Em discurso na BYU-Havaí ontem, o Apóstolo Russell Nelson explicou como e porquê Deus revelou à Igreja SUD a importância da discriminar contra crianças em famílias LGBT.

Apóstolo Russell Nelson serve atualmente como Presidente do Quórum dos Doze
No final do ano passado, a Igreja SUD alterou sua posição oficial sobre crianças em famílias LGBT e ainda especificou o banimento de homossexuais como “apóstatas” que se valerem do recém-legalizado direito constitucional nos EUA de casar-se.
Explicando que os 15 líderes máximos da Igreja (os 3 membros da Primeira Presidência e os 12 Apóstolos) se reuniram diversas vezes por meses para discutir as ramificações desta legalização em junho do ano passado, Nelson oferece uma descrição do processo revelatório que culminou na política discriminatória oficial:
“Cada um de nós durante esse momento sagrado sentiu uma confirmação espiritual … Foi o nosso privilégio como apóstolos sustentar o que havia sido revelado ao Presidente Monson.”
“A Primeira Presidência e do Quórum dos Doze Apóstolos aconselhou-se juntos e compartilhou tudo que o Senhor dirigiu-nos a compreender e sentir, individual e coletivamente … E então, vemos a inspiração do Senhor sobre o presidente da Igreja para proclamar a vontade do Senhor.”
Nelson não relata nenhuma experiência sobrenatural, exceto narrar uma série de reuniões de comitês e confirmar os rumores que Thomas Monson explicitamente expressara sua decisão de incluir tais mudanças nas regras oficiais de conduta.
A mudança fora realizada na surdina, porém ela vazou para a internet por um líder anônimo e rapidamente viralizou pelas mídias sociais. Após uma longa semana em que milhares de membros da Igreja SUD saíram em protesto contra a nova política oficial recente da Igreja discriminando contra crianças em famílias LGBT, e uma semana depois de uma resposta improvisada, a Primeira Presidência publicou uma resposta oficial sobre as mudanças de regras institucionais.

A Primeira Presidência em 2015: Thomas S. Monson, com Henry B. Eyring à esquerda e Dieter F. Uchtdorf à direita da foto
A Primeira Presidência publicou esta carta no seu site oficial tentando oferecer algumas respostas oficiais para os líderes locais que estavam sendo inundados de questionamentos e protestos. É importante notar que no anúncio oficial da Primeira Presidência não há nenhuma menção a nenhuma revelação divina inspirando essa decisão:
A Primeira Presidência Esclarece as Mudanças no Manual da Igreja
A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS
ESCRITÓRIO DA PRIMEIRA PRESIDÊNCIA
47 EAST SOUTH TEMPLE STREET, SALT LAKE CITY, UTAH 84150-120013 de novembro de 2015
Para: Autoridades Gerais; Setentas de Área; Presidência Geral das Auxiliares, Presidentes de Estaca, Missão, Distrito e Templo; Bispos e Presidentes de Ramo
Prezados irmãos,
O Conselho da Primeira Presidência e do Quórum dos Doze Apóstolos fornece a seguinte orientação no tocante às normas, recentemente acrescentadas ao Manual 1, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo:
A doutrina revelada é clara de que as famílias são eternas em natureza e propósito. Temos a obrigação de agir de acordo com essa perspectiva para o bem-estar de adultos e crianças. As recém-acrescentadas normas do Manual 1 afirmam que adultos que decidem ter um casamento com uma pessoa do mesmo sexo ou um relacionamento semelhante cometem um pecado que justifica uma ação disciplinar da Igreja.
Nossa preocupação com relação aos filhos é o bem-estar atual e futuro deles e a harmonia de seu ambiente familiar. As normas do Manual 1, na Seção 16.13, que limitam as ordenanças do sacerdócio para menores de idade, só se aplicam àquelas crianças que residem com um casal de pessoas do mesmo sexo que sejam casadas ou que tenham um relacionamento semelhante. Como sempre, os líderes locais podem solicitar orientação adicional sobre assuntos particulares quando tiverem dúvidas.
Se um filho que mora com um casal de pessoas do mesmo sexo já tiver sido batizado e participa ativamente na Igreja, as normas da Seção 16.13 não exigem que as atividades do membro ou seus privilégios do sacerdócio sejam restringidos ou que ordenanças posteriores lhe sejam negadas. As decisões sobre todas as ordenanças futuras para esses filhos devem ser feitas pelos líderes locais, levando-se em consideração principalmente a preparação e os interesses da criança.
Todos os filhos devem ser tratados com muito amor e respeito. Eles são bem-vindos para frequentar as reuniões da Igreja e participar de atividades da Igreja. Todos os filhos podem receber bênçãos de saúde e de orientação espiritual advindas do sacerdócio.
Que o Senhor continue a abençoá-lo em seu ministério.
Atenciosamente,
[Assinado]
Thomas S. Monson
Henry B. Eyring
Dieter F. UchtdorfA Primeira Presidência
Russell Nelson assegura aos membros da Igreja que todas as decisões tomadas pelo Profeta veem de Deus, porém em nenhum momento descreve revelações específicas como, por exemplo, descrevia Joseph Smith. Ademais, Nelson afirma que é mister que todo membro siga as instruções do Profeta sem nunca questioná-lo:
“Profetas enxergam à frente. Eles veem os perigos angustiantes que o adversário colocou, ou ainda colocará, em nosso caminho … Os profetas também preveem as grandes possibilidades e privilégios que aguardam aqueles que escutam com a intenção de obedecer … Você não pode sempre entender cada declaração de um profeta vivo … Mas quando você sabe que um profeta é um profeta, você pode se aproximar do Senhor com humildade e fé e pedir pelo seu próprio testemunho sobre o que quer que seu profeta proclamou … A realidade sombria é que há ‘servos de Satanás’ infiltrados em toda a sociedade … Por isso tenha muito cuidado qual conselho você segue.”
Com o recente falecimento de Boyd Packer, e a progressiva senilidade e debilidade física de Thomas Monson, Nelson é o herdeiro aparente e iminente ao trono de Profeta. Ezra Taft Benson, quando se encontrava na exata mesma posição de herdeiro de um Profeta doente e fragilizado, também fez sua campanha por obediência total e absoluta ao Profeta.
Para enfatizar a importância da obediência absoluta dos jovens, Nelson lança mão do mesmo discurso apocalíptico utilizado por quase todos os Profetas desde 1830:
“Você foi enviado para a Terra durante a dispensação mais importante na história deste mundo … para ajudar a preparar as pessoas deste mundo para a Segunda Vinda de Jesus Cristo e Seu reino milenar … O Senhor declarou que esta é a última vez que Ele irá chamar os trabalhadores para a Sua vinha para reunir os eleitos dos quatro cantos da Terra.”
Os líderes da Igreja SUD veem demonstrando particular preocupação com os altos índices de deserção de jovens da Igreja, inclusive reduzindo a idade missionária numa tentativa de estancar a emigração em massa. O problema crônico de evasão só se agravou com essa nova política discriminatória, com milhares pedindo resignação em protesto, inclusive entre os mais fiéis e ativos. As gerações mais jovens demonstram cada vez maior relutância para discriminação e preocupação com questões de igualdade e justiça social, o que veem criando essa dissonância entre a velha guarda da liderança e a geração que representa o futuro da Igreja SUD.
A questão se impõe, portanto, se essa postura exemplificada por Russell Nelson de insistir em linguagem apocalíptica e obediência cega e absoluta ao Profeta será o suficiente para reverter o êxodo dos jovens da Igreja.
O que vocês acham?
Leia mais sobre a política oficial da Igreja SUD aqui.
Leia mais sobre as resignações de membros SUD aqui.
Leia reações e histórias pessoais de membros SUD aqui.
Leia mais sobre a reação oficial da Igreja ao vazemento aqui.
Leia mais sobre a reação extra-oficial da Igreja SUD a isto aqui.
Leia pronunciamento da Primeira Presidência sobre Casamento Tradicional aqui.
Alguém aqui já recebeu uma revelação? Poderiam descrever como é a experiência? Revelação esta diretamente ligada a sua fé e seu relacionamento com aquele que você acredita como ser superior (seja Deus, Buda, Alá, etc). A chave de tudo isso é a Fé.
No Livro de Mórmon lemos em Alma: “E agora, conforme falei com referência à fé — fé não é ter um perfeito conhecimento das coisas; portanto, se tendes fé, tendes esperança nas coisas que se não veem e que são verdadeiras.”
Precisamos ter fé para acreditar que as coisas são verdadeiras, mesmo que não as vemos. Li alguns comentários dizendo que isso são coisas da cabeça dos homens, mas como provar que são dos homens? Como provar que são de Deus? Tudo isso esta ligado a fé. E fé, ou você tem ou não tem.
Eu já recebi revelações para meus chamados, para conduzir meu relacionamento com minha família, com meu trabalho, etc. Mas do que adiantaria descrever como foi isso? A fé não se prova para o próximo. Se prova para si mesmo.
A liderança da Igreja não vai divulgar em rede nacional como é a experiência que eles têm com o Senhor, por simplesmente ser algo sagrado para cada um. Imagino quantas criticas iriam receber por afirmar que Deus conversou com eles. Muitos pediriam provas. Já pensou tirar uma Selfie com Jesus?
Não creio eu ser esse tipo de situação que a Igreja gostaria de lidar, por que no final de tudo, não mudaria em nada a opinião das pessoas. Eu preciso ter fé para acreditar que as orientações do Profeta são de Deus. E como faço isso? pela fé e pela pratica.
João 7:16 – Respondeu-lhes Jesus: “A minha doutrina não é minha, e sim, daquele que me enviou.
17 Se alguém desejar fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela vem de Deus ou se Eu falo por minha própria autoridade.
Sigam este conselho de Jesus Cristo e saberão que as mudanças não são discriminatórias e sim protetoras.
As mudanças discriminam contra crianças em famílias LGBT.
As mudanças não protegem ninguém de nada, exceto as crianças em famílias LGBT de se sentirem amadas e valorizadas pela Igreja SUD.
Com relação a não divulgar revelações, a Igreja publica e distribui esses relatos:
“…vi um pilar de luz acima de minha cabeça, mais brilhante que o sol, que descia gradualmente sobre mim… Quando a luz pousou sobre mim, vi dois Personagens cujo esplendor e glória desafiam qualquer descrição, pairando no ar, acima de mim.”
“E enquanto meditávamos sobre essas coisas, o Senhor tocou os olhos do nosso entendimento e eles se abriram… E contemplamos a glória do Filho, à direita do Pai, e recebemos de sua plenitude; E vimos os santos anjos e os que são santificados diante de seu trono, adorando a Deus e ao Cordeiro…”
“Enquanto refletia sobre essas coisas que estão escritas, os olhos de meu entendimento foram abertos e o Espírito do Senhor repousou sobre mim e vi as hostes dos mortos, tanto pequenos como grandes. E achava-se reunido em um só lugar um grupo incontável dos espíritos dos justos, que foram fiéis no testemunho de Jesus enquanto viveram na mortalidade… Vi que estavam cheios de júbilo e alegria e regozijavam-se juntos porque se aproximava o dia de sua libertação… Seus semblantes brilhavam e a resplandecência da presença do Senhor repousou sobre eles e cantaram louvores a seu santo nome… Entre os grandes e poderosos que estavam reunidos nessa vasta congregação dos justos encontrava-se o Pai Adão, o Ancião de Dias e pai de todos, E nossa gloriosa Mãe Eva, com muitas de suas filhas fiéis que viveram através das eras e adoraram o Deus verdadeiro e vivo.”
Realmente parece que a Igreja prefere esconder as revelações dadas a seus profetas.
Eu não quis impor minha opinião como verdade absoluta, pois isso seria uma atitude grosseira da minha parte ao entendimento e inteligência de todos que participam aqui no portal. Uma vez eu li que o intuito do site não é difamar a imagem da Igreja, mas abrir espaço para a discussão saudável.
Percebo que não somente os artigos, mas os comentários são tendenciosos a manchar a imagem da Igreja como Instituição religiosa e liderada por Deus. Vejo que sempre nas respostas dos moderadores há o tom de discórdia e querer impor a sua opinião. Respeito a opinião de todos e não tento impor “minha verdade” como a certa.
Creio que antes de mais nada, as mudanças são para proteção dos filhos de Deus, partindo do pressuposto que Deus não é um Deus de discórdia. Em Deuteronômio aprendemos que não devemos casar fora do convênio. Isso pode ser entendido como Católicos casam com Católicos, Mórmons com Mórmons, Batistas com Batistas e assim por diante. Imagine conviver diariamente com um conflito de opiniões sobre religião. Um cônjuge com compromissos em sua Fé enquanto o outro na outra.
Isso cria, (não em 100% dos casos) um ambiente onde ou você é neutro ou você vai ter conflitos. Não tenho dados estatísticos, mas sei que neutralidade é o mais difícil de acontecer pois a tendência é sempre você defender o que acredita ser verdade.
Famílias cujos pais discordam abertamente dos princípios da Igreja, criaria um ambiente familiar onde a criança aprenderia princípios sobre família na Igreja, cujo ela própria não viveria em casa e não é culpa dela. Em nenhum momento a Igreja disse para que a criança deixe de amar seus pais, de respeitar ou mesmo de se relacionar com eles.
Outro exemplo é que aprendemos sobre a palavra de sabedoria. É difícil um jovem aprender que não deve beber álcool ou fumar se em casa ele tem pais que fumam e que em muitos casos, incentivam ou mesmo o forçam a fazer o mesmo.
Agora, para você seguir um caminho como a Igreja, precisa estar disposto a viver de acordo com o que é exigido. E deixar a criança de 6-9-12 anos decidir isso é colocar um peso demasiado para ela assimilar e decidir.
Creio que 18 anos na maioria dos Países é a idade onde se responde por seus próprios atos. Nada mais certo do que deixar alguém decidir o que quer fazer quando ninguém, nem mesmo os pais podem legalmente impedir. Fácil é dizer que isso discrimina as crianças, mas de quantos casos e pessoas estamos falando? Já ouvimos os pais que são homossexuais? Eles apoiam a decisão da Igreja? Reprovam?
Eu tenho 03 filhos pequenos e ensinarei a eles os princípios que eu acredito. Se eles não quiserem viver, não terá problema algum, desde que os mesmos sejam responsáveis por seus próprios atos, paguem suas próprias contas e sigam suas vidas. Se eles quiserem fazer tatuagem, se quiserem colocar piercing ou mesmo se quiserem ser homossexuais, não vou deixar de amá-los, de dar carinho mas eu não sou obrigado a aceitar isso no meu lar. Minha casa, minhas regras. Casa deles. Regras deles.
E isso não é punição pela minha decisão. Quantos casos temos de pessoas que se arrependem de suas decisões enquanto jovens? E isso para qualquer aspecto.
Eu não apoio o casamento/relacionamento homoafetivo, mas não saio a procura de gays e lésbicas com uma bazuca querendo exterminá-los. Tenho diversos amigos gays. Os amo muito. São pessoas honradas e merecem meu respeito, mas eu não preciso concordar com suas decisões que são contrárias aos meus princípios.
Toda esta mudança é para trazer a neutralidade nas famílias que se encaixam nessa situação. Por que não falamos sobre como apoiar as crianças nessa situação? Levá-las na Igreja e ensina-las a tomarem suas próprias decisões.
Quanto as revelações, divulgá-las ou não, não muda a veracidade de que elas aconteceram. Imagino que no começo da Igreja, isso foi importante para ajudar as pessoas a adquirirem seu próprio testemunho. Como a Igreja ainda não estava estabelecida e precisou de anos para se estabelecer, isso foi de extrema importância para o alicerce. Mas existem diversas experiências que não são ditas, escritas e que são verdadeiras.
Vocês acreditam em Milagres? Tais como nos relatos bíblicos. Eu já presenciei-os. Já fui objeto de milagre e não preciso publicar no The New York Times essas coisas. O mesmo para a revelação.
E em ambos os casos ou qualquer outro, sempre estará a Fé para fazer com que acreditemos ou não.
Não existe nenhum argumento contra um testemunho. Se alguém afirmar que a Igreja Católica é verdadeira ou qualquer outra Igreja, inclusive a Sud que tem habito mensal de dar oportunidade para as pessoas expressarem seus testemunhos, não há argumentos para contradizer um testemunho. Por que testemunho é Fé. Revelação é Fé. Milagre é Fé. Ou se tem por si mesmo ou não se tem.
Para os Santos dos Últimos Dias, divulgar suas experiências espirituais com qualquer pessoa é como jogar pérolas aos porcos. Dar algo de extremo valor para pessoas que não vão valorizar.
Antes de mais nada, a Igreja não deixa de ser uma organização. E toda organização tem suas regras, seus lideres e procedimentos. Quando não queremos mais segui-los, o que fazemos? Saímos. e esta tudo bem com isso. Minha irmã deixou de ser Mórmon. Ainda a amo. Ajudo e convivo com ela na maior harmonia. Mas não apoio nem preciso apoiar as decisões que ela tomou.
A Igreja não precisa dizer como recebem as revelações. Se no passado se não quisessem escrevê-las, não acho que isso impediria o progresso da obra. Se o fizeram, houve um motivo. Sempre há um propósito que eu posso saber por mim mesmo.
Eu não apoio obediência cega. e obedeço por que entendo. E convido a todos a fazerem o mesmo, entretanto, prefiro ouvir as respostas da boca do próprio Deus. Se eu tenho dúvida, faço como Tiago ensinou, “peça-a Deus que a todos dá liberalmente”.
Thiago, deixa eu ver se entendi, os lideres supostamente recebem revelacoes direta de Deus para ser dado a todo o mundo mas por medo de criticas dos homens preferem nao divulgar tais revelacoes ou como receberam? Sera que faz sentido isso? Todos e eu digo todos os Profetas do passado que receberam revelacoes ou foram ordenados a profetizarem ao povo fizeram de forma publica exceto em alguns raros casos onde lhes foram proibidos de escrever. Com tantos acontecimentos no mundo atual afetando a vida de bilhoes de filhos e filhas do Pai Celestial na terra e “havendo um unico Profeta na terra” de acordo com a igreja, nao faria sentido algum eles nao abrirem a boca e declararem com ousadia a vontade do Senhor, afinal e para isso que Profetas sao chamados.
Fábio, é isso que eles fazem em cada oportunidade que tem. Prestam seu testemunho sobre as vontades que Deus ordenou. Tem as conferencias gerais que são a oportunidade de ouvi-los. As liahonas, os manuais, os lideres locais. Todos defendem a verdade.
Divulgar ou não como receberam revelação não muda a natureza do acontecido. É algo que cada um que ouve seus testemunhos podem saber por si mesmos pelo poder do Espírito Santo.
Alguém me explica pra que serve um profeta que não profetiza, um vidente que não ve e um REVELADOR QUE NAO REVELA??????????
Denilson, Sem duvida nenhuma o Senhor nao fara nada sem revelar aos seus profetas, tambem concordo que devemos aplicar as escrituras a nos mas nao tem como nao entender essa revelacao dada a JS em D&C de forma que o Senhor esta se referindo aos mandamentos e profecias dada naquela ocasiao, nao faria sentido que ele estivesse se referindo a tudo que os lideres da igreja viessem a dizer no futuro. A ideia de que um Profeta vivo vale mais que um morto nao passa de heresia, jamais uma revelacao contradiz outra, se fosse assim um Profeta hoje nao teria credibilidade nenhuma pois afinal daqui 30 anos um outro vira a ensinar coisas diferentes que contradizem o que ele diz hoje. Se temos um Profeta de verdade hoje que recebe revelacoes e suas palavras sao mais importantes do que as que foram reveladas a JS, Nefi, Isaias entao nao ha necessidade de estudar as escrituras. Tambem acredito na organizacao da igreja com Apostolos e Profetas que profetizam, revelam e recebem visoes e transmitem as mesmas para um mundo que necessita muito de conhecimento. Nos membros da igreja temos a responsabilidade de identificar que sao os verdadeiros Profetas e Apostolos e nao assumir que simplismente uma pessoa ordenada ao chamado automaticamente se torna Profeta e revelador “38 Pois acontecerá que os habitantes de Sião ajulgarão todas as coisas pertinentes a Sião.
39 E por eles pôr-se-ão à prova os mentirosos e hipócritas e conhecer-se-ão os que não forem apóstolos e profetas” (D&C 64:39) Agora se o Senhor esta dizendo que devemos julgar os que sao e os que nao sao entao e porque deve haver alguma coisa errada dentro de sua Igreja, afinal ele mesmo disse que varreria a sujeira de sua propria casa em seu devido tempo.