbolos concretos, os sagrados mistérios dos antigos. Apenas aqueles que veem nela um estudo cósmico, um trabalho de vida, uma inspiração divina de pensar melhor, sentir melhor e viver melhor com a intenção espiritual de iluminação como fim, e com a vida diária do verdadeiro maçom como meio,…”

        é interessante essa busca por “iluminação” através de simbologia, ídolos. isso acontece também em tantas outras igrejas, e religiões, como o budismo, o hinduísmo, o islamismo e tantos outros “ismos”.
        o interessante é DE NOVO, a presença dos astros, sol, lua, estrelas nesses ismos. símbolos esses que na maioria das vezes representa o “DEUS” nesse ismo.

        o crente que vive nesse ismo, debaixo desses símbolos, e ídolos e acredita ser dependente dessas coisas pra ser alguém melhor. tá certo! é o direito que todos tem, de seguir feliz no seu caminho, na sua fé, e ser alguém melhor.

        mas o interessante é que em relação a se utilizar imagens e ídolos como sol e lua e astros, é algo contraditório ao cristianismo. que é baseado na bíblia. correto?

        ex: Que se for, e servir a outros deuses, e se encurvar a eles ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei, (Deuteronômio 17 : 3)

        Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti. (Isaías 47 : 13)

        a gerações, existe um costume de homens adorar homens e assemelha-los a astros, a deuses:

        ex:
        11 E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós.
        12 E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava.
        13 E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. atos 14.

        como mórmon, eu aprendi que;
        Há somente duas igrejas: uma do cordeiro de Deus e a outra do diabo, portanto quem não faz parte da igreja do cordeiro de Deus faz parte daquela grande igreja… … que é a prostituta de toda terra. 1 néfi 14.10.

        …A “única igreja verdadeira e viva na face de toda a Terra, com a qual eu, o Senhor, me deleito” (D&C 1:30). ou seja, quem não é da igreja mórmon, não crê no livro de mórmon é do diabo, pois se vive em igrejas e religiões e filosofias que vão contra o “CRISTIANISMO”, logo é do diabo. correto?

        como pode então um mórmon, ser maçom?????????????????????????

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