Mórmons, Maçons e Antimaçons

O segredo da maçonaria é guardar um segredo.

Joseph Smith

StairNauvoo1

Escada do atual templo de Nauvoo.

 

Na quarta ou quinta série, ouvi uma colega perguntar à professora de história se a maçonaria era a igreja do diabo. A surpresa que senti foi enorme, mas nada comparado ao que sentiria vinte anos depois, enquanto ensinava uma aula da Escola Dominical. Discutindo as combinações secretas descritas no Livro de Mórmon, alguém com décadas de experiência como membro da Igreja disse que a maçonaria se encaixava na descrição daquelas antigas conspirações.

Como filho e neto de maçons, na infância, via a maçonaria como algo divertido e atraente (com símbolos, segredos e roupas estranhas); ao longo dos anos, minha percepção continuou a ser positiva, enxergando uma instituição benéfica tanto para maçons quanto não-maçons (com a prática da caridade e o incentivo para serem pessoas íntegras) e compatível praticamente com qualquer religião. Como adulto, longe de idealizá-la, fui capaz de ver seu aspecto humano e suas relações de status social, como em qualquer outra instituição. Mas ainda levaria muito tempo para entender aquela pergunta ouvida aos 10 anos de idade como uma pergunta normal, a partir da perspectiva da nossa cultura.

Como um converso ao mormonismo, ao saber sobre a influência maçônica sobre Joseph Smith e ver no templo símbolos que conhecia como de origem maçônica, não senti nenhum conflito ou contradição, como muitos sentem ou já sentiram. Ao contrário, senti certo pertencimento ao ver símbolos que haviam sido incorporados ao meu imaginário pelo ambiente familiar e que ali tinham seus significados ampliados. Tampouco imaginei que um profeta não pudesse utilizar tradições já conhecidas para nelas encontrar verdades sublimes. Porém, para entender aquele comentário feito na Escola Dominical, e reconhecê-lo como legítimo, eu teria ainda que percorrer um caminho mais longo de leitura e reflexão, considerando o tratamento recebido pelo tema dentro da Igreja, a leitura promovida do Livro de Mórmon dentro desse contexto e a dificuldade que tem a maioria de nós, mórmons, de lidar de forma positiva com outras tradições ou organizações de natureza espiritual ou religiosa.

Estando familiarizado com a influência maçônica sobre Joseph Smith, foi interessante saber que a leitura antimaçônica do Livro de Mórmon – expressa naquele dia na Escola Dominical – não era só possível, como historicamente havia existido e influenciado conversos de renome, como Martin Harris e William W. Phelps.

A conexão histórica entre mormonismo e maçonaria é um fato reconhecido por ambas as instituições e tem sido objeto de vários estudos. A profundidade dessa conexão, seus primórdios e desdobramentos, no entanto, parecem não ter sido ainda totalmente explorados pela grande maioria de maçons e mórmons interessados no assunto. Há, muitas vezes, um reducionismo que tende a explicar a iniciação de Joseph Smith na fraternidade maçônica como uma busca de proteção política – como promovem alguns sud – ou uma cópia dos rituais maçônicos – de acordo com a visão de certos críticos do mormonismo, maçons ou não.

Em parte, tais limitações podem ser explicadas pela falta de compreensão que cada instituição tem da outra, pela necessidade de “defender” a si próprias, além da relativa falta de fontes primárias que lancem maior luz sobre a questão. Até mesmo mórmons que são também membros de lojas maçônicas muitas vezes optam por ignorar as complexidades e contradições da relação histórica entre os dois campos, optando pela mera apologia ou defesa, perante outros mórmons, de sua dupla filiação.

Entre muitos mórmons pode ser sentido um medo de lidar com informações que sugiram influências recebidas por Joseph Smith de seu meio, sua época e, especialmente, que sugiram que aspectos considerados únicos do mormonismo possam ter sido influenciados por outras tradições; ou, pior ainda, que Joseph Smith tenha deliberadamente incorporado ou feito empréstimos de conceitos e cerimônias de outras tradições ou organizações à sua volta. O receio provavelmente é de que tais informações possam comprometer a crença na origem divina da restauração e na posição de Joseph Smith como um profeta. Tal atitude contradiz a visão, tão presente no mormonismo, de que a inteligência e arbítrio humanos estão presentes no processo de aprender verdades divinas:

O mormonismo, talvez mais do que a maioria das religiões, reconhece o elemento humano no processo revelatório, seja ao iniciar aquele processo (D&C 9) ou prover as categorias conceituais e limites dentro dos quais uma dada revelação é entendida. O Livro de Mórmon prontamente reconhece “erros dos homens” em seu prefácio e as revelações em Doutrina e Convênios vêm dos servos do Senhor “em sua fraqueza, segundo o modo de sua linguagem, para que possam alcançar entendimento”, apesar da sua tendência a errar (D&C 1:24-28). Por que [esse mesmo processo revelatório que reconhece a iniciativa humana] seria diferente com as revelações sobre a obra do templo? (Armand L. Mauss, “Culture, Charisma and Change: Reflections on Mormon Temple Worship,” Dialogue: A Journal of Mormon Thought 20 (Winter 1987):p. 79)

Caso levássemos ao limite do absurdo esse mesmo receio de que certas evidências históricas possam comprometer o testemunho sobre a divindade da restauração, seríamos levados a menosprezar a influência do texto bíblico sobre a família Smith, uma vez que a Bíblia era um texto comum aos diferentes ramos do cristianismo que Joseph Smith declarava serem distorções da verdade original. É claro que nenhum mórmon pensaria isso. Isso porque a utilização do texto bíblico não compromete a crença na origem divina do mormonismo, seja frente a críticos ou seus próprios membros. Não há nenhum dedo apontado nessa direção. Aparentemente, os aspectos que nos ligam aos demais ramos do cristianismo são enfatizados pela Igreja moderna, enquanto os aspectos mais distintivos das doutrinas e práticas mórmons, em particular do passado, tendem a ser negligenciados ou subestimados na história oficial. A influência dos rituais e da simbologia maçônica sobre a tradição religiosa inaugurada por Joseph Smith parece ser um desses aspectos marginais da história mórmon, ao menos no que concerne a versão ensinada e utilizada no cotidiano da Igreja.

Quando se fala da influência maçônica sobre Joseph Smith, o sentimento de perigo pode atingir seu ápice, uma vez que tal influência ainda hoje se reflete, ainda que com menor intensidade do que antes de 1990, nos rituais considerados mais sagrados da Igreja sud, realizados no templo. Provavelmente, os templos mantidos pela Igreja sud permanecem sendo o aspecto mais controverso do mormonismo, com sua natureza secreta e seletiva até mesmo para os próprios membros. O conhecido jogo de palavras que nega haver segredos no templo e ressalta o seu aspecto sagrado expressa tão somente uma concepção negativa da ideia de segredo, desenvolvida na Igreja moderna, e uma tentativa de desassociar as ordenanças de sua referência maçônica. Na prática, porém, é requerido do membro que recebe a investidura guardar segredo sobre certos elementos da ordenança.

Ao associar as cerimônias mais sagradas da religião mórmon, realizadas em um local que ainda gera certa desconfiança entre não-membros, a uma instituição que pode gerar desconfiança tanto entre membros quanto não-membros, a atitude defensiva encontra terreno ideal para florescer. A ideia muitas vezes concebida, ainda que poucas vezes enunciada, é que ou Joseph Smith recebeu uma revelação sobre o templo ou fez empréstimos dos rituais maçônicos: uma coisa ou outra.

Aqueles que negam qualquer relação, ou argumentam que as semelhanças entre os dois [maçonaria e mormonismo] são superficiais, estão preocupados que o uso de rituais maçônicos por Joseph Smith seja inconsistente com seu papel profético. Outros se concentram nas semelhanças para fortalecer a ideia de que Smith fez muitos empréstimos da franco-maçonaria sem o benefício de inspiração. Esta abordagem “tudo ou nada” se combina com o segredo associado aos rituais para criar uma relutância em discutir o assunto em qualquer detalhe significante. (Michael W. Homer, “Similarity of Priesthood in Masonry”: The Relationship between Freemasonry and Mormonism. Dialogue: A Journal of Mormon Thought 1994: p. 02)

Um autor maçom que nega a definição da maçonaria como uma “sociedade secreta” dá esta interessante definição do segredo para o maçom: “O segredo maçônico é em si mesmo um símbolo; e, como os demais símbolos maçônicos, ele veicula uma instrução”. Alguém, como Joseph, que estava familiarizado com as “denúncias” dos rituais maçônicos, talvez pudesse imaginar que os novos rituais realizados pelos santos dos últimos dias também seriam mais cedo ou mais tarde “revelados” ao público. Onde permanece o segredo numa era em que os recursos tecnológicos tornaram sua exposição ainda mais rápida e detalhada? Ao definir tal símbolo – o segredo – como o (grande) segredo da maçonaria, estaria Joseph Smith incorporando a mesma visão às ordenanças do templo mórmon? [1]

A dificuldade ainda se intensifica com a impossibilidade histórica de datar os rituais maçônicos a um período anterior ao século XVIII. Como em outros dilemas da cultura sud, armamos a própria armadilha ao colocar de lado qualquer outra fonte de “veracidade” que não seja histórica ou muito antiga. Como se o poder simbólico de narrativas e representações pudessem depor contra nós, caso não sejam antigas o suficientes para ser exibidas como fatos. Dessa forma, a riqueza – e, simultaneamente, a simplicidade – do simbolismo maçônico é desconsiderada como um dos meios disponíveis que Joseph Smith tinha ao seu redor para expressar conceitos e princípios dos rituais do templo.

Uma vez que profetas e religiões sempre surgem e são nutridos dentro de um dado contexto cultural, também dinâmico, não deveria ser difícil entender por que mesmo as revelações mais originais devem ser expressas na linguagem da cultura e biografia do revelador. (Mauss, ibidem: p. 80)

Mas qual o preço a ser pago com esse olhar seletivo que ignora uma influência tão importante do passado mórmon e que ainda se reflete em nosso presente? Em 1974, o historiador Reed C. Durham dizia que o estudo sobre a maçonaria e sua influência sobre o mormonismo constituía uma “chave para o futuro entendimento de Joseph Smith e a Igreja”. Sua afirmação sugere que nosso entendimento atual sobre a restauração e Joseph Smith é reduzido e corre o risco, quem sabe, de ser distorcido.

Durham, à época diretor do Instituto de Religião da Universidade de Utah foi censurado pelo Sistema Educacional da Igreja e nunca mais abordou o tema em público, num claro exemplo de como a discussão sobre a influência maçônica sobre o mormonismo estava longe de ser bem recebida pelos canais oficiais da Igreja. O chamado de Durham, porém, não foi em vão, de forma que muitos acadêmicos escreveram e têm escrito sobre o mesmo tema. As novas informações disponíveis, as novas perguntas formuladas e suas possíveis respostas estão longe, no entanto, de alcançarem a maioria dos membros sud.

Em nosso país, isso é ainda mais verdadeiro, uma vez que há uma carência de publicações em língua portuguesa sobre temas de interesse histórico e cultural. Também é necessário reconhecer que a cultura majoritariamente católica do país e sua rejeição histórica da maçonaria por questões políticas que remontam ao império parece marcar a cultura nacional, o que talvez torne os membros brasileiros da Igreja particularmente mais avessos a refletir sobre a conexão entre mormonismo e maçonaria.

Grande parte dos trabalhos sobre maçonaria e mormonismo foca o período de Nauvoo, quando uma loja maçônica é formada pelos mórmons na sua nova cidade e seu profeta é iniciado formalmente na ordem. No entanto, o contato de Joseph Smith com a maçonaria antecede em muito aquele período. Sua introdução à maçonaria na década de 1840 foi “apenas o florescimento de uma relação que teve sua raiz no estado de Nova York antes da publicação do Livro de Mórmon” (John E. Thomson, The Facultie of Abrac: Masonic Claims and Mormon Beginnings. The Philalethes Society, December 1982).

A restauração levada a cabo por Joseph Smith era “cósmica em seu alcance, que penetrava o espaço até os confins da terra e os limites exteriores do próprio universo”. [2] Toda forma de conhecimento que pudesse aproximar o ser humano de seus progenitores celestiais pertencia ao mormonismo. A maçonaria foi vista por Joseph Smith como uma importante forma simbólica de conhecimento, a qual o mormonismo precisava restaurar ao seu propósito original. A restauração do evangelho original não podia dispensar uma restauração da maçonaria original.

Naquela manhã, na Escola Dominical, a única coisa que pude fazer foi dizer que Joseph Smith havia se tornado maçom para buscar um conhecimento sobre o templo que ele acreditava estar nela presente. Provavelmente, deve ter sido uma surpresa para muitos que acreditam num processo revelatório em que Deus provê respostas sem que o ser humano faça seu dever de casa ou busque as respostas à sua volta. No entanto, tenho cada vez mais me convencido de que não há melhor maneira de lidar com a falta de informação do que provendo a informação que falta. Isso deve soar óbvio demais.

A influência maçônica sobre Joseph Smith e os primórdios da Igreja sud não se limitam aos rituais do templo, mas apresentam paralelos na organização do sacerdócio de uma forma mais ampla; também é muito evidente na formação da Sociedade de Socorro, pensada originalmente como uma espécie de maçonaria feminina; e talvez mais importante e menos debatida seja a influência maçônica sobre a tentativa de Joseph Smith de “reformar” os santos em seus últimos meses de vida, proclamando uma religião alicerçada sobre “grandes princípios fundamentais” disponíveis a toda humanidade.

Leia também: Mormonismo e ciência

Hyrum, o profeta rejeitado

NOTAS

[1] MCNULTY, W. Kirk. A maçonaria: símbolos, segredos, significado. São Paulo: Martins Fontes, 2007, p. 17.

[2] ALLEN, C. Leonard; HUGHES, Richard T. Illusions of innocence: Protestant primitivism in America, 1630-1875. Chicago: University of Chicago Press, 1988, p. 138.

140 comentários sobre “Mórmons, Maçons e Antimaçons

  1. Gostei muito do artigo, é incrível como há ainda grande aversão ou obscuridade, por parte de alguns -Maçons ou SUDs- quanto ao assunto. Galguei até o 9º Grau da Loja de Perfeição do Rito Escocês Antigo e Aceito, mas por problemas financeiros no ano passado decidi me afastar e pedi o placet também da Loja Mãe. Ademais, não estava e nem estou conseguindo cumprir minhas funções na igreja ou na maçonaria, tive que optar e assim o fiz. Espero quem sabe voltar, e mesmo que não o faça, levarei comigo ideais e ensinamentos que lá obtive. Na minha opinião Joseph Smith realmente era um profeta guiado por Deus, pois sinceramente, até hoje raríssimas exceções não consigo achar um ponto de igualdade ritual entre as duas entidades, simbolos, handshakes e ensinamentos possuem significados similares, mas não idênticos, só isso mais nada… enfim, para quem é curioso e gosta de uma vida em meio a incertezas obtidas pela internet esse é um vasto campo, de minha parte gosto de pisar em solo estável ….Acho que apenas “um” abraço fraternal é suficiente a todos… kkk 🙂

  2. Boa tarde. Na verdade, os líderes (aqueles que buscam e seguem ao Senhor) não tratam deste assunto porque ele não é essencial à exaltação. As pessoas buscam o conhecimento por meio do estudo e da oração e, caso estejam maduras para saber, receberão as informações que desejam. Eu dei o curso do Instituto que fala sobre a maçonaria e trabalhei aquilo que o Senhor e só Ele desejou que eu falasse. Preceito por preceito. Um pouco aqui um pouco ali. Questionar as decisões do Senhor é tentar dar conselhos a Ele. E, ai dos sábios!

    • Sandra,

      provavelmente há muitos assuntos abordados na Igreja que você consideraria como não sendo essenciais à exaltação, como o número de brincos na sua orelha e a camisa branca dos homens. Seja como for, este site não se propõe a ser um reflexo das reuniões dominicais ou das aulas do SEI, de forma que é de nosso interesse tratar, entre outros assuntos, de história mórmon. A relação entre mormonismo e maçonaria é de grande importância para o entendimento da história da Igreja, pelos motivos explicados no texto acima.

      Se você está se referindo ao curso História da Igreja na Plenitude dos Tempos, o livro-texto traz apenas duas menções à maçonaria: na página 243, em que é mencionado o uso da loja maçônica como salão cultural em Nauvoo; e na página 264, em que se sugere uma motivação política para a filiação de Joseph Smith à maçonaria e é citada a influência de John C. Bennet sobre maçons contra a Igreja. Ou seja, a influência maçônica nas ordenanças do templo sequer é tocada de leve.

  3. Eu estou horrorizada em saber dessas coisas.
    Estava pesquizando sobre o fim do mundo, sobre apocalipse, cheguei a ver outros assuntos os iluminates, depois a nova ordem mundial q chegou na marçonaria, aprendi muitas coisas.
    sobre os maçons pra mim são coisas satanicas,que todos os grandes os governates se associariam a
    eles. Vi que os membros da igreja não sabem de nada.. até q um lider da igreja disse pra mim olhar somente os sites da igreja foi onde vi aqui esse assunto que não conhecia. Estou munto confusa sobre esse assunto não acredito no que eu li, Não pode ser verdade que membros da igreja frequente esse tipo de satanismo.até mesmo que eu estava com duvidas se teriamos que usar esse tal chipe que seria a besta , que fala em apocalipse cap 13:ver;15 á 18. ninguém sabe nada estão todos tapados. Nos sites da igreja não vejo nada falando sobre isso.por isso encontrei,porque que não divugam isso pra nós alertar,muito estrando. Estou muito confusa tenho um testemunho firme dessa igreja sei que é do salvador mas porque mormon e maçons. Não acedito no que vi cheguei a chorar me esplique por favor… Aguardo resposta
    Att; Nara sud

    • Nara, Maconaria nao tem nada a haver com satanismo. A Igreja foi restaurada e a restauracao e um processo e nao um evento singular. Muitas coisas foram reveladas e muitas foram apenas reorganizdas. Por exemplo o Batismo. Joseph Smith nao restaurou o Batismo por imersao, outras Igrejas ja batizavam por imersao. As cerimonias do templo sao metodos de ensino atraves de rituais que ensina de forma metodica a criacao do mundo, a queda, o sacrificio de Jesus e tambem convenios. Nao podemos assumir que tudo esta completo, muita coisa ainda sera revelada, nao ha o que temer ou se assustar, continue a investigar e fazer perguntas, continue a orar, se vc frequenta o templo e se sente bem e em paz entao podeis saber que isso vem de Deus. Tudo que e bom vem de Deus, se for luz e entendimento entao vem de Deus.

  4. Sou um sumo sacerdote e um mestre irlandês. Não há nada de mágico, maravilhoso ou surpreendente na maconaria. Fiz muitos amigos e ajudo onde posso. Se vc tem tempo, é devidamente convidado….vai e aprenda. Se nao tem tempo ou não foi convidado, nao fique alimentando o mito e status macon….nao esta perdendo nada. Frequente suas reunioes do sacerdocio, magnífique seu poder, e tudo estara bem…. isso é imensuravelmente melhor, maior e superior a qualquer atividade secular. Afinal, como se aprende no grau de Mestre …vaidade de vaidades, tudo é vaidade como diz o pregador….

  5. Pelo que eu entendi pode ter a posibelidade de ser revelado parte das ordenansa do templo e a narativa que o profeta josepm smit faria parte da associaçăo masçom quantofazer parte năo seria nada mal desde que fezese os deziguinos di Deus

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